segunda-feira, 12 de outubro de 2009
segunda-feira, 28 de setembro de 2009

A Turma 5º D quis dar-nos a sua opinião sobre a sua nova escola. Construíram este belo texto e, segundo nos parece, estão contentes...
A minha nova escola
A minha nova escola é “fixe”!
As matérias são divertidas!
É uma escola muito grande!
A cantina é muito gira!
A comida é muito boa!
Os professores são muito simpáticos!
Temos muito mais disciplinas!
Há aqui muitos alunos!
No recreio, podemos brincar à vontade!
Há muitos espaços para estudar!
Na Biblioteca, podemos ler e ver filmes!
Temos um sistema de reconhecimento: “Astuto”
Existe um bom campo de jogos!
Na Biblioteca, podemos pesquisar!
Temos muitos intervalos, mas pequenos!
As salas estão bem equipadas!
Arranjamos amigos novos!
Temos quem nos ajude a encontrar as salas!
Há cacifos para guardar os materiais!
Os funcionários são muito amáveis!
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Boas vindas!
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
quinta-feira, 18 de junho de 2009
A culminar um ano lectivo de intensa colaboração dos alunos do segundo ciclo com o nosso blog, apresentamos mais dois textos de alunos do 6ºD. Os autores são o Ruben Silas e o André Silva.
O melhor jogador do mundo
Era uma vez um jogador chamado Cristiano Ronaldo. Jogava tão bem que era o melhor do mundo!
Havia, também, um outro rapaz português que queria ser igual a ele!
Esse rapaz chamava-se Ruben e desde os sete anos que tinha o sonho de vir a ser um óptimo ponta-de-lança e, também, um dia, o melhor jogador do mundo.
Até que, aos vinte anos, ele foi jogar para o Manchester United onde encontrou o Cristiano Ronaldo.
Logo se tornaram grandes amigos até que o Ruben, num ano, já tinha marcado, na Liga toda, cinquenta golos! E foi mesmo eleito o melhor jogador do mundo, também!
E, assim, se tornou realidade o sonho do Ruben!
(Ruben Silas – Nº 19 – 6º D)
O João envergonhado
Num dia, bem cedinho, o João levantou-se para ir ao seu primeiro dia de aulas.
Tomou o pequeno-almoço e foi para a paragem do autocarro.
Aí, o João começou a sentir-se um pouco envergonhado, porque todos os outros meninos que estavam na paragem eram mais velhos.
Quando o autocarro chegou, o João sentia-se ainda mais nervoso porque, ao entrar no autocarro, viu os lugares todos ocupados. Mas, de repente, lá ao fundo, descobriu que havia um lugar onde só estava um menino e, timidamente, perguntou-lhe se podia sentar-se ao lado dele.
O outro menino disse-lhe que sim, com um sorriso.
O João ficou, então, um pouco mais aliviado, mas a conversa não ia ficar por ali.
- Como te chamas? - perguntou o menino.
- Chamo-me João. E tu?
- João?! Então temos o mesmo nome! - exclamou o outro menino, muito contente.
- Pois é! Que bom!
- Esta é a primeira vez que vens à escola?
- Sim, e tu?
- Também é a primeira vez! - disse o menino.
Mas, quando chegou à escola, o João continuava envergonhado.
Tocou a campainha e ele sabia bem o que isso significava: a entrada para a sala.
Já lá dentro, o João continuava tímido e mal conseguiu falar para se apresentar.
Mas durante a aula, a professora foi muito simpática e correu tudo bem.
No intervalo, o João pegou no seu pão e comeu-o.
Entretanto, os outros meninos vieram convidá-lo para jogar à bola e todos se maravilharam ao vê-lo jogar tão bem!
Tinha feito montes de amigos!
«Viva o João!» «Viva a escola!» – gritavam todos, em conjunto.
(André Silva – Nº 1 – 6º D)
terça-feira, 16 de junho de 2009
O PRINCIPEZINHO
No próximo ano lectivo, O Principezinho de Antoine de Saint-Exupéry terá um destaque especial no dia-a-dia do nosso agrupamento, à semelhança do que aconteceu este ano com A Volta ao mundo em 80 dias.
Como forma de vos abrir o apetite para o maravilhoso mundo que nos espera, seleccionámos este pequeno filme, que certamente apreciarão.
Como forma de vos abrir o apetite para o maravilhoso mundo que nos espera, seleccionámos este pequeno filme, que certamente apreciarão.
sábado, 13 de junho de 2009
PÁGINAS DE ESCRITA
A partir dos versos do poeta francês Jacques Prévert e do seu poema Páginas de escrita, o Centro Experimental de Cinematografia Italiana produziu um pequeno grande vídeo, que nos mostra o grandioso poder de sugestão das palavras.
Apreciem-no!
Apreciem-no!
terça-feira, 9 de junho de 2009
PROPOSTA DE LEITURA
“Uma história muito sentimental, que aconselho a todas as mulheres”. É assim que a Diana Santos, do 10º ano, sintetiza mais uma proposta de leitura: As Palavras Que Nunca Te Direi, de Nicholas Sparks.
Nesta obra, Theresa, uma cronista em início de carreira acha uma garrafa na praia com uma carta no seu interior, cheia do mais puro sentimento.
Leiam a história e deixem-se tocar por um raro e verdadeiro amor.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
RIO SEM FIM
Rio sem fim é uma história que a Inês Santos do 6ºD nos propõe, passada no longínquo século X. Viajemos com ela:
O Rio sem Fim
Há muito tempo, no século X, perto da Arábia, havia uma pequena e única vila chamada Vila Nepino. Nessa vila, ninguém sabia nada sobre o mundo. Ao seu redor, a água que bebiam, vinha do rio Nilo e a comida que comiam vinha de hortas submersas.
Nessa vila, vivia um rapaz que gostava de, um dia, ver um rio sem fim…
Esse rapaz chamava-se Mar e, um dia, com muita coragem, decidiu perguntar ao rio se haveria um rio sem fim.
Chegou-se, então, ao pé do Nilo e sussurrou-lhe:
- Rio Nilo, se me quiseres ajudar, acompanha-me esta noite. Eu vou fugir e tentar encontrar o rio sem fim…
E assim que acabou de segredar esta frase ao rio, apareceu-lhe uma menina vinda do nada, com cabelos loiros, vestido azul e coroa dourada e ele viu logo que era uma princesa.
O rapaz não aguentou aquela surpresa e perguntou imediatamente:
- De onde é que vens? Não és de cá, pois não? Quem és tu?
- Sou a princesa do rio sem fim… Vim perdida e seguida pelos ventos para encontrar uma pessoa que me ajudasse a dar um nome ao meu reino. Chamo-me Minaoro, mas podes tratar-me por Min.
O rapaz, muito contente por finalmente poder vir a ver o rio sem fim e ajudar aquela princesa, disse:
Não te preocupes, Min! Eu vou ajudar-te!
Min aceitou e, logo que escureceu, os dois foram rumo à descoberta.
A princesa tinha consigo um mapa para chegar ao rio sem fim.
Os viajantes andaram muitas milhas até chegarem ao Templo do Coelhinho.
- Mas por que carga de água deram este nome ao templo? - perguntou Mar, curioso.
Min encolheu os ombros e ambos entraram. E a coisa mais espantosa que ambos viram foi um coelho cor-de-rosa, com o rabo maior do que a cabeça, a olhar para eles.
Depois, apareceram mais coelhos, todos coloridos, cada um mais estranho do que o outro mas que, afinal, eram todos de peluche!
Lá dentro, andaram por um grande labirinto até que começaram a ouvir risos e Min disse:
- Acho que aqueles coelhos de peluche ganharam vida e estão a tentar despistar-nos…
Nesse instante, olharam os dois para trás e os coelhinhos de peluche começaram a correr e o problema é que eles não viam nada, porque os olhos estavam cheios de lágrimas provocadas por cebolas cortadas. Então, correram com os olhos fechados durante trinta minutos e, quando os abriram, já tinham passado o Templo do Coelhinho…
Depois andaram muitas milhas, passaram pelo templo de Alá e, quando estavam junto à porta da Passagem do Urso de Peluche, Min exclamou:
- Já escolhi o nome: o meu reino do rio sem fim, irá chamar-se Mar, como tu. Tu vais ser o seu rei e eu a sua rainha!
Mar nem pensou duas vezes e aceitou. E, finalmente, passaram os dois a entrada e chegaram ao rio sem fim, conhecido hoje, por Mar.
E os dois viveram felizes para sempre!
(Inês Santos –Nº 12 – 6ºD)
O Rio sem Fim
Há muito tempo, no século X, perto da Arábia, havia uma pequena e única vila chamada Vila Nepino. Nessa vila, ninguém sabia nada sobre o mundo. Ao seu redor, a água que bebiam, vinha do rio Nilo e a comida que comiam vinha de hortas submersas.
Nessa vila, vivia um rapaz que gostava de, um dia, ver um rio sem fim…
Esse rapaz chamava-se Mar e, um dia, com muita coragem, decidiu perguntar ao rio se haveria um rio sem fim.
Chegou-se, então, ao pé do Nilo e sussurrou-lhe:
- Rio Nilo, se me quiseres ajudar, acompanha-me esta noite. Eu vou fugir e tentar encontrar o rio sem fim…
E assim que acabou de segredar esta frase ao rio, apareceu-lhe uma menina vinda do nada, com cabelos loiros, vestido azul e coroa dourada e ele viu logo que era uma princesa.
O rapaz não aguentou aquela surpresa e perguntou imediatamente:
- De onde é que vens? Não és de cá, pois não? Quem és tu?
- Sou a princesa do rio sem fim… Vim perdida e seguida pelos ventos para encontrar uma pessoa que me ajudasse a dar um nome ao meu reino. Chamo-me Minaoro, mas podes tratar-me por Min.
O rapaz, muito contente por finalmente poder vir a ver o rio sem fim e ajudar aquela princesa, disse:
Não te preocupes, Min! Eu vou ajudar-te!
Min aceitou e, logo que escureceu, os dois foram rumo à descoberta.
A princesa tinha consigo um mapa para chegar ao rio sem fim.
Os viajantes andaram muitas milhas até chegarem ao Templo do Coelhinho.
- Mas por que carga de água deram este nome ao templo? - perguntou Mar, curioso.
Min encolheu os ombros e ambos entraram. E a coisa mais espantosa que ambos viram foi um coelho cor-de-rosa, com o rabo maior do que a cabeça, a olhar para eles.
Depois, apareceram mais coelhos, todos coloridos, cada um mais estranho do que o outro mas que, afinal, eram todos de peluche!
Lá dentro, andaram por um grande labirinto até que começaram a ouvir risos e Min disse:
- Acho que aqueles coelhos de peluche ganharam vida e estão a tentar despistar-nos…
Nesse instante, olharam os dois para trás e os coelhinhos de peluche começaram a correr e o problema é que eles não viam nada, porque os olhos estavam cheios de lágrimas provocadas por cebolas cortadas. Então, correram com os olhos fechados durante trinta minutos e, quando os abriram, já tinham passado o Templo do Coelhinho…
Depois andaram muitas milhas, passaram pelo templo de Alá e, quando estavam junto à porta da Passagem do Urso de Peluche, Min exclamou:
- Já escolhi o nome: o meu reino do rio sem fim, irá chamar-se Mar, como tu. Tu vais ser o seu rei e eu a sua rainha!
Mar nem pensou duas vezes e aceitou. E, finalmente, passaram os dois a entrada e chegaram ao rio sem fim, conhecido hoje, por Mar.
E os dois viveram felizes para sempre!
(Inês Santos –Nº 12 – 6ºD)
terça-feira, 2 de junho de 2009
SALVATION
O Cata-Letras orgulha-se muito da excelência dos trabalhos que nos chegaram ao longo deste ano lectivo. O Filipe Tápia, com mais um dos seus poemas, confirma a qualidade desse infindável fio criador, que o nosso blog tem dado a conhecer:Salvation
Sinto as minhas asas,
partidas nas vossas mãos.
Sinto as palavras nunca ditas,
dentro de mim.
Todos os meus sonhos,
a cairem.
A rastejarem,
por aí.
Alguém me salve, as vossas almas,
quentes em meu auxílio.
Não me importa como o fazem,
Fiquem, por favor, fiquem.
Estive à vossa espera.
(Filipe Tápia)
quinta-feira, 28 de maio de 2009
O POTE DE OURO DA FEITICEIRA
Bem ao estilo das velhas fábulas que preenchem o nosso imaginário, a história que hoje vos propomos, escrita pelo Gonçalo do 6ºD, leva-nos floresta dentro, até ao território de uma ignóbil feiticeira…O pote de ouro da feiticeira
Era uma vez uma família muito pobre que vivia perto de uma floresta.
O pai era lenhador e a mãe tratava da casa e dos filhos.
Certo dia, a mãe disse aos filhos:
- Vão à floresta apanhar amoras para o jantar, mas tenham cuidado com a feiticeira que mora junto ao lago. Não se aproximem!
Gonçalo, o mais velho, disse à irmã:
- Não tenhas medo, Inês, a feiticeira não nos vai apanhar. Eu protejo-te!
E lá foram apanhando amoras, distraindo-se no caminho, indo exactamente parar junto da casa da feiticeira que não tardou a apanhá-los, com a ajuda do seu enorme corvo de penas luzidias.
Entretanto, anoiteceu, e os meninos não apareceram em casa.
O pai, forte e corajoso, partiu rumo à floresta, com um seu amigo, caçador.
Bateram à porta da feiticeira e disseram:
- Abre a porta, feiticeira, ou levas um tiro “à maneira”!
A feiticeira abriu logo a porta, perguntando:
- Tiroliro, tiroliro, que é do tiro, que é do tiro?
E o caçador disparou de imediato, atingindo a feiticeira e o seu corvo.
Soltaram, então, os meninos que se vieram abraçar ao pai, a chorar.
Regressaram a casa, felizes, e levaram ainda o pote de ouro que a feiticeira tinha ao pé da mesa da cozinha.
E viveram felizes para sempre!
(Gonçalo Gonçalves – nº 9 – 6º D)
terça-feira, 26 de maio de 2009
ACIDENTE NO LABORATÓRIO
Depois de, na semana passada, termos publicado o conto “As Pedras Mágicas”, chegou a altura de darmos a conhecer uma outra história enviada pelo João Pereira, aluno do 5ºD:O acidente no laboratório
Era uma vez dois rapazes muito traquinas, não havia ninguém que os conseguisse aturar! Os nossos dois amigos chamam-se Charlye Jhonson e Mark Hutson. Viviam numa zona chamada Brokinfast. Brokinfast era uma cidade grande, com muita população, onde as pessoas andavam sempre muito apressadas e nem davam conta do que se passava em seu redor. Nesta cidade havia uma grande escola com boas instalações, bem apresentada, estava sempre limpa, bem… quase sempre! Os alunos que a frequentavam eram atentos, nem sempre muito interessados, não havia muitas negativas. No entanto, quase todos os dias havia problemas por causa de alguma indisciplina causada por alguns alunos.
Era frequente a troca das ementas do dia, as guerras de comida, acumular o lixo no chão, já para não falar nos problemas que causavam na sala de aula.
Um dia, quando estavam no corredor, Charlye virou-se para o Mark e disse:
- O corredor está vazio… e que tal irmos para o laboratório de Biologia fazer uma experiência?
- Boa ideia…vamos! – disse o Mark.
Assim, sempre de olho no corredor, entraram no laboratório. Este era enorme… tinha muitos armários repletos de químicos e outros produtos. Ao fundo da sala havia uma enorme e valiosa exposição de esqueletos de Dinossauros encontrados numa expedição organizada pela escola. Estes eram tão aterradores que até pareciam reais. Ao darem de caras com os esqueletos, assustaram-se e começaram a correr, até que chocaram com um armário aberto, fazendo cair um frasco com um produto químico esverdeado. Eles, de tão assustados que estavam, saíram da sala e nem se aperceberam que estava a ocorrer uma modificação nos esqueletos.
Nesse mesmo dia, no intervalo, o director anuncia que os esqueletos do laboratório de Biologia estavam vivos.
- Peço a todos que evacuem a escola imediatamente! - disse o director.
Espalhou-se o caos na escola, todos fugiam, menos o Charlye e o Mark porque não tinham ouvido o aviso. Quase na hora do intervalo seguinte, estavam para sair da escola, mas não conseguiram porque a escola tinha sido fechada até que o problema se resolvesse.
Eles ficaram intrigados…
- O que é que se passará? - perguntou o Mark.
- Não sei. – respondeu o Charlye.
Charlye virou-se e disse para o amigo: - Acho que é por causa daquilo…
- AAHHHHHHAAAHHHHHHH!!!!!!!!!!!! – gritaram eles aterrorizados.
Sem olhar para trás, refugiaram-se dentro de um cacifo para não serem detectados pelos dinossauros. Eles estavam de tal forma assustados que transpiravam por todos os poros.
Repentinamente, Mark fica com sede e vai buscar água à mochila dele que estava no seu cacifo. Ao preparar-se para beber a água, uma enorme pata agarra-os com tal força que Mark lança a garrafa. A água ao atingir os esqueletos fê-los voltar ao normal.
Uma estranha transformação ocorreu nos dinossauros, eles começaram a encolher, a encolher, a perder forma, até voltarem a transformar-se em esqueletos para o estudo dos alunos da escola de Brokinfast.
- Espantoso! – disse o Mark. – Como é que isto aconteceu? -Perguntou ele.
Charlye, achando aquilo inacreditável, nem tinha palavras para responder a Mark, ficou simplesmente boquiaberto e de olhos esbugalhados.
De seguida, deixaram-se de conversas e, secretamente, levaram os esqueletos de novo para o laboratório, escondendo-se ao ouvirem pessoas a entrar na escola. Eram agentes de equipas especiais que costumavam lidar com este tipo de situações. Quando entraram e, após revistarem o edifício, viram que estava tudo no normal.
- Estão a brincar connosco? – disseram os agentes.
- Vamos embora equipa, estas pessoas devem pensar que nós não temos mais nada para fazer. – replicaram eles novamente.
Na manhã seguinte, quando os professores chegaram à escola, encontraram-na toda desarrumada, os cacifos no chão, os placards caídos. Enfim parecia que lá tinha passado um furacão!
Depois, como se nada tivesse acontecido, o Charlye e o Mark foram normalmente às aulas e deixaram esta aventura como segredo para se livrarem de um grande castigo.
(João Pereira, 5ºD)
quinta-feira, 21 de maio de 2009
O Fábio Carvalho do 6º D propõe-nos hoje uma história de camelos, enquanto a Rute Ferreira, da mesma turma, nos dá conta da importância do seu diário:
O camelo e os pais
Era uma vez uma família de camelos: um camelo pequeno, o pai e a mãe. Mas, devido à grande seca, era muito difícil os camelos sustentarem o seu filho pequeno e, apesar de tristes, decidiram abandoná-lo.
E foi assim que um rapaz o encontrou: muito magro, quase a cair de fome e de sede, e muito doente.
O rapaz resolveu, então, perguntar ao seu pai se podia tomar conta daquele animal e ele concordou, mas dizendo-lhe que ele tinha de tomar muito bem conta dele.
Entretanto, tratado e bem alimentado, o camelo foi crescendo e o rapaz divertia-se imenso, passeando nele.
Mas um dia, num desses passeios, passaram por dois camelos velhos e o camelo reconheceu os seus pais e exclamou:
- Estes são os meus pais!
E, então, ficaram na dúvida de quem é que deveria ficar com quem. Os camelos velhos com o filho? Ou o filho com os camelos velhos? Ou, então, o camelo novo ficar com o seu dono amigo e tudo ficar na mesma?
Resolveram, então, falar com o pai do rapaz que aceitou que toda a família daqueles camelos ficasse na posse dele, porque, assim, a família junta seria mais feliz, agora que todos se tinham reencontrado!
(Fábio Carvalho – nº 7 – 6º D)
O meu diário
No meu Diário, eu escrevo o que se passa no meu dia-a-dia, as coisas más e as coisas boas. Tudo o que sinto, vai para lá. É só pegar numa caneta e começar a escrever de alegria, ou de desabafo! E quando acabo de escrever, sinto-me sempre muito melhor.
Eu adoro o meu Diário, aquele livrinho mágico que é muito bonito e que faz parte de mim. Nunca o irei deitar fora e até tenho, muito bem guardada, a sua chavinha para que ninguém veja o que está lá escrito.
E sabem? Eu até dei um nome “secreto” ao meu Diário…
(Rute Ferreira nº 20 – 6º D)
terça-feira, 19 de maio de 2009
AS PEDRAS MÁGICAS
O João Pereira do 5ºD (vencedor do concurso criativo do primeiro período) enviou-nos recentemente duas fantásticas histórias, que vêm confirmar a sua infinita imaginação. Hoje publicamos “As Pedras Mágicas” e, brevemente, publicaremos o “Acidente no Laboratório”.As Pedras Mágicas
Num lindo e solarengo fim de tarde de Verão, uma rapaz chamado Tiago esstava a jogar no computador. Repentinamente, a mãe chama-o para jantar, e ele, de tanta fome que tinha, até se esqueceu de desligar o computador. Nesse dia não voltou a jogar e, só no dia seguinte, após se levantar reparou que o computador continuara ligado, e sendo assim, foi continuar o jogo.
Ao tocar nas teclas do computador parecia que se desmaterializava, sendo transportado para um outro Universo. Quando parecia que tinha voltado ao normal, olhou em redor e, observando, viu um mundo extraordinário à sua frente, havia estradas, árvores, animais, frutos, plantas e edifícios, tudo feito de estrelas. Num edifício mais à frente encontrou um robô que lhe emprestou um veículo para ele viajar pelo Universo e um folheto informativo sobre a sua história. Tiago começou a lê-lo e viu que no dia 2 de Fevereiro de 2010 cairia um meteorito na Terra que libertaria uma grande quantidade de nuvens tóxicas, levando a espécie Humana à extinção.
Tiago foi ao calendário e de seguida disse:
- O dia da catástrofe é amanhã!
Um indivíduo que passou e o ouviu a gritar desesperado disse:
- Sim, isso vai acontecer, mas existe um conjunto de pedras que o podem impedir: a Esmeralda do Caos, a Safira do mais poderoso dragão chamado Rayquaza e o Rubi Milagroso. E continuou: - Estas pedras juntas formam um poder inimaginável que atravessará o meteorito e o destruirá.
- Quem tem essas pedras pode fazê-lo? - perguntou o Tiago.
-Sim, se realmente o quiser fazer. – respondeu o indivíduo.
- E onde é que elas estão? – perguntou de novo o Tiago.
- A Safira tem-na o dragão que está no mais alto pico deste Universo onde ninguém consegue chegar, mas se lhe pedires com delicadeza e cuidado e se lhe explicares o que está para acontecer, ele ta dará. - respondeu o indivíduo.
- E as outras? – perguntou Tiago intrigado.
- As outras estão no subsolo, mas só se conseguires a Safira e cumprires a promessa que farás ao dragão para salvar o teu planeta é que elas cairão à tua frente… - disse o indivíduo.
- Obrigado pelas suas preciosas informações. – disse Tiago.
Assim, guiado pelas informações que lhe tinham sido dadas, foi até à zona onde se encontrava o dragão.
- Rayquaza, por favor, será que me podes emprestar a tua Safira para salvar o meu planeta? Ele corre perigo. O meteorito cairá e a raça Humana morrerá. – disse o Tiago.
- Sim, mas só com uma condição: terás que me devolver a Safira no fim de fazeres o teu trabalho. – disse o dragão.
O Tiago apressou-se a dizer que a devolveria assim que terminasse.
- Toma bem conta dela…- disse Rayquaza. Ao dizer estas palavras deu a Safira a Tiago.
- Obrigado! Fico-te muito grato. – respondeu o Tiago.
No regresso, inesperadamente, vê duas pedras a caírem do céu e diz: - deve ser a Esmeralda e o Rubi!... Repentinamente as três pedras juntam-se, elevaram-se no céu e um estranho fenómeno começa a acontecer… as três pedras formam um raio de água, fogo e electricidade que é lançada na rota do meteorito. Passados alguns segundos, as três pedras separam-se e a Esmeralda e o Rubi voltaram para o subsolo. Tiago tinha conseguio salvar a Terra, mas tinha ainda que cumprir a sua promessa, então apressou-se a devolver a Safira a Rayquaza.
Ao vê-lo este diz: - Obrigado por teres sido fiel. Queres voltar para casa?
- Sim gostaria muito! – respondeu Tiago. E, enquanto dizia estas palavras, desmaterializava-se como tinha acontecido inicialmente. De repente viu que estava novamente no seu quarto.
- Não jogues tanto! – disse a mãe.
- Não te preocupes, também estou cansado de jogar…por hoje! – respondeu Tiago!
(João Pereira, 5ºD)
quinta-feira, 14 de maio de 2009
JOGOS FLORAIS II
Depois do 5º ano, cá estão os premiados do 6º ano, da edição 2008/09 dos Jogos Florais.6º ANO – 1º PRÉMIO
Amor em Roma
A Sally, que vive em Roma, depois de sair do trabalho, resolveu ir tomar café a um bar, ao ar livre, na Rua de São Luís.
Enquanto tomava café, viu um homem que vinha numa “Vespa”. Ela achou-o lindo e acenou-lhe com a mão.
Para sua surpresa, ele também a deve ter achado linda, pois sorriu e acenou-lhe igualmente e, depois... foi tomar café com ela!
Ele apresentou-se, dizendo-lhe que se chamava Tony e que era informático.
Depois, foi a vez da Sally também se apresentar, dizendo o seu nome e que trabalhava na Segurança Social.
Escusado será dizer que logo se apaixonaram e ficaram os dois muito corados pois, apesar de não parecerem, eram tímidos.
Entretanto, quando olharam para o lado, viram um rapaz e uma rapariga a beijarem-se e, por isso, desviaram o olhar e começaram a observar uma mulher que estava a comer um gelado, ao pé de uma fonte.
Por fim, ganharam coragem de se olharem bem olhos nos olhos e, mais tarde, o Tony levou a Sally a casa.
Nessa noite, sonharam muito um com o outro!
Estavam mesmo apaixonados porque, no dia seguinte, estavam constantemente a distrair-se no trabalho e só faziam asneiras!
À noite, voltaram a encontrar-se no mesmo lugar.
Desta vez conversaram naturalmente e falaram sobre o belo monumento que estavam a admirar e que ficava ali tão perto.
No fim da conversa, de repente, começou a ouvir-se uma música muito alta. Ia haver uma festa e o Tony convidou a Sally para dançar com ele e ela aceitou.
Dançaram até à meia-noite, porque no dia seguinte era sábado e não tinham de ir trabalhar.
Nesse sábado, à noite, foram jantar a um restaurante de luxo e, no fim de pagarem a conta e de terem saído, o Tony pediu namoro à Sally e ela, claro que aceitou, pois estava loucamente apaixonada por ele!
Depois do “sim” ao namoro, beijaram-se e o Tony levou, de novo, a Sally a casa.
E nessa noite a Sally e o Tony tiveram exactamente o mesmo sonho: voltarem a ver-se e a namorar na bonita paisagem de Roma!
(Maria Pedroso – Nº 21 – 6º C)
6º ANO – 2º PRÉMIO
Uma Noite de Verão
Era uma vez, numa noite de Verão, um rapaz chamado Pedro que decidiu sair de casa para ir a um bar, perto de um grande palácio.
Nessa rua, o Pedro avistou uma amiga de longa data que estava num bar, a tomar chá, e que logo lhe acenou para ele ir ter com ela.
Pedro estacionou, então, a sua mota “Vespa” e entrou, de seguida, no bar.
A sua amiga era muito bonita e simpática e chamava-se Joana.
Pedro sentou-se ao pé dela e pediu uma bebida e começaram os dois a falar das suas vidas, pois há uns tempos que não se viam.
Pedro contou à sua amiga que tinha acabado, há pouco tempo, o curso de Ecoturismo e ela contou que tinha acabado, também, o seu curso de veterinária.
Naquela rua, tudo era muito pacato, com música muito calma e, de repente, Pedro pensou: «É um bom sítio para dançar!»
Então, levantou-se, de repente, e convidou Joana para dançar com ele.
Ela aceitou imediatamente e começaram, logo ali, os dois ali a dançar!
Então, as pessoas que por ali estavam, começaram a olhar para eles, e de seguida, já toda a gente os imitava, dançando ao ritmo daquela música calma!
E quando já estavam cansados, decidiram ir para as suas casas, mas prometeram, um ao outro, voltarem a encontrar-se mais vezes.
Parece que o amor estava no ar...
(Marcos Correia – Nº 21 – 6º B)
6º ANO – 3º PRÉMIO
O Bar do Amor
Dentro da cidade de Roma, há uma “mini-cidade” que se chama a “Cidade do Amor”, porque só tem um bar e um hotel muito luxuosos, onde a maior parte dos jovens casais passam muito do seu tempo livre, especialmente à noite.
O Pedro, um rapaz que vai lá com muita frequência, está sempre a tentar meter conversa com as raparigas que já conhece.
Numas dessas noites, o Pedro chegou ao “Bar do Amor” na sua bela “Vespa” azul e, mal chegou, começou logo a acenar com a mão à Ana, e a Ana a ele.
Então, o Pedro saiu de cima da sua “Vespa” e foi pagar um sumo à Ana.
Ele bem tentou chamar, também, o João e a Margarida, mas eles estavam tão entretidos a beijarem-se que ele decidiu não os incomodar mais.
Mas aquela noite era uma noite especial, porque se estava no Dia de São Valentim e, às onze e meia da noite, toda a gente tinha de ter um namorado ou uma namorada, naquele bar.
Entretanto, o Pedro e a Ana descobriram que afinal faziam um belo par e, daí a pouco, já estavam a beijar-se e a começar a namorar!
E assim começou um grande amor!
Passados alguns anos, o Pedro e a Ana, e o João e a Margarida, casaram-se e como eram todos muito amigos, aos fins-de-semana combinavam sempre encontrar-se no “Bar do Amor”, para recordar os belos momentos aí passados.
E mesmo quando já estavam bem mais velhos continuavam sempre a ir lá, porque achavam aquele lugar lindo e inesquecível, para eles.
(Maria Inês Simões – Nº 18 – 6º D)
O Bar do Amor
Dentro da cidade de Roma, há uma “mini-cidade” que se chama a “Cidade do Amor”, porque só tem um bar e um hotel muito luxuosos, onde a maior parte dos jovens casais passam muito do seu tempo livre, especialmente à noite.
O Pedro, um rapaz que vai lá com muita frequência, está sempre a tentar meter conversa com as raparigas que já conhece.
Numas dessas noites, o Pedro chegou ao “Bar do Amor” na sua bela “Vespa” azul e, mal chegou, começou logo a acenar com a mão à Ana, e a Ana a ele.
Então, o Pedro saiu de cima da sua “Vespa” e foi pagar um sumo à Ana.
Ele bem tentou chamar, também, o João e a Margarida, mas eles estavam tão entretidos a beijarem-se que ele decidiu não os incomodar mais.
Mas aquela noite era uma noite especial, porque se estava no Dia de São Valentim e, às onze e meia da noite, toda a gente tinha de ter um namorado ou uma namorada, naquele bar.
Entretanto, o Pedro e a Ana descobriram que afinal faziam um belo par e, daí a pouco, já estavam a beijar-se e a começar a namorar!
E assim começou um grande amor!
Passados alguns anos, o Pedro e a Ana, e o João e a Margarida, casaram-se e como eram todos muito amigos, aos fins-de-semana combinavam sempre encontrar-se no “Bar do Amor”, para recordar os belos momentos aí passados.
E mesmo quando já estavam bem mais velhos continuavam sempre a ir lá, porque achavam aquele lugar lindo e inesquecível, para eles.
(Maria Inês Simões – Nº 18 – 6º D)
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