quarta-feira, 21 de outubro de 2009


AUTOR DO MÊS

Integrada no tema “AUTOR DO MÊS”, para o qual foi seleccionada, em Outubro, a escritora Sophia de Mello Breyner Andresen, propomos-te que participes numa das seguintes actividades, apresentando um trabalho que pode ser:

→ pesquisa biográfica sobre esta autora;

→ reconto, sob a forma de resumo, de uma das suas obras.


Ora vamos lá.... mãos à obra!

Haverá surpresas para os participantes...

quarta-feira, 14 de outubro de 2009


MÊS DAS BIBLIOTECAS

Durante o mês de Outubro, o nosso Agrupamento de Escolas vai desenvolver algumas actividades relacionadas com o tema “Bibliotecas”:

☼ Puzzle de Poemas
☼ Estafeta de Poemas

Mais tarde, serão publicados os textos elaborados por cada turma/sala.

Deste mês, destacamos em especial o dia 26 que é o “Dia Mundial das Bibliotecas Escolares”.


Tal como os alunos do 5º D, também a aluna nº 10 do 5º B, Célia Subtil, nos deu a sua opinião sobre a escola e, principalmente, sobre o seu primeiro dia de aulas...


O meu primeiro dia de aulas

Nunca esquecerei o meu primeiro dia de aulas, nesta nova escola!
Devia ter vindo para a escola de carrinha, mas a minha mãe trouxe-me. Já no carro, doía-me imenso a barriga, pois estava muito nervosa. Bem… não eram só nervos mas também muitas outras coisas: diferentes sentimentos misturados na minha cabeça, medo, ansiedade e preocupação…
Quando cheguei a esta nova escola, fui poisar a mochila na sala onde iria ter aulas e, de seguida, fui dar uma volta com a minha irmã (sorte a minha ter uma irmã na mesma escola!) e com os amigos dela.
Entretanto, tocou a campainha e começou toda a gente a encaminhar-se para as salas de aula.
Então, senti-me um pouco perdida, mas - claro! – a minha irmã ajudou-me a ir para a sala onde estavam todos os meus colegas de turma. Tenho mesmo uma irmã fantástica!
E, no final de tudo isto, senti-me feliz, pois este foi um dia de grandes emoções!

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

DIA MUNDIAL DA MÚSICA No passado dia 1 de Outubro, comemorou-se, no nosso Agrupamento, o Dia Mundial da Música, com diferentes actividades que incluíram, entre outras, exposição de instrumentos musicais e actuação de alunos e professores, quer tocando quer cantando. Foi um dia bem passado e, nele, com alegria, todos “abraçaram a música”, cada um ao seu jeito...

segunda-feira, 28 de setembro de 2009


A Turma 5º D quis dar-nos a sua opinião sobre a sua nova escola. Construíram este belo texto e, segundo nos parece, estão contentes...

A minha nova escola

A minha nova escola é “fixe”!
As matérias são divertidas!
É uma escola muito grande!
A cantina é muito gira!
A comida é muito boa!
Os professores são muito simpáticos!
Temos muito mais disciplinas!
Há aqui muitos alunos!
No recreio, podemos brincar à vontade!
Há muitos espaços para estudar!
Na Biblioteca, podemos ler e ver filmes!
Temos um sistema de reconhecimento: “Astuto”
Existe um bom campo de jogos!
Na Biblioteca, podemos pesquisar!
Temos muitos intervalos, mas pequenos!
As salas estão bem equipadas!
Arranjamos amigos novos!
Temos quem nos ajude a encontrar as salas!
Há cacifos para guardar os materiais!
Os funcionários são muito amáveis!

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Boas vindas!


Olá! Cá estamos de novo, outra vez! Desejamos a todos um óptimo ano lectivo e que continuem a sentir-se felizes nesta escola. Pela nossa parte, prometemos contribuir para isso!
A foto que seleccionámos pode ser vista no blog da Zai:
http:2zai.blogspot.com

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

quinta-feira, 18 de junho de 2009

A culminar um ano lectivo de intensa colaboração dos alunos do segundo ciclo com o nosso blog, apresentamos mais dois textos de alunos do 6ºD. Os autores são o Ruben Silas e o André Silva.

O melhor jogador do mundo

Era uma vez um jogador chamado Cristiano Ronaldo. Jogava tão bem que era o melhor do mundo!
Havia, também, um outro rapaz português que queria ser igual a ele!
Esse rapaz chamava-se Ruben e desde os sete anos que tinha o sonho de vir a ser um óptimo ponta-de-lança e, também, um dia, o melhor jogador do mundo.
Até que, aos vinte anos, ele foi jogar para o Manchester United onde encontrou o Cristiano Ronaldo.
Logo se tornaram grandes amigos até que o Ruben, num ano, já tinha marcado, na Liga toda, cinquenta golos! E foi mesmo eleito o melhor jogador do mundo, também!
E, assim, se tornou realidade o sonho do Ruben!
(Ruben Silas – Nº 19 – 6º D)

O João envergonhado

Num dia, bem cedinho, o João levantou-se para ir ao seu primeiro dia de aulas.
Tomou o pequeno-almoço e foi para a paragem do autocarro.
Aí, o João começou a sentir-se um pouco envergonhado, porque todos os outros meninos que estavam na paragem eram mais velhos.
Quando o autocarro chegou, o João sentia-se ainda mais nervoso porque, ao entrar no autocarro, viu os lugares todos ocupados. Mas, de repente, lá ao fundo, descobriu que havia um lugar onde só estava um menino e, timidamente, perguntou-lhe se podia sentar-se ao lado dele.
O outro menino disse-lhe que sim, com um sorriso.
O João ficou, então, um pouco mais aliviado, mas a conversa não ia ficar por ali.
- Como te chamas? - perguntou o menino.
- Chamo-me João. E tu?
- João?! Então temos o mesmo nome! - exclamou o outro menino, muito contente.
- Pois é! Que bom!
- Esta é a primeira vez que vens à escola?
- Sim, e tu?
- Também é a primeira vez! - disse o menino.
Mas, quando chegou à escola, o João continuava envergonhado.
Tocou a campainha e ele sabia bem o que isso significava: a entrada para a sala.
Já lá dentro, o João continuava tímido e mal conseguiu falar para se apresentar.
Mas durante a aula, a professora foi muito simpática e correu tudo bem.
No intervalo, o João pegou no seu pão e comeu-o.
Entretanto, os outros meninos vieram convidá-lo para jogar à bola e todos se maravilharam ao vê-lo jogar tão bem!
Tinha feito montes de amigos!
«Viva o João!» «Viva a escola!» – gritavam todos, em conjunto.
(André Silva – Nº 1 – 6º D)

terça-feira, 16 de junho de 2009

O PRINCIPEZINHO

No próximo ano lectivo, O Principezinho de Antoine de Saint-Exupéry terá um destaque especial no dia-a-dia do nosso agrupamento, à semelhança do que aconteceu este ano com A Volta ao mundo em 80 dias.

Como forma de vos abrir o apetite para o maravilhoso mundo que nos espera, seleccionámos este pequeno filme, que certamente apreciarão.


sábado, 13 de junho de 2009

PÁGINAS DE ESCRITA

A partir dos versos do poeta francês Jacques Prévert e do seu poema Páginas de escrita, o Centro Experimental de Cinematografia Italiana produziu um pequeno grande vídeo, que nos mostra o grandioso poder de sugestão das palavras.

Apreciem-no!

terça-feira, 9 de junho de 2009

PROPOSTA DE LEITURA

Uma história muito sentimental, que aconselho a todas as mulheres”. É assim que a Diana Santos, do 10º ano, sintetiza mais uma proposta de leitura: As Palavras Que Nunca Te Direi, de Nicholas Sparks.

Nesta obra, Theresa, uma cronista em início de carreira acha uma garrafa na praia com uma carta no seu interior, cheia do mais puro sentimento.

Leiam a história e deixem-se tocar por um raro e verdadeiro amor.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

RIO SEM FIM

Rio sem fim é uma história que a Inês Santos do 6ºD nos propõe, passada no longínquo século X. Viajemos com ela:

O Rio sem Fim

Há muito tempo, no século X, perto da Arábia, havia uma pequena e única vila chamada Vila Nepino. Nessa vila, ninguém sabia nada sobre o mundo. Ao seu redor, a água que bebiam, vinha do rio Nilo e a comida que comiam vinha de hortas submersas.
Nessa vila, vivia um rapaz que gostava de, um dia, ver um rio sem fim…
Esse rapaz chamava-se Mar e, um dia, com muita coragem, decidiu perguntar ao rio se haveria um rio sem fim.
Chegou-se, então, ao pé do Nilo e sussurrou-lhe:
- Rio Nilo, se me quiseres ajudar, acompanha-me esta noite. Eu vou fugir e tentar encontrar o rio sem fim…
E assim que acabou de segredar esta frase ao rio, apareceu-lhe uma menina vinda do nada, com cabelos loiros, vestido azul e coroa dourada e ele viu logo que era uma princesa.
O rapaz não aguentou aquela surpresa e perguntou imediatamente:
- De onde é que vens? Não és de cá, pois não? Quem és tu?
- Sou a princesa do rio sem fim… Vim perdida e seguida pelos ventos para encontrar uma pessoa que me ajudasse a dar um nome ao meu reino. Chamo-me Minaoro, mas podes tratar-me por Min.
O rapaz, muito contente por finalmente poder vir a ver o rio sem fim e ajudar aquela princesa, disse:
Não te preocupes, Min! Eu vou ajudar-te!
Min aceitou e, logo que escureceu, os dois foram rumo à descoberta.
A princesa tinha consigo um mapa para chegar ao rio sem fim.
Os viajantes andaram muitas milhas até chegarem ao Templo do Coelhinho.
- Mas por que carga de água deram este nome ao templo? - perguntou Mar, curioso.
Min encolheu os ombros e ambos entraram. E a coisa mais espantosa que ambos viram foi um coelho cor-de-rosa, com o rabo maior do que a cabeça, a olhar para eles.
Depois, apareceram mais coelhos, todos coloridos, cada um mais estranho do que o outro mas que, afinal, eram todos de peluche!
Lá dentro, andaram por um grande labirinto até que começaram a ouvir risos e Min disse:
- Acho que aqueles coelhos de peluche ganharam vida e estão a tentar despistar-nos…
Nesse instante, olharam os dois para trás e os coelhinhos de peluche começaram a correr e o problema é que eles não viam nada, porque os olhos estavam cheios de lágrimas provocadas por cebolas cortadas. Então, correram com os olhos fechados durante trinta minutos e, quando os abriram, já tinham passado o Templo do Coelhinho…
Depois andaram muitas milhas, passaram pelo templo de Alá e, quando estavam junto à porta da Passagem do Urso de Peluche, Min exclamou:
- Já escolhi o nome: o meu reino do rio sem fim, irá chamar-se Mar, como tu. Tu vais ser o seu rei e eu a sua rainha!
Mar nem pensou duas vezes e aceitou. E, finalmente, passaram os dois a entrada e chegaram ao rio sem fim, conhecido hoje, por Mar.
E os dois viveram felizes para sempre!
(Inês Santos –Nº 12 – 6ºD)

terça-feira, 2 de junho de 2009

SALVATION

O Cata-Letras orgulha-se muito da excelência dos trabalhos que nos chegaram ao longo deste ano lectivo. O Filipe Tápia, com mais um dos seus poemas, confirma a qualidade desse infindável fio criador, que o nosso blog tem dado a conhecer:


Salvation


Sinto as minhas asas,

partidas nas vossas mãos.

Sinto as palavras nunca ditas,

dentro de mim.


Todos os meus sonhos,

a cairem.

A rastejarem,

por aí.


Alguém me salve, as vossas almas,

quentes em meu auxílio.

Não me importa como o fazem,

Fiquem, por favor, fiquem.

Estive à vossa espera.
(Filipe Tápia)

quinta-feira, 28 de maio de 2009

O POTE DE OURO DA FEITICEIRA

Bem ao estilo das velhas fábulas que preenchem o nosso imaginário, a história que hoje vos propomos, escrita pelo Gonçalo do 6ºD, leva-nos floresta dentro, até ao território de uma ignóbil feiticeira…


O pote de ouro da feiticeira

Era uma vez uma família muito pobre que vivia perto de uma floresta.
O pai era lenhador e a mãe tratava da casa e dos filhos.
Certo dia, a mãe disse aos filhos:
- Vão à floresta apanhar amoras para o jantar, mas tenham cuidado com a feiticeira que mora junto ao lago. Não se aproximem!
Gonçalo, o mais velho, disse à irmã:
- Não tenhas medo, Inês, a feiticeira não nos vai apanhar. Eu protejo-te!
E lá foram apanhando amoras, distraindo-se no caminho, indo exactamente parar junto da casa da feiticeira que não tardou a apanhá-los, com a ajuda do seu enorme corvo de penas luzidias.
Entretanto, anoiteceu, e os meninos não apareceram em casa.
O pai, forte e corajoso, partiu rumo à floresta, com um seu amigo, caçador.
Bateram à porta da feiticeira e disseram:
- Abre a porta, feiticeira, ou levas um tiro “à maneira”!
A feiticeira abriu logo a porta, perguntando:
- Tiroliro, tiroliro, que é do tiro, que é do tiro?
E o caçador disparou de imediato, atingindo a feiticeira e o seu corvo.
Soltaram, então, os meninos que se vieram abraçar ao pai, a chorar.
Regressaram a casa, felizes, e levaram ainda o pote de ouro que a feiticeira tinha ao pé da mesa da cozinha.
E viveram felizes para sempre!
(Gonçalo Gonçalves – nº 9 – 6º D)

terça-feira, 26 de maio de 2009

ACIDENTE NO LABORATÓRIO

Depois de, na semana passada, termos publicado o conto “As Pedras Mágicas”, chegou a altura de darmos a conhecer uma outra história enviada pelo João Pereira, aluno do 5ºD:

O acidente no laboratório

Era uma vez dois rapazes muito traquinas, não havia ninguém que os conseguisse aturar! Os nossos dois amigos chamam-se Charlye Jhonson e Mark Hutson. Viviam numa zona chamada Brokinfast. Brokinfast era uma cidade grande, com muita população, onde as pessoas andavam sempre muito apressadas e nem davam conta do que se passava em seu redor. Nesta cidade havia uma grande escola com boas instalações, bem apresentada, estava sempre limpa, bem… quase sempre! Os alunos que a frequentavam eram atentos, nem sempre muito interessados, não havia muitas negativas. No entanto, quase todos os dias havia problemas por causa de alguma indisciplina causada por alguns alunos.
Era frequente a troca das ementas do dia, as guerras de comida, acumular o lixo no chão, já para não falar nos problemas que causavam na sala de aula.
Um dia, quando estavam no corredor, Charlye virou-se para o Mark e disse:
- O corredor está vazio… e que tal irmos para o laboratório de Biologia fazer uma experiência?
- Boa ideia…vamos! – disse o Mark.
Assim, sempre de olho no corredor, entraram no laboratório. Este era enorme… tinha muitos armários repletos de químicos e outros produtos. Ao fundo da sala havia uma enorme e valiosa exposição de esqueletos de Dinossauros encontrados numa expedição organizada pela escola. Estes eram tão aterradores que até pareciam reais. Ao darem de caras com os esqueletos, assustaram-se e começaram a correr, até que chocaram com um armário aberto, fazendo cair um frasco com um produto químico esverdeado. Eles, de tão assustados que estavam, saíram da sala e nem se aperceberam que estava a ocorrer uma modificação nos esqueletos.
Nesse mesmo dia, no intervalo, o director anuncia que os esqueletos do laboratório de Biologia estavam vivos.
- Peço a todos que evacuem a escola imediatamente! - disse o director.
Espalhou-se o caos na escola, todos fugiam, menos o Charlye e o Mark porque não tinham ouvido o aviso. Quase na hora do intervalo seguinte, estavam para sair da escola, mas não conseguiram porque a escola tinha sido fechada até que o problema se resolvesse.
Eles ficaram intrigados…
- O que é que se passará? - perguntou o Mark.
- Não sei. – respondeu o Charlye.
Charlye virou-se e disse para o amigo: - Acho que é por causa daquilo…
- AAHHHHHHAAAHHHHHHH!!!!!!!!!!!! – gritaram eles aterrorizados.
Sem olhar para trás, refugiaram-se dentro de um cacifo para não serem detectados pelos dinossauros. Eles estavam de tal forma assustados que transpiravam por todos os poros.
Repentinamente, Mark fica com sede e vai buscar água à mochila dele que estava no seu cacifo. Ao preparar-se para beber a água, uma enorme pata agarra-os com tal força que Mark lança a garrafa. A água ao atingir os esqueletos fê-los voltar ao normal.
Uma estranha transformação ocorreu nos dinossauros, eles começaram a encolher, a encolher, a perder forma, até voltarem a transformar-se em esqueletos para o estudo dos alunos da escola de Brokinfast.
- Espantoso! – disse o Mark. – Como é que isto aconteceu? -Perguntou ele.
Charlye, achando aquilo inacreditável, nem tinha palavras para responder a Mark, ficou simplesmente boquiaberto e de olhos esbugalhados.
De seguida, deixaram-se de conversas e, secretamente, levaram os esqueletos de novo para o laboratório, escondendo-se ao ouvirem pessoas a entrar na escola. Eram agentes de equipas especiais que costumavam lidar com este tipo de situações. Quando entraram e, após revistarem o edifício, viram que estava tudo no normal.
- Estão a brincar connosco? – disseram os agentes.
- Vamos embora equipa, estas pessoas devem pensar que nós não temos mais nada para fazer. – replicaram eles novamente.
Na manhã seguinte, quando os professores chegaram à escola, encontraram-na toda desarrumada, os cacifos no chão, os placards caídos. Enfim parecia que lá tinha passado um furacão!
Depois, como se nada tivesse acontecido, o Charlye e o Mark foram normalmente às aulas e deixaram esta aventura como segredo para se livrarem de um grande castigo.
(João Pereira, 5ºD)