terça-feira, 1 de junho de 2010
quinta-feira, 27 de maio de 2010
HISTÓRIA DO MÊS
HISTÓRIA DO MÊS
Era uma bela noite de Primavera e eu dirigi-me para a janela do meu quarto.
Estava lua cheia.
A Lua brilhava de tal forma que iluminava tudo à minha volta.
Ao mesmo tempo, parecia que existia uma magia especial no ar que tornava tudo mais belo.
Senti que aquela noite fantástica e calma estava diferente.
Parecia que algo de belo estava para acontecer e foi nesse instante que olhei novamente para a Lua e… vi uma enorme escada de corda pela qual ela descia em todo o seu esplendor.
Vinha toda vestida de branco e trazia na cabeça um diadema todo feito de estrelas muito brilhantes. Na mão, trazia um ramo feito de pequenos cometas.
Quando se aproximou de mim, cumprimentou-me, perguntando:
- Olá, quem és tu?
E eu apresentei-me, dizendo:
- Sou uma menina terrestre e a senhora é a Dona Lua, certo?
- Claro que sou e estou pela primeira vez na Terra. Não conheço cá ninguém e preciso que alguém me dê abrigo. Fazes-me esse favor? – pediu, com um olhar terno.
- Pode contar comigo! Mas qual a razão desta sua visita à Terra? – perguntei curiosa.
- Ai, ai, é uma história muito longa e que já dura há milhões de anos… - suspirou. Sabes? Eu estou apaixonada pelo Sol. Há muito que comunicamos, olhando-nos, por carta, via satélite, por telemóvel e até já pela Internet mas, para dizer a verdade, nunca estivemos mesmo cara-a-cara ou seja, juntos. – explicou.
Ai, Dona Lua, o amor é lindo! – comentei.
E, continuando, a Dona Lua foi dizendo:
- De modo que, não aguentando mais esta paixão, nesta bela noite de Primavera, resolvi vir até à Terra, pois sei que também o Sol anda por aqui com muita frequência, durante o dia. E para o ver bem cedinho, preciso de uma janela virada a Nascente.
- É para já, Dona Lua! Tem aqui exactamente a janela do meu quarto! – ofereci eu, com muita alegria.
Afinal, pensando bem, não é todos os dias que temos a Dona Lua, aqui mesmo ao pé de nós, ao vivo e a cores! – pensei para mim mesma.
Mas, pensando na longa descida e no cansaço da Dona Lua, virei-me para ela e sugeri:
- Se calhar, era melhor a senhora descansar um pouquinho, enquanto o senhor Sol não desponta. Tem aqui a minha cama à sua disposição.
Visivelmente cansada e muito emocionada, a Dona Lua resolveu aceitar a minha oferta e instalei-a, então, confortavelmente, no meu quarto.
Antes de eu própria adormecer, comecei a pensar no que poderia ainda fazer por aquela alma apaixonada.
Decidi que lhe prepararia um belo pequeno almoço para depois de ela ter utilizado o S.P.A., pela manhã, e que contrataria uma esteticista para a maquilhar.
E agora vou contar um segredo de que ela nem suspeita: há muito que o Senhor Sol também deseja encontrar-se com ela, para a pedir em casamento, aqui na Terra, só que não tem tido oportunidade… E, além do mais, há algo que ele nunca conseguiu compreender nela: o facto de ora ser grande, ora ser pequena e de, por vezes, até desaparecer! Eu já lhe expliquei que são caprichos de mulher, enfim!...
E, durante a noite, fui várias vezes ao quarto, para ver se a Dona Lua estava bem e, de cada vez que a observei, via-a sempre com um sorriso calmo, parecendo-me que estaria a sonhar. Com o Senhor Sol, de certeza!
Entretanto a manhã aproximava-se e eu acordei a Dona Lua, não fosse ela atrasar-se e perder este encontro tão esperado!
Enquanto ela estava no S.P.A., eu pus a mesa para o pequeno-almoço e, entretanto, ela apareceu e ficou admirada com tanta coisa que havia para comer mas, preocupada com a linha, comentou:
- Tenho de ter algum cuidado! Vou só comer esta tarte em forma de meia-lua!
- Não se preocupe, Dona Lua! Com o S.P.A., já está mais elegante e depois da maquilhagem, nem se fala! – afirmei, para a animar.
E, como que por magia, eis a Dona Lua, linda de morrer, toda maquilhada e com o seu belo vestido branco, a tiara, o ramo…
Ah! – exclamei. – E os sapatos?
De repente, lembrei-me de recorrer à minha amiga Cinderela e, prontamente, ela me cedeu o seu belo par de sapatos de cristal e ficou tudo resolvido.
Entretanto, olho para a janela do meu quarto e lá estava, reflectido, o primeiro raio de Sol a que se juntou outro e outro até ele aparecer, também, em todo o seu esplendor, aproximando-se cada vez mais.
A Dona Lua, tonta de tanta luz, quase caía para o lado e o senhor Sol, emocionado, logo ali a pediu em casamento.
Claro que ela aceitou de imediato e logo ali se enviaram os convites a todas as estrelas, planetas e cometas.
Foi um casamento lindo e o padrinho foi o planeta Saturno que ofereceu dois dos seus anéis para servirem de alianças, aos noivos. A madrinha fui eu, afinal a única terrestre a assistir a tudo isto! Que sortuda!
Os noivos partiram em lua-de-mel por todos os planetas e viveram felizes para sempre, com muitos filhos: estrelinhas e planetas de todas cores, tamanhos e feitios.
E tudo está bem, quando acaba bem!
Dulce Carvalho e Maria Helena Lima (Professoras)
Era uma bela noite de Primavera e eu dirigi-me para a janela do meu quarto.
Estava lua cheia.
A Lua brilhava de tal forma que iluminava tudo à minha volta.
Ao mesmo tempo, parecia que existia uma magia especial no ar que tornava tudo mais belo.
Senti que aquela noite fantástica e calma estava diferente.
Parecia que algo de belo estava para acontecer e foi nesse instante que olhei novamente para a Lua e… vi uma enorme escada de corda pela qual ela descia em todo o seu esplendor.
Vinha toda vestida de branco e trazia na cabeça um diadema todo feito de estrelas muito brilhantes. Na mão, trazia um ramo feito de pequenos cometas.
Quando se aproximou de mim, cumprimentou-me, perguntando:
- Olá, quem és tu?
E eu apresentei-me, dizendo:
- Sou uma menina terrestre e a senhora é a Dona Lua, certo?
- Claro que sou e estou pela primeira vez na Terra. Não conheço cá ninguém e preciso que alguém me dê abrigo. Fazes-me esse favor? – pediu, com um olhar terno.
- Pode contar comigo! Mas qual a razão desta sua visita à Terra? – perguntei curiosa.
- Ai, ai, é uma história muito longa e que já dura há milhões de anos… - suspirou. Sabes? Eu estou apaixonada pelo Sol. Há muito que comunicamos, olhando-nos, por carta, via satélite, por telemóvel e até já pela Internet mas, para dizer a verdade, nunca estivemos mesmo cara-a-cara ou seja, juntos. – explicou.
Ai, Dona Lua, o amor é lindo! – comentei.
E, continuando, a Dona Lua foi dizendo:
- De modo que, não aguentando mais esta paixão, nesta bela noite de Primavera, resolvi vir até à Terra, pois sei que também o Sol anda por aqui com muita frequência, durante o dia. E para o ver bem cedinho, preciso de uma janela virada a Nascente.
- É para já, Dona Lua! Tem aqui exactamente a janela do meu quarto! – ofereci eu, com muita alegria.
Afinal, pensando bem, não é todos os dias que temos a Dona Lua, aqui mesmo ao pé de nós, ao vivo e a cores! – pensei para mim mesma.
Mas, pensando na longa descida e no cansaço da Dona Lua, virei-me para ela e sugeri:
- Se calhar, era melhor a senhora descansar um pouquinho, enquanto o senhor Sol não desponta. Tem aqui a minha cama à sua disposição.
Visivelmente cansada e muito emocionada, a Dona Lua resolveu aceitar a minha oferta e instalei-a, então, confortavelmente, no meu quarto.
Antes de eu própria adormecer, comecei a pensar no que poderia ainda fazer por aquela alma apaixonada.
Decidi que lhe prepararia um belo pequeno almoço para depois de ela ter utilizado o S.P.A., pela manhã, e que contrataria uma esteticista para a maquilhar.
E agora vou contar um segredo de que ela nem suspeita: há muito que o Senhor Sol também deseja encontrar-se com ela, para a pedir em casamento, aqui na Terra, só que não tem tido oportunidade… E, além do mais, há algo que ele nunca conseguiu compreender nela: o facto de ora ser grande, ora ser pequena e de, por vezes, até desaparecer! Eu já lhe expliquei que são caprichos de mulher, enfim!...
E, durante a noite, fui várias vezes ao quarto, para ver se a Dona Lua estava bem e, de cada vez que a observei, via-a sempre com um sorriso calmo, parecendo-me que estaria a sonhar. Com o Senhor Sol, de certeza!
Entretanto a manhã aproximava-se e eu acordei a Dona Lua, não fosse ela atrasar-se e perder este encontro tão esperado!
Enquanto ela estava no S.P.A., eu pus a mesa para o pequeno-almoço e, entretanto, ela apareceu e ficou admirada com tanta coisa que havia para comer mas, preocupada com a linha, comentou:
- Tenho de ter algum cuidado! Vou só comer esta tarte em forma de meia-lua!
- Não se preocupe, Dona Lua! Com o S.P.A., já está mais elegante e depois da maquilhagem, nem se fala! – afirmei, para a animar.
E, como que por magia, eis a Dona Lua, linda de morrer, toda maquilhada e com o seu belo vestido branco, a tiara, o ramo…
Ah! – exclamei. – E os sapatos?
De repente, lembrei-me de recorrer à minha amiga Cinderela e, prontamente, ela me cedeu o seu belo par de sapatos de cristal e ficou tudo resolvido.
Entretanto, olho para a janela do meu quarto e lá estava, reflectido, o primeiro raio de Sol a que se juntou outro e outro até ele aparecer, também, em todo o seu esplendor, aproximando-se cada vez mais.
A Dona Lua, tonta de tanta luz, quase caía para o lado e o senhor Sol, emocionado, logo ali a pediu em casamento.
Claro que ela aceitou de imediato e logo ali se enviaram os convites a todas as estrelas, planetas e cometas.
Foi um casamento lindo e o padrinho foi o planeta Saturno que ofereceu dois dos seus anéis para servirem de alianças, aos noivos. A madrinha fui eu, afinal a única terrestre a assistir a tudo isto! Que sortuda!
Os noivos partiram em lua-de-mel por todos os planetas e viveram felizes para sempre, com muitos filhos: estrelinhas e planetas de todas cores, tamanhos e feitios.
E tudo está bem, quando acaba bem!
Dulce Carvalho e Maria Helena Lima (Professoras)
quarta-feira, 26 de maio de 2010
HISTÓRIA DO MÊS
Iniciamos hoje a publicação das histórias do mês referentes a Maio/Junho. Esta actividade conta não só com a participação dos alunos mas também com a dos professores, funcionários, encarregados de educação, etc.
Histórias da Lua
Era uma bela noite de Primavera e eu dirigi-me para a janela do meu quarto.
Estava lua cheia.
A lua brilhava de tal forma que iluminava tudo à minha volta.
Ao mesmo tempo parecia que existia uma magia especial no ar que tornava tudo mais belo.
Senti que aquela noite fantástica e calma estava diferente.
Parecia que algo de belo estava para acontecer e foi nesse instante que olhei novamente para a Lua e...
Imensa e brilhante, deitada num céu de seda, a lua penteava os seus enormes raios de luar que se espalhavam pelo firmamento, como se fossem cabelos.
Aquela imagem mágica invadiu-me e, durante um tempo que pareceu infinito, fiquei parada a olhar o céu como se o tempo acabasse ali, naquela noite em que o luar parecia estar a dizer-me: “Anda comigo! Anda comigo!...”
Depois, motivada por aquele convite, olhei para trás. E como se não sentisse algum barulho vindo do resto da casa, decidi agarrar um desses raios de luar-cabelo, que a Lua, com muita simpatia, me estendia.
Com cuidado, sentei-me no raio. Agarrei-o bem com uma mão e, com a outra, agarrei a extremidade, fazendo um baloiço que me levaria num passeio pelo céu. Que bonita que era a vista lá de cima: as cores e os sons da noite; a cidade na sua habitual confusão esquisita de luzes que se apagam e de luzes que se acendem…
“Sabes, Lua”, disse, “eu acreditava que as estrelas eram pirilampos que iluminam a noite e afastam os medos. E tu uma fada que conta histórias para nos encantar”.
Ficámos a conversar e a passear, eu e a Lua, durante toda a noite. De vez em quando parávamos à beira de um lago ou na imensidão de uma floresta, e ficávamos em silêncio a contemplar.
E a Lua disse-me muitas coisas. Mas houve uma que me ficou gravada como um sussurro que persiste no tempo: “Nunca te esqueças de sonhar! Os sonhos são como anjos que nos amparam; são como tesouros no mar; são como livros que nos dão asas para voarmos mais longe, cada vez mais longe…“.
A seguir a Lua deu-me um beijo. Abraçou-me com os seus cabelos e ficou a embalar-me até o esquecimento se apoderar de mim.
Nessa manhã, acordei devagar e dentro de mim a memória trauteava uma canção que tinha ouvido na rádio: “Benditas coisas que eu não sei…”.
Maria João Leitão (Professora de Educação Musical)
Histórias da Lua
Era uma bela noite de Primavera e eu dirigi-me para a janela do meu quarto.
Estava lua cheia.
A lua brilhava de tal forma que iluminava tudo à minha volta.
Ao mesmo tempo parecia que existia uma magia especial no ar que tornava tudo mais belo.
Senti que aquela noite fantástica e calma estava diferente.
Parecia que algo de belo estava para acontecer e foi nesse instante que olhei novamente para a Lua e...
Imensa e brilhante, deitada num céu de seda, a lua penteava os seus enormes raios de luar que se espalhavam pelo firmamento, como se fossem cabelos.
Aquela imagem mágica invadiu-me e, durante um tempo que pareceu infinito, fiquei parada a olhar o céu como se o tempo acabasse ali, naquela noite em que o luar parecia estar a dizer-me: “Anda comigo! Anda comigo!...”
Depois, motivada por aquele convite, olhei para trás. E como se não sentisse algum barulho vindo do resto da casa, decidi agarrar um desses raios de luar-cabelo, que a Lua, com muita simpatia, me estendia.
Com cuidado, sentei-me no raio. Agarrei-o bem com uma mão e, com a outra, agarrei a extremidade, fazendo um baloiço que me levaria num passeio pelo céu. Que bonita que era a vista lá de cima: as cores e os sons da noite; a cidade na sua habitual confusão esquisita de luzes que se apagam e de luzes que se acendem…
“Sabes, Lua”, disse, “eu acreditava que as estrelas eram pirilampos que iluminam a noite e afastam os medos. E tu uma fada que conta histórias para nos encantar”.
Ficámos a conversar e a passear, eu e a Lua, durante toda a noite. De vez em quando parávamos à beira de um lago ou na imensidão de uma floresta, e ficávamos em silêncio a contemplar.
E a Lua disse-me muitas coisas. Mas houve uma que me ficou gravada como um sussurro que persiste no tempo: “Nunca te esqueças de sonhar! Os sonhos são como anjos que nos amparam; são como tesouros no mar; são como livros que nos dão asas para voarmos mais longe, cada vez mais longe…“.
A seguir a Lua deu-me um beijo. Abraçou-me com os seus cabelos e ficou a embalar-me até o esquecimento se apoderar de mim.
Nessa manhã, acordei devagar e dentro de mim a memória trauteava uma canção que tinha ouvido na rádio: “Benditas coisas que eu não sei…”.
Maria João Leitão (Professora de Educação Musical)
quarta-feira, 5 de maio de 2010
AUTOR DO MÊS
Integrada no tema "AUTOR DO MÊS", para a qual foi seleccionada, em Maio/Junho, a escritora ILSE LOSA, propomos-te que participes numa das seguintes actividades, apresentando um trabalho que pode ser:
- Pesquisa biográfica sobre ests autora;
- Reconto, sob a forma de resumo, de uma das suas obras;
- Dar um final diferente a uma das suas histórias.
Ora vamos lá... mãos à obra!
Haverá surpresas para os participantes!
- Pesquisa biográfica sobre ests autora;
- Reconto, sob a forma de resumo, de uma das suas obras;
- Dar um final diferente a uma das suas histórias.
Ora vamos lá... mãos à obra!
Haverá surpresas para os participantes!
domingo, 2 de maio de 2010
DIA DA MÃE
É com imenso prazer que publicamos este belo poema da autoria da nossa estimada colega professora Celeste Correia. Com ele, e graças a ela, prestamos aqui homenagem não só às nossas Mães como a todas as outras Mães do mundo!
Mãe:
Perdido no oceano da vida,
Já não sabia o que fazer.
Chorei:
Porém, um raio de luz me invadiu.
Fechei os olhos e escutei:
Magia, Carinho, Ternura!
O Mundo grande como o Horizonte
Vasto como o mar.
Brilhante e QUENTE como o SOL-nascente!
Eras tu, Minha Mãe
A vestir-me de afecto
A Atapetar-me de amor e carinho
Para a Liberdade de ser eu próprio.
Obrigado, Mãe!
Por me fazeres escutar-te com atenção,
Por renunciares à vida por mim,
Me chamares à razão.
Contigo do meu lado, não há longe nem distância
Foste o começo da minha vida,
És a Estrela-Herói que alimenta a minha Esperança!
Obrigado, Mãe!
As manhãs da minha existência
Serão de SOL-Nascente
A brilhar nas ondas de um Mar calmo
Varrendo os desalentos, antes do amanhecer!
Para todas as Mães de Portugal,
Com um beijinho embrulhado em papel de chocolate.
Autora: Maria Celeste Brigas Dias Correia
Mãe:
Perdido no oceano da vida,
Já não sabia o que fazer.
Chorei:
Porém, um raio de luz me invadiu.
Fechei os olhos e escutei:
Magia, Carinho, Ternura!
O Mundo grande como o Horizonte
Vasto como o mar.
Brilhante e QUENTE como o SOL-nascente!
Eras tu, Minha Mãe
A vestir-me de afecto
A Atapetar-me de amor e carinho
Para a Liberdade de ser eu próprio.
Obrigado, Mãe!
Por me fazeres escutar-te com atenção,
Por renunciares à vida por mim,
Me chamares à razão.
Contigo do meu lado, não há longe nem distância
Foste o começo da minha vida,
És a Estrela-Herói que alimenta a minha Esperança!
Obrigado, Mãe!
As manhãs da minha existência
Serão de SOL-Nascente
A brilhar nas ondas de um Mar calmo
Varrendo os desalentos, antes do amanhecer!
Para todas as Mães de Portugal,
Com um beijinho embrulhado em papel de chocolate.
Autora: Maria Celeste Brigas Dias Correia
quarta-feira, 21 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
HISTÓRIA DO MÊS – JANEIRO/FEVEREIRO
1º PRÉMIO
E lá foram, a Joana e a Sofia, falar com a professora…
Sofia: - Professora, vínhamos falar, as duas, naquilo que aconteceu no Haiti. Estamos muito tristes e queríamos ajudar. Nós vamos pedir a todos os nossos colegas para trazerem roupas, brinquedos e comida que não se estrague. Quando tivermos tudo, queríamos que a Professora entregasse a quem pudesse levar.
Professora: - Sim, boa ideia! Eu vou falar com as outras professoras e nós vamos juntar tudo e tentar levar as coisas ao Aeroporto de Lisboa.
Joana: - Ficamos contentes e imaginamos a alegria dos meninos que vão receber os nossos brinquedos e as roupas!
Professora: - Têm razão.
Sofia: - Tu já imaginaste não termos pais?
Joana: - Sim, aqueles meninos não têm sorte nenhuma…
Sofia: - Ainda bem que todos os países mandaram reforços porque, se não fossem eles, muita gente não seria salva.
Joana: - E ainda bem que isso não aconteceu aqui em Portugal!
Passados sete dias, as professoras foram levar os bens que todos conseguiram arranjar, ao Aeroporto de Lisboa, numa carrinha disponibilizada pelo Município de Vila Nova de Poiares. As pessoas da terra que contribuíram ficaram muito felizes.
Alguns dias depois, os enfermeiros mandaram uma mensagem a dizer que a comida, a roupa e os brinquedos que nós tínhamos enviado eram muitos e que as crianças quando os viram, por mais tristeza que tivessem, se abriam num sorriso.
Autora: Joana Raquel Silva – Escola EB1 Arrifana – 4º Ano – Turma C
2º PRÉMIO
- Viste aquilo na televisão? A Terra que tremeu lá do outro lado do mar…
- Já sei! Eu vi… muitas pessoas ficarem sem casa…
- E as crianças sem brinquedos…
- E eu que tenho tantos em casa!
- E até falta comida… Já viste, se não tivéssemos o nosso almoço?
- Temos de fazer alguma coisa para ajudar, mesmo que seja pouco.
E lá foram os dois falar com a mãe e perguntaram-lhe:
- Mãe, o que é que podemos fazer para ajudar as pessoas que ficaram sem casa e sem comida?
E a mãe respondeu:
- Dão dinheiro na missa.
- Mas nós não gostamos da missa. - disseram os dois.
- Se querem contribuir, têm de ir à missa.
- Está bem…
No Domingo foram à missa e, quando chegaram, estavam muito contentes por terem ajudado as pessoas que nada tinham.
De seguida, foram ter com a mãe e disseram:
- Mãe, já ajudámos os meninos que ficaram sem casa.
- Então agora vão ver televisão, porque vão dizer e agradecer a quem ajudou.
Eles foram ver televisão e no dia seguinte a professora falou sobre isso e eles disseram que tinham contribuído.
E a professora disse:
- Devem ajudar todos ajudar sempre as pessoas que necessitam!
Na semana seguinte, todos tinham contribuído. A professora disse que com todo o dinheiro, já tinha dado para comprar comida, material para tratar das feridas e também deu para que toda a gente ficasse com um sorriso na cara.
Então eles disseram à mãe:
- Mãe, queremos ir à terra que tremeu!
E a mãe respondeu:
- Vocês já contribuíram e não podem ir de qualquer forma para esse país.
Então os filhos foram ver televisão, viram que já estava tudo um pouco melhor e as pessoas mais contentes.
Autora: Inês Rolo – 3º Ano – E.B. 1 – Arrifana.
3º PRÉMIO-exaequo
- Viste aquilo na televisão? A Terra que tremeu lá do outro lado do mar…
- Já sei! Eu vi… muitas pessoas ficarem sem casa…
- E as crianças sem brinquedos…
- E eu que tenho tantos em casa!
- E até falta comida… Já viste, se não tivéssemos o nosso almoço?
- Temos de fazer alguma coisa para ajudar, mesmo que seja pouco.
E lá foram os dois falar com a mãe e disseram-lhe:
- Mãe, podíamos dar alguns brinquedos aos meninos que apareceram na televisão.
- Sim, é claro…
A mãe começou a pensar e a dizer para ela própria:
- Onde é que vamos dar os brinquedos?
À noite, quando estavam todos a jantar, a mãe disse:
- Filhos, já não podemos dar, aos meninos, nada…
- Porquê, mãe?
- Porque eu não sei onde dar esses brinquedos.
Os filhos ficaram tristes por não poderem ajudar. Só que na televisão deu a seguinte notícia:
-“Se quiserem ajudar, telefonem…”
No dia seguinte, os filhos disseram à mãe que tinham visto na televisão o número para onde deviam ligar.
A mãe telefonou e disseram-lhe que seria melhor ela enviar tudo pelo correio.
Então a mãe agarrou num saco e, dentro dele, meteu as coisas melhores e enviou esse saco para a direcção que lhe deram.
O saco foi parar ao local certo e, de lá, ligaram à mãe dos meninos a agradecer o que deram. Ela disse aos filhos e eles ficaram muito contentes com a novidade.
Autora: Joana Simões – 3º Ano – E.B. 1 – Arrifana
- Viste aquilo na televisão? A Terra que tremeu lá do outro lado do mar…
- Já sei! Eu vi… muitas pessoas ficarem sem casa…
- E as crianças sem brinquedos…
- E eu que tenho tantos em casa!
- E até falta comida… Já viste, se não tivéssemos o nosso almoço?
- Temos de fazer alguma coisa para ajudar, mesmo que seja pouco.
E foram ter com a professora para ela lhes dar uma ideia…
- Professora, nós queríamos fazer uma festa para arranjarmos dinheiro para os meninos do Haiti.
- E quem vai organizar a festa?
- Vamos nós, os nossos pais, os avós, os irmãos e todas as pessoas de Poiares que quiserem.
- Ena pá! Isso é muita gente!
- Pois é, mas é para uma boa causa. Podíamos apresentar as nossas ideias aos pais.
- Mas, então, qual é o tema da festa?
- Nós gostávamos de saber as opiniões dos nossos colegas.
- Está bem, vamos lá ouvir o que os vossos colegas acham.
Depois de terem trocado ideias, os alunos do 2º ano de São Miguel decidiram que a festa teria muitas actividades: pinhata, quermesse, bancas de limonada e gomas, música, teatro, dança, rifas e comes e bebes.
Autor: Pedro Henriques – 2º ano – Escola E.B. 1 – São Miguel
1º PRÉMIO
E lá foram, a Joana e a Sofia, falar com a professora…
Sofia: - Professora, vínhamos falar, as duas, naquilo que aconteceu no Haiti. Estamos muito tristes e queríamos ajudar. Nós vamos pedir a todos os nossos colegas para trazerem roupas, brinquedos e comida que não se estrague. Quando tivermos tudo, queríamos que a Professora entregasse a quem pudesse levar.
Professora: - Sim, boa ideia! Eu vou falar com as outras professoras e nós vamos juntar tudo e tentar levar as coisas ao Aeroporto de Lisboa.
Joana: - Ficamos contentes e imaginamos a alegria dos meninos que vão receber os nossos brinquedos e as roupas!
Professora: - Têm razão.
Sofia: - Tu já imaginaste não termos pais?
Joana: - Sim, aqueles meninos não têm sorte nenhuma…
Sofia: - Ainda bem que todos os países mandaram reforços porque, se não fossem eles, muita gente não seria salva.
Joana: - E ainda bem que isso não aconteceu aqui em Portugal!
Passados sete dias, as professoras foram levar os bens que todos conseguiram arranjar, ao Aeroporto de Lisboa, numa carrinha disponibilizada pelo Município de Vila Nova de Poiares. As pessoas da terra que contribuíram ficaram muito felizes.
Alguns dias depois, os enfermeiros mandaram uma mensagem a dizer que a comida, a roupa e os brinquedos que nós tínhamos enviado eram muitos e que as crianças quando os viram, por mais tristeza que tivessem, se abriam num sorriso.
Autora: Joana Raquel Silva – Escola EB1 Arrifana – 4º Ano – Turma C
2º PRÉMIO
- Viste aquilo na televisão? A Terra que tremeu lá do outro lado do mar…
- Já sei! Eu vi… muitas pessoas ficarem sem casa…
- E as crianças sem brinquedos…
- E eu que tenho tantos em casa!
- E até falta comida… Já viste, se não tivéssemos o nosso almoço?
- Temos de fazer alguma coisa para ajudar, mesmo que seja pouco.
E lá foram os dois falar com a mãe e perguntaram-lhe:
- Mãe, o que é que podemos fazer para ajudar as pessoas que ficaram sem casa e sem comida?
E a mãe respondeu:
- Dão dinheiro na missa.
- Mas nós não gostamos da missa. - disseram os dois.
- Se querem contribuir, têm de ir à missa.
- Está bem…
No Domingo foram à missa e, quando chegaram, estavam muito contentes por terem ajudado as pessoas que nada tinham.
De seguida, foram ter com a mãe e disseram:
- Mãe, já ajudámos os meninos que ficaram sem casa.
- Então agora vão ver televisão, porque vão dizer e agradecer a quem ajudou.
Eles foram ver televisão e no dia seguinte a professora falou sobre isso e eles disseram que tinham contribuído.
E a professora disse:
- Devem ajudar todos ajudar sempre as pessoas que necessitam!
Na semana seguinte, todos tinham contribuído. A professora disse que com todo o dinheiro, já tinha dado para comprar comida, material para tratar das feridas e também deu para que toda a gente ficasse com um sorriso na cara.
Então eles disseram à mãe:
- Mãe, queremos ir à terra que tremeu!
E a mãe respondeu:
- Vocês já contribuíram e não podem ir de qualquer forma para esse país.
Então os filhos foram ver televisão, viram que já estava tudo um pouco melhor e as pessoas mais contentes.
Autora: Inês Rolo – 3º Ano – E.B. 1 – Arrifana.
3º PRÉMIO-exaequo
- Viste aquilo na televisão? A Terra que tremeu lá do outro lado do mar…
- Já sei! Eu vi… muitas pessoas ficarem sem casa…
- E as crianças sem brinquedos…
- E eu que tenho tantos em casa!
- E até falta comida… Já viste, se não tivéssemos o nosso almoço?
- Temos de fazer alguma coisa para ajudar, mesmo que seja pouco.
E lá foram os dois falar com a mãe e disseram-lhe:
- Mãe, podíamos dar alguns brinquedos aos meninos que apareceram na televisão.
- Sim, é claro…
A mãe começou a pensar e a dizer para ela própria:
- Onde é que vamos dar os brinquedos?
À noite, quando estavam todos a jantar, a mãe disse:
- Filhos, já não podemos dar, aos meninos, nada…
- Porquê, mãe?
- Porque eu não sei onde dar esses brinquedos.
Os filhos ficaram tristes por não poderem ajudar. Só que na televisão deu a seguinte notícia:
-“Se quiserem ajudar, telefonem…”
No dia seguinte, os filhos disseram à mãe que tinham visto na televisão o número para onde deviam ligar.
A mãe telefonou e disseram-lhe que seria melhor ela enviar tudo pelo correio.
Então a mãe agarrou num saco e, dentro dele, meteu as coisas melhores e enviou esse saco para a direcção que lhe deram.
O saco foi parar ao local certo e, de lá, ligaram à mãe dos meninos a agradecer o que deram. Ela disse aos filhos e eles ficaram muito contentes com a novidade.
Autora: Joana Simões – 3º Ano – E.B. 1 – Arrifana
- Viste aquilo na televisão? A Terra que tremeu lá do outro lado do mar…
- Já sei! Eu vi… muitas pessoas ficarem sem casa…
- E as crianças sem brinquedos…
- E eu que tenho tantos em casa!
- E até falta comida… Já viste, se não tivéssemos o nosso almoço?
- Temos de fazer alguma coisa para ajudar, mesmo que seja pouco.
E foram ter com a professora para ela lhes dar uma ideia…
- Professora, nós queríamos fazer uma festa para arranjarmos dinheiro para os meninos do Haiti.
- E quem vai organizar a festa?
- Vamos nós, os nossos pais, os avós, os irmãos e todas as pessoas de Poiares que quiserem.
- Ena pá! Isso é muita gente!
- Pois é, mas é para uma boa causa. Podíamos apresentar as nossas ideias aos pais.
- Mas, então, qual é o tema da festa?
- Nós gostávamos de saber as opiniões dos nossos colegas.
- Está bem, vamos lá ouvir o que os vossos colegas acham.
Depois de terem trocado ideias, os alunos do 2º ano de São Miguel decidiram que a festa teria muitas actividades: pinhata, quermesse, bancas de limonada e gomas, música, teatro, dança, rifas e comes e bebes.
Autor: Pedro Henriques – 2º ano – Escola E.B. 1 – São Miguel
domingo, 18 de abril de 2010
VIII Encontro de Literatura Infanto-Juvenil
quarta-feira, 14 de abril de 2010
AUTOR DO MÊS
Integrada no tema "AUTOR DO MÊS", para o qual foi seleccionada, em Abril, a escritora MARIA ALBERTA MENÈRES, propomos-te que participes numa das seguintes actividades, apresentando um trabalho que pode ser:
- Pesquisa biográfica sobre esta autora;
- Reconto, sob a forma de resumo, de uma das suas obras;
- Dar um final diferente a uma das suas histórias.
Ora vamos lá...mas à obra!
Haverá surpresas para os participantes!
- Pesquisa biográfica sobre esta autora;
- Reconto, sob a forma de resumo, de uma das suas obras;
- Dar um final diferente a uma das suas histórias.
Ora vamos lá...mas à obra!
Haverá surpresas para os participantes!
terça-feira, 13 de abril de 2010
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