quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Poemas Vitamina II


Conforme prometido, aqui ficam os poemas elaborados pelas turmas dos 6º ano durante a semana da alimentação.


Ao jantar reservado,
Chanfana e uva vou degustar.
E pimento vou confecionar,
Trincar e saborear
E com vinagre temperar.

A mesa é alegre,
A música está no ar
E com um coração esperto e meigo,
Vou acabar por rimar!
(6º A)

O senhor Espinafre
É muito inteligente,
De fazer bater o dente
E dá saúde a toda a gente.

Para o Cozido à Portuguesa,
O nabinho vou cozer.
Como brócolos na certeza
De ficar forte a valer.

Um bolinho bem saboroso,
Hoje mesmo vou fazer.
Junto figos, canela e ovos
Açúcar para adoçar
Para depois tudo bater.

Num sítio bastante calmo,
Ponho a massa a fermentar.
E com inteligência e com alma,
Depois de cozido,
É comer até acabar!
( 6º B)

Bacalhau dá saúde e faz crescer
E com uma couve a acompanhar,
Quem o comer alegre vai ficar!

Robalo vou comer
E preguiçoso não vou ser.
Inteligente vou ficar,
Se a cauda eu papar!

Frigir e escorrer
Até posso fazer,
Mas flamejar um animal
Nunca vou ter coragem para tal!
( 6º C)

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

O livro mais lido em outubro

O Diário de um banana de Jeff Kinney foi o título mais requisitado na nossa biblioteca durante o mês de outubro. Tamanha foi a sua procura que raramente foi visto aqui pela Biblioteca.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Poemas com vitaminas


Aquando da semana da alimentação aqui na Escola, as turmas do 2º ciclo elaboraram poemas nas salas de aula, que agora aproveitamos para divulgar. Hoje ficam com a criatividade dos 5ºs anos, mas ainda esta semana publicaremos o resultado da inspiração dos 6ºs.

O Baile

Era uma vez
Uma batata prepotente
E sempre que ela dançava
Assustava toda a gente.

Um dia, houve um baile
Onde ela foi participar.
Olhou para um limão
E escolheu-o para seu par.

Quem organizou o baile
Foi a senhora dona Salsa
E para achar um vencedor,
Foram dançar uma valsa.

Como ela era prepotente
E o limão envergonhado,
Confecionaram mal a dança
E ficou tudo estragado.

Foi quando o limão
Que se queria banquetear
Pensou num puré
E também em a pisar.

O baile ficou deprimente
E a batata não pôde dançar.
O limão ficou feliz
E a dona Salsa foi convidar.

Ambos decidiram
A batata degustar.
Pegaram numa cebola
E toca a refogar!

A dona Salsa lembrou-se
De uma cenoura juntar
E ficou tudo delicioso
Com um frango a acompanhar.

Telefonou ao 5º A
Para todos convidar.
Foi um grande banquete
Que vão sempre recordar!
(5º A)


O menino responsável
Tem de se alimentar
E solidário como é,
Na cozinha vai ajudar:
A lardear a carne,
A derreter a manteiga,
A cozer a massa,
A temperar a febra
E a cavala, com limão,
E à mãe dá satisfação!
A travessa vai enfeitar
E gostoso fica o jantar!
(5º B)


Na cozinha da Miquelina,
Reina o alho francês.
Cada dia vai para a sopa,
Mas só um de cada vez.

Um leitão eu vou trinchar
E com uma cenoura o vou enfeitar!

Bater e polvilhar
É a minha especialidade.
E para ser saudável e bondoso
Não existe idade!

Com couve-flor e grão-de-bico
Me vou alimentar;
Grande e grandioso irei ficar
E, feliz, irei estudar!
(5º C)


A cavala sem dentes

Era uma vez uma batata
Que era muito reservada;
Encontrou um frango bondoso
À beira de uma estrada.

Viram uma cavala esfomeada,
A lardear carne de vaca,
Mas não a condimentou,
Porque estava muito fraca.

O frango foi buscar
Um grão-de-bico delicado.
Era para enfeitar o prato,
Mas ele ficou apavorado!

Tinham-se enganado.
Trocaram os ingredientes
E a pobre da cavala
Ficou sem os seus dentes!

Em vez de pôr sal,
Puseram-se a açucarar
E a bela almoçarada
Ficou de pernas para o ar!
(5º D)


Comer beterraba,
Escorrer alface,
Comer endívia,
Cortar queijo.

O menino pequeno e delicado
É envergonhado e astuto,
Come a sopa e o conduto!

O menino esperto
Gosta de aprender
Mas, antes de tudo,
O pequeno almoço vai comer.

O menino educado
De manhã vai cortar
A cebola no tacho
E a alface lavar.

Eu sou delicado,
Mas gosto de comer
E vou à horta,
Endívia e alface colher.
(5º E)

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

A leitora do mês de outubro

Durante o mês de outubro, a campeã no que à leitura diz respeito foi a Júlia Almeida do 5º A. Mas outros alunos houve que se destacaram. Aqui fica o top 10 dos leitores do mês passado.

1- Júlia Almeida - 5ºA
2- Catarina Silva - 6ºB
3- Ana Carolina Pascoal - 6ºC
4- Fábia Costeira - 5ºA
5- Sofia Carvalho - 5ºA
6- Tânia Fonseca - 6ºC
7- Maria João Correia - 6ºC
8- Catarina Almeida - Pré-escolar
9- Leandro Ferreira - 7ºD
10- Catarina Martins - 7ºC

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Os últimos poemas-puzzle


Amor é fogo que arde sem se ver;

É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.

O amor é um sentimento
Um sentimento que dói.
O amor faz-nos acreditar
Que com ele vale a pena sonhar.

O amor é trágico,
Mas com ele tudo se pode tornar mágico;
O amor, às vezes é rápido e faz-nos desatinar.
E com tantas emoções põe a cabeça a girar.
(9º B)


O Silêncio

Quando metade de mim é o choro
a outra é a reflexão no vazio do silêncio.
Quando retrato a tua cara nos meus olhos
tudo deixa de ser fingimento.
Quando nos teus olhos aparece o escuro
eles acordam.
e procuram
nos meus navegação segura
é que eu te falo das palavras
desamparadas e desertas
pelo silêncio fascinadas.
(9º A)



Quando eu morrer,
Uma herança vou deixar,
O burro fúnebre a zurrar
Numa triste tarde a chover

Que o meu cão vá sobre um burro
Ajezado à andaluza...
A um morto nada se recusa,
Eu quero por força ir de burro.

Quando eu morrer batam em latas,
Rompam aos saltos e aos pinotes,
Façam estalar no ar chicotes,
Chamem palhaços e acrobatas!
(10º A)


O pequeno poema

No dia vinte e nove de novembro,
Dia em que eu nasci,
Olhei nos olhos da minha mãe
E o amor dela senti.
Meu pai olhou para mim
E logo gostou de mim.

Quando eu nasci,
Não houve nada de novo,
Senão eu.
As nuvens não se espantaram
Não enloqueceu ninguém.
Para que o dia fosse enorme,
Bastava
Toda a ternura que olhava
Nos olhos da minha mãe.
(7º A)


Amigo

Mal nos conhecemos
Inaugurámos a palavra amigo!
Amigo é um sorriso
De boca em boca,
Um olhar bem limpo
Uma casa, mesmo modesta, que se oferece.
Um coração pronto a pulsar
Na nossa mão!

Eu gosto de ti
E eu sei que tu também
Mas se tiveres críticas,
Eu as ouvirei.

Tu és tudo para mim
Como a chuva que cai no chão.
És como uma sinfonia
No meu coração.

Assim que nos vimos,
O meu olhar brilhou
E o nosso coração
Nunca mais parou.

Bate forte o coração
Foi como o vento que passou e te deixou,
Foi como naquela noite de trovoada
Que choveu gotas de amor e de carinho,
És o meu melhor amigo
És o meu grande amiguinho!
(6º B)

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Leituras na Biblioteca


Na passada segunda-feira (31 de outubro) a D. Leonor (assistente operacional na nossa Escola) veio ler, na qualidade de encarregada de educação, a história Uma lágrima chamada sal de Hélder Reis à turma do 5º C. A sessão decorreu com sucesso e, no final, houve ainda tempo para os alunos colocarem algumas questões relacionadas com a história.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

+Poemas puzzle

Por entre suor e rapé


Por entre suor e rapé
Quando reparei, tinha uma bomba debaixo do pé.
Por entre tiros e bujardos
Decidimos ir jogar dardos.

Quando acordei
Logo pela manhã
Me deparei
Com uma linda talibã.

Entre bombas que deflagram
Corolas que se desdobram.
Corpos que em sangue sossobram.
Vidas que a amar se consagram.

Sob a cúpula sombria
Das mãos que pedem vingança.
Sob o arco da aliança
Da celeste alegoria.

Todo o tempo é de poesia.
Desde a arrumação ao caos
À confusão da harmonia.
(Turma CPET)


Liberdade

Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não fazer

Temos que sonhar
Para nos podermos libertar.
E quando tudo acabar
Um sorriso libertar.

Ai que prazer
Não ter medo de morrer,
Sentir que ao viver
Podemos aprender.
(9º D)


Leva-me os olhos, gaivota

Leva-me os olhos, gaivota
E deixa-os cair lá longe naquela ilha sem rota...
Lá...
Onde as praias paradisíacas
São levadas pelo vento.
Lá...
Onde cada cato e cada libelinha
Difere de todas as outras.
Lá...
Onde o frio das águas aquece os nossos corações
E o aconchego do sol nos envolve.
(Turma CPRB-E)

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

English dialogue

Na disciplina de Inglês, a Mariana Rosa do 6ºB elaborou um diálogo que quis partilhar com os leitores do Cata-letras:


Dialogue

Mary: Hello, what´s your name?
Mariana: My name is Mariana.
Mary: What´s your surname?
Mariana:My surname is Rosa.
Mary: How do you spell ?
Mariana: M-A-R-I-A-N-A.
Mary: How old are you?
Mariana: I´m eleven (11).
Mary: Where are you from?
Mariana: I´m from Portugal
Mary: What´s your adress?
Mariana: My adress is 23, Bynsei Street.
Mary: What´s your phone number?
Mariana: My phone number is 938525009.
Mary: What are your favourite hobbies?
Mariana: My favourite hobbies are watching TV and singing.
(Mariana Rosa)

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Imaginação que parece não mais acabar (poemas puzzle)

Eu
Desejada, não amada,
Numa imensidão confusa.
A vida de fachada,
Neste corpo reclusa.

Mas que eu não era eu não o sabia
E, mesmo que o soubesse, não o dissera...
Olhos fitos em rútila quimera
Andava atrás de mim...e não me via!

Meu amor clandestino
Vagueio perdida
Escondida, esquecida,
Neste estranho destino.

E esta ânsia de viver, que nada acalma,
É a chama da tua alma a esbrasear
As apagadas cinzas da minha alma!
(12º A)


Liberdade

Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não o fazer!

Ai que prazer
Viver sem correr,
Com a mente voar,
Liberdade eterna,
Inebriante e infinita.

Sorrir, voar, correr
Por entre suspiros de liberdade.
Amar, viver e ser,
Aplaudir pela vontade.

Ah! Que maravilha,
Partir sem destino
Viver, sentir...
Um sonho de menino.
(11º A)


Solidariedade

Vamos, deem as mãos.
Porquê esse ar de eterna desconfiança?
Esse medo, essa raiva?
Porquê essa imensa barreira
Entre o Eu e o Nós na natural conjugação do verbo ser?

Vamos, deem as mãos.
Confiem em quem vos ama,
Sem termo, sem orgulho, sem preconceito.
Quebrem o fosso que vos distancia,
Neste mundo sem jeito.

Vamos, deem as mãos.
Semeiem afeto, ternura, amizade
Por essas estradas sem fim.
Onde verão liberdade
Onde nada se prevê.

Vamos, deem as mãos.
(9º C)

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

A nossa Biblioteca está de parabéns!!!

Como prémio pelo bom trabalho desenvolvido, a nossa Biblioteca foi contemplada com € 500 pelo projeto A Ler+.

Vale a pena trabalhar bem!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Mais 3 turmas de poetas (poemas puzzle)

Sísifo


Recomeça...
Se puderes
Sem angústia
E sem pressa.
És homem, não te esqueças!
Não caminhes à deriva
Segue o sentido da vida,
Com amor e alegria.
Luta pelos teus sonhos
Acredita em ti próprio.
E, nunca saciado,
Vai colhendo ilusões sucessivas no pomar.
Sempre a sonhar e vendo
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças...
( 8º C)


Urgentemente

É urgente o amor
É urgente um barco no mar.
Não é preciso ter dor,
Para podermos amar.

Não há nada como o amor
Para nos fazer viver.
Toda a gente o deseja
Toda a gente o quer ter.

É urgente a paixão,
É urgente navegar
Para ter no coração,
Ter um beijo ao luar.

Toda a gente ao nascer,
Tem desejos para realizar.
É preciso viver
Para o amor conquistar.

Em cada um de nós há uma paixão,
Há pessoas a sonhar.
Solta o teu coração
E deixa-o amar.

É urgente amar,
É urgente navegar,
É urgente ver,
É urgente escolher!

Cai o silêncio nos ombros,
É a luz impura até doer.
É urgente o amor,
É urgente permanecer.
( 8º D)

Tudo de pernas para o ar

Numa noite escura, escura
O sol brilhava no céu.
Subi pela rua abaixo,
Vestido de corpo ao léu.

Fui cair dentro de um poço
Mais alto que a chaminé,
Vi peixes a beber pão
E vi rãs a comer café.

Construí a minha casa
Com telhado...
De azulejo ,
E o chão de tela
E do mel eu fiz abelha.

Fiz uma piscina de pedra;
Uma muralha de água construí.
Na minha vida,
Um poema assim nunca vi!

E assim este poema
Está a terminar.
Escrevo-o com uma borracha
E, de pernas para o ar,
O vamos apresentar!
( Turma PIEF)

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Poemas-puzzle continuam a revelar a criatividade dos alunos


Viagem de Ida e volta


A menina Lagartixa,
Toda verde e espevitada,
Meteu-se na longa bicha
De carros numa autoestrada...

Já estava farta da terra,
Buscava grandes cidades,
Farta de ervas e de campos,
Buscava outras novidades...

Comprou um apartamento
Grande e espaçoso,
Com um grande corredor
E mudou de comportamento.

Da sua linda janela,
Via a grande multidão.
A bicha continuava
E agora era a sua grande preocupação.

Com as suas grandes viagens
Ela era muito feliz,
Mas quando em casa estava
Torcia sempre o nariz.

Foi pela cidade fora
Encontrar a sua vida
Tanto investigou
Que jurou não vir embora.

Gostou de tudo que encontrava
E até de alguém...
Imediatamente se apaixonou
Foi o amor que despontou.
(Turma OI/A)


Amigo
Mal nos conhecemos
Inaugurámos a palavra amigo

Amigo é alguém que chega ao nosso coração
Sem nos magoar;
A pessoa que quando caimos,
Nos ajuda a levantar.

Amigo é um tesouro que poucos têm,
Mas que muitos querem ter,
A pessoa em quem podemos confiar,
Amar e tudo dizer.

Amigo é alguém que nos faz rir,
Que tem sempre um sorriso na boca,
Aquele que nos diz a verdade,
Quando menos a queremos ouvir.

Amigo é dizer “sim” e “não” no momento certo,
É alguém que está sempre por perto
Que nos acha perfeitos,
Apesar dos nossos defeitos.
(7º C)


O Limpa-Palavras

Limpo palavras.
Recolho-as à noite, por todo o lado:
A palavra bosque, a palavra casa, a palavra flor.
Trato delas durante o dia
Enquanto sonho acordado.
A palavra solidão faz-me companhia

Quase todas as palavras
Precisam de ser limpas e acariciadas:
A palavra céu, a palavra nuvem, a palavra mar.
Algumas têm mesmo de ser lavadas,
É preciso raspar-lhes a sujidade dos dias
Do mau uso.
Muitas chegam doentes,
Outras chegam partidas,
Perdem os acentos e os travessões
Com nenhuma dá para fazer comparações.
Algumas palavras ficam mais pequenas
Outras mais compridas
Talvez difíceis de escrever.
Muitas vezes torna-se complicado compreender,
Porque nem sempre se conseguem ler.

Outras palavras parecem contentes
Como se não houvesse amanhã...
Há as que nos fazem sorrir
E as que nos fazem chorar
Como a palavra amor.
Há palavras fortes como o pensamento,
Mas não tão fortes como o sentimento.
(Turma CPCP)

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Dia da alimentação

No âmbito do "Dia da Alimentação", a nossa Biblioteca foi, durante esta semana, palco de diversas atividades relacionadas com o tema.

O grupo disciplinar de Língua Portuguesa (2º Ciclo) organizou a iniciativa "Poemas com vitaminas" na qual os alunos extrairam, por sorteio, nomes, adjetivos, e verbos relacionados com a alimentação na nossa Biblioteca, para depois elaborarem um poema coletivo nas salas de aula. Contamos publicar em breve os poemas criados.

Joana e Carlos (6ºA) escolheram os nomes, adjetivos e verbos para a sua turma

Já na disciplina de Ciências da Natureza (2º ciclo) os alunos, numa primeira fase, confecionaram sanduíches saudáveis com os alimentos adequados e, depois, trataram de arrumar correctamente alguns alimentos dentro de um improvisado frigorífico.

 O David (6ºA) confeciona a sua sanduíche com os alimentos que considera mais saudáveis


O Leandro (6ºA) esforçou-se para acondicionar os alimentos no local correto do frigorífico.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Poemas Puzzle (+ 3 turmas)

Amigo



Mal nos conhecemos
Inaugurámos a palavra amigo.


Amigo é um tesouro, saber apoiar
Quando alguém precisar.


Amigo é aquele que te ajuda, te faz sorrir,
Te dá todo o apoio e nunca te irá mentir.


Amigo é quem te aquece o coração
E está sempre pronto a dar-te a mão.


Amigo é uma pessoa com quem podemos desabafar,
Que nos compreende e em quem podemos confiar.


Amigo é alguém que nos acorda com a realidade,
É com quem estamos sempre à vontade.


Amigo é amável, eterno nos nossos corações,
Recheia a nossa vida de lindas emoções.


Amigo é amigo e estará sempre contigo!
(7º B)




Ou Isto ou Aquilo


Ou se tem chuva e não se tem sol,
Ou se tem sol e não se tem chuva!
Ou se calça a luva e não se põe o anel
Ou se põe o anel e não se calça a luva
Quem sobe nos ares não fica no chão,
Quem fica no chão não sobe nos ares!
É uma pena que não se possa
Estar ao mesmo tempo nos dois lugares!
Ou se tem gato e não se tem cão,
Ou se tem cão e não se tem gato!
Ou se tem salada e não tem sopa,
Ou se tem sopa e não tem salada!
Ou se tem dinheiro e não se tem roupa ,
Ou se tem roupa e não se tem dinheiro
É uma pena que não possamos ter as duas coisas...
Ou se tem isto, ou se tem aquilo!
(6º A)



Impressão digital

Os meus olhos são uns olhos.
E é com esses olhos uns
Que eu vejo no mundo escolhos
De outros , com outros olhos,
Não veem escolhos nenhuns.


Onde eu vejo frustração
Outros há que encontram
Conforto na própria solidão.


Nos olhos dos outros vejo animação,
Mas quando paro, penso e me olho ao espelho
Só vejo desilusão .


Por vezes sinto saudade, perda e proibição,
Mas vejo pessoas felizes com um grande coração.


Onde eu vejo espaço vazio,
E tudo é um horror,
Outros veem amigos
E muito, muito amor.


Sempre contra a opinião dos outros eu estou.
E nada me faz mudar de perspectiva.
Se tudo é assim tão mau,
Como é que para os outros
É sempre época festiva?
(8º B)

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Ler!? Para quê!?!