terça-feira, 13 de março de 2012

Premiados - Jogos Florais (prova de desenho)

Já está disponível a lista de premiados dos Jogos Florais do 2º Ciclo, na categoria “Prova de desenho a partir de um texto”, pelo que temos a honra de apresentar os felizes contemplados:


5º ANO

1º PRÉMIO

Sofia Carvalho – nº 19 – 5º A

2º PRÉMIO

Raquel Dias – nº 17 – 5º C

3ºPRÉMIO EX AEQUO

Diana Lopes – nº 9 – 5º A

João Pires – nº 11 – 5º A



6º ANO

1º PRÉMIO

Bárbara Fonseca – nº 6 – 6º B

2º PRÉMIO

André Queirós – nº 5 – 6º B

3º PRÉMIO EX AEQUO

Érica Soares – nº 9 – 6º C

Igor Melo – nº 14 – 6º C

segunda-feira, 12 de março de 2012

Quero ser

De uma aluna da nossa escola, recebemos recentemente um texto muito poético e intimista, que aproveitamos para dar a conhecer, recordando que o Cata-Letras está sempre à espera dos vossos contributos.


Quero ser

 
Tornaste-te em tudo o que queria, os meus sonhos passaram a ser vida e a minha vida um sonho.

Fizeste-me ver as coisas de outra forma como eu nunca esperei ver.

Desesperei num silêncio para puder ter, sofri em silêncio por não te puder ver e agora perdi a vontade de viver.

Quem és tu? Que me sugaste a vida, quebraste o gelo que há muito havia em mim para depois me arrancares o coração de tal forma que nunca mais vou puder amar.

Agora neste escuro, nesta solidão, vivo da incerteza, poderei algum dia me libertar desta obsessão que tu te tornaste para mim?

Podes dizer que eu errei, que não fui fiel à minha palavra, que não te amava como querias, mas na realidade, eu apenas queria ser feliz.

Pedi-te para ensinares a amar, recusaste-te e riste-te na minha cara, procurei quem me ajudasse, mas em vão.

Antes que as palavras acabem, que o vazio retorne à minha alma, peço-te: liberta-me do teu feitiço, deixa-me morrer na praia em que nunca estive.

Quero voltar a ser aquilo que já fui antes de entrar nos caminhos espinhosos da vida, quero voltar a ser eu mesma.

(Autora anónima)

sexta-feira, 9 de março de 2012

Receitas "médicas" à base de livros de António Mota


No âmbito da visita do escritor António Mota ao nosso Agrupamento, a professora Dulce Carvalho elaborou as bulas de duas conhecidas obras do autor: Pedro Alecrim e O Rebanho Perdeu as Asas.


Recomenda-se a leitura do documento antes de iniciar o tratamento.


  Prescrição de Leitura


PEDRO ALECRIM
António Mota
Terminaram as aulas e começa a confusão. Parecemos carreiros de formigas acorrer para dentro das camionetas, quase sempre velhas e a largar fumaradas de gasóleo queimado .Não há respeitinho por ninguém, como costuma dizer a dona Judite, a contínua plantada à entrada da escola que, dentro daquele cubículo, faz-me lembrar um pássaro numa gaiola com telefone. O que importa é arranjar lugar sentado. Quem não chega a tempo faz a viagem de regresso a casa de pé. O Luís nunca corre e é o último a chegar. Vem com muita calma porque sabe que tem sempre lugar nos bancos de trás. Há um grupinho que se encarrega de lhe marcar o assento. Muito alto, sempre bem vestido, de cabelos compridos e encaracolados, o Luís pesa o dobro de mim e nunca está calado. Não sei onde aprendeu tantas anedotas e adivinhas, nem como consegue inventar tantas piadas. Em dias de prova de avaliação aparece sempre de gravatinha e cinto largo. A principio era uma grande risota vê-lo assim encadernado. Havia piadas. Mas o Luís não se aborrecia. E avisava:
– Podem rir mais, muito mais! Riam muito!... Mas fiquem sabendo que tenho muito respeitinho pelas avaliações…Não demorei muito tempo a descobrir a razão daquela estranha forma de vestir em dias de prova escrita. O Luís serve-se da gravata, do cinto e das mangas da camisa para colocar copianços. Ontem começámos a rir quando a professora de Português ameaçou que se descobrisse alguém a copiar, o punha logo fora da sala e lhe dava zero. E o Luís, o gordo Luís, com o ar mais sério do mundo:
–Ó stôra! Copiar? Nós?!... Era o que faltava… A gente não sabe fazer destas coisas… Ainda somos muito novinhos…Não gosto muito do Luís porque, um dia, já lá vão alguns meses, resolveu por toda a gente a rir na camioneta, afirmando que eu andava ali por engano. Que o meu lugar era na escola primária, junto dos copinhos de leite, a fazer redacções sobre as estações do ano. Não gostei nada da piada. E cantei-lhe, enervado, tudo o que me veio à cabeça. Claro que levei uns sopapos, que nem doeram muito, fiquei com o olho esquerdo inchado e dois botões da camisa arrancados. Por acaso uma camisa novinha a estrear…Quando entrei em casa, a minha mãe afligiu-se. Queria saber pormenores. Mas eu não lhe disse nada. Então ela começou uma conversa que nunca mais terminava. A minha mãe, quando começa a barafustar, é assim como uma trovoada em Abril: Fala, fala, fala, fala e, de repente, cala-se. A partir desse dia nunca mais quis conversas com o Luís nem me juntei ao grupinho que costuma acompanhá-lo
Texto com supressões de/Pedro Alecrim, de António Mota
 
“Pedro Alecrim”
Laboratório António Mota/Gailivro
Dosagem de Leitura : Aos capítulos
Composição
Pedro Alecrim é um ótimo remédio para os seus momentos de leitura. Tem como personagens principais  o Pedro Alecrim, a Rita, a Joana e o Martinho, sendo o Nicolau o seu melhor amigo. Descreve as vivências das pessoas do campo.
Indicações
É excelente em pacientes obrigados a ficar na cama, como em casos de gripe e outras maleitas.Como atua eficazmente e tem, por isso um excelente efeito terapêutico, já vai num número elevado de edições.
Precauções
A sua leitura  conduz-nos através duma saudável  narração viciante, difícil de  parar sem conhecer o seu fim. Deve ter-se  o cuidado de  recomendar este livro aos amigos, colegas e familiares.
Posologia
É vantajoso  e mais eficaz dedicar diariamente alguns momentos à  leitura. Em caso de situação aguda, deve fazer-se um tratamento intensivo tomando, de hora a hora, um capitulo completo. Na nossa Biblioteca encontrará bastantes doses, cheias de humor e imaginação.
Outras indicações
Se gostou, poderá, igualmente, ler do mesmo autor : O Rapaz de Louredo;  O Rebanho perdeu as Asas;
Pardinhas; Cortei as Tranças; A Terra do Anjo Azul ; Os heróis do 6º F; Filhos de Montepó….
Prescrição de Leitura
O Rebanho perdeu as Asas
(António Mota)
 Resumo

           
Era uma vez um grupo de rapazes que tinha combinado,  depois das aulas, ir até uma casa velha,  desabitada, onde havia muitos besouros alojados.

            Quando lá chegaram não sabiam quem deveria ir à frente, pois  estavam todos com medo do zumbido forte que se ouvia.

            Um dos rapazes disse logo que era melhor não irem, mas os outros não lhe ligaram.

            Passado um bocado, um deles ofereceu-se para ir na dianteira, não porque era destemido, mas sim porque já  estava cansado daquele silêncio.

            Pegou numa vara e picou a trave onde estavam os besouros e, num piscar de olhos,formou-se  uma  enorme nuvem cinzenta que os perseguiu. Largaram tudo e desataram a correr, ao mesmo tempo que eram fortemente atacados pelas ferroadas furiosas dos bichinhos.
            Entretanto, chegaram ao campo do ti Zé Galo e também este desatou  a correr, atacado pelos besouros, ao mesmo tempo que chamava aos rapazes mariolas, gritando com eles.
             Um destes rapazes, a partir daí, jurou nunca mais querer nada com besouros, mas o seu pai sonhava, um dia, ter uma colónia de abelhas e passava dias a pensar nisso. Até que um dia um senhor já muito velho, sabendo deste desejo,  lhe ofereceu dois enxames de abelhas.
            Pai e filho foram, então, buscá-los e mal  puseram as abelhas na sua nova colmeia, ficaram os dois, extasiados,  a ve-las a entrar e sair da colmeia.

            Passado algum tempo, tudo decorria normalmente no campo e a família resolveu plantar um batatal,  muito perto do local das colmeias.
            O batatal foi crescendo mas, um dia, ao regá-lo, verificaram que estava inundado de escaravelhos e logo alí o pai jurou vingar-se desta bicharada, pulverizando tudo à sua volta.
            Mas  esqueceu-se de um pormenor: no mesmo batatal onde os escaravelhos se deliciavam com as folhas, também as abelhas das suas colmeias iam buscar o néctar para fabricar o seu delicioso mel.
            Assim, tal como aconteceu com os escaravelhos, também todas as abelhas morreram, perdendo, assim, o rebanho, as asas.  
 “O Rebanho perdeu as asas”
Laboratório António Mota/Gailivro
Dosagem de Leitura : Aos capítulos
Composição
 O Rebanho perdeu as Asas é um ótimo remédio para os seus momentos de leitura. Tem como personagens principais um grupo de rapazes muito aventureiros e, mais tarde, também, o pai de um deles, tudo isto  com muitas abelhas à mistura...
 Indicações
É excelente em pacientes obrigados a ficar na cama, como em casos de gripe e constipações que necessitam de umas colheradas de mel. Atua eficazmente e como tem bom efeito terapêutico já vai num número elevado de edições.
Precauções
 A sua leitura é uma saudável  narração viciante, difícil de  parar sem conhecer o seu fim. Deve, no entanto, estar-se atento às ferroadas dos besouros e ao uso dos pesticidas sem precaução. Uma recomendação importante é lembrar aos seus amigos, colegas e familiares a leitura desta obra.
 Posologia
É vantajoso  e mais eficaz dedicar diariamente alguns momentos à  leitura. Em caso de situação aguda, deve fazer-se  um tratamento intensivo, tomando, de hora a hora, um capitulo completo, acompanhado de umas colheradas de mel . Na nossa Biblioteca encontrará doses completas cheias de humor, doçura e imaginação.
Outras indicações
Se gostou poderá, igualmente, ler do mesmo autor : Pedro Alecrim ; O Rapaz de Louredo;   Pardinhas; Cortei as tranças; A terra do Anjo Azul ; Os heróis do 6º F; Filhos de Montepó…

quarta-feira, 7 de março de 2012

Ainda o dia de São Valentim

 
Em fevereiro, a nossa Biblioteca,  em colaboração com o PES, lançou um concurso de poesia relativo ao Dia de São Valentim. Aproveitamos para publicar os poemas premiados cujos autores ganharam um almoço romântico no restaurante pedagógico da nossa escola.

1º Prémio

Dia de São Valentim

No dia de São Valentim,
O nosso coração salta.
Se nos respondem que sim,
Alegria não nos falta.


Hoje é dia de S. Valentim
E esta data vou celebrar.
Como minha amada é para mim,
Nunca outra vou encontrar!

Todos os dias são importantes,
Mas este é para comemorar
O amor que une duas pessoas
Que nunca se querem separar!

Não interessa se se é diferente,
Se somos bonitos ou não;
O que conta é o amor ardente
E o que nos vai no coração!

Quando se gosta de alguém,
Luta-se muito por ela;
E começa a achar-se
Que não há outra assim tão bela!

Muitas pessoas sabem o que é amar.
Sente-se, mas não se consegue ver:
Ficamos hipnotizados   a olhar
Para quem não conseguimos esquecer!


O amor é “feiticeiro”,
Faz-nos sentir a “voar”!
Apetece dizer p’ró mundo inteiro
O que tão bom é amar!

No amor tudo é permitido,
Todos os problemas vou ultrapassar.
Com o meu amor querido,
Quero viver até findar!
Filipe Carvalho 5º Ano / Turma A/Nº 7



2º Prémio

O  Amor é ....

O amor é
Um mar onde se anda a navegar.
O amor é
O fogo que nós ateamos.

O amor é
Um abraço que não tem fim.
O amor é
 O romance de Inês de Castro.

O amor é
Uma familia a crescer.

O amor é
 Um livro que se está sempre a ler.

O amor é
Um bebé  a dormir.

O amor é
Dar um prémio ao vencedor.

O amor é
A água fresca que bebemos.
O amor é
O que dizemos nas palavras

O amor é 
Uma carta que se escreve

O amor é
O sentimento que causa tanta tristeza e tanta alegria!

Hugo Coimbra 5º Ano/Turma C/ Nº 10


3º Prémio

Dia dos Namorados

O Amor e o Carinho,
A Compreensão e a  Sinceridade
São as melhores coisas da vida
Que não precisam de idade!


O Amor que nós sentimos
Pelos outros, é sensacional;
É um  sentimento genuíno
que devemos preservar!


A compreensão é um valor
Que  não devemos esquecer;
É a sinceridade em tudo
Que uma pessoa deve ter!

Andreia Sofia  Fernandes Ferreira 6º Ano/Turma A / Nº 1

terça-feira, 6 de março de 2012

O melhor leitor de fevereiro

Durante o mês de fevereiro, o Hugo Coimbra do 5ºC foi o aluno da nossa Escola que mais se destacou enquanto leitor da nossa Biblioteca, logo seguido de um conjunto de colegas que também estão de parabéns pela sua dedicação aos livros:

Top 10 de leitores da nossa Biblioteca

1- Hugo Coimbra (5ºC)

2- Bruno Teixeira (7ºB)

3- Mariana José (5ºE)

4- Sofia Carvalho (5ºA)

5- Tânia Fonseca (6ºC)

6- Mariana Rosa (6ºB)

7- Helder Carvalho (5ºC)

8- Fábia Costeira (5ºA)

9- Mariana Fernandes (6ºC)

10- Ana Carvalho (8ºB)

segunda-feira, 5 de março de 2012

Leitura expressiva (Língua Portuguesa)

Decorreu, no dia 29 de fevereiro passado, o concurso de leitura expressiva de Língua Portuguesa, tendo participado no mesmo alunos das turmas do e do ano.
O Cata-Letras dá os parabéns aos vencedores e a todos os que participaram, aproveitando para divulgar algumas fotografias dos protagonistas.
5º ano
1º lugar ex aequo: Sofia Carvalho (5ºA)

1º lugar ex aequo: Ana Catarina Duarte (5ºC)

2º lugar: Inês Rolo, acompanhada pela sua bailarina Beatriz Reis, ambas do5ºA

3º lugar ex aequo: Hugo Coimbra (5ºC)
 3º lugar ex aequo: Bernardo Nelas (5ºD)
3º lugar ex aequo: André Antunes (5ºD)


6º ano
1º lugar: Mariana Rosa (6ºB)

2º lugar: Andreia Ferreira (6ºA)

3º lugar: Inês Costa (6ºC)

sexta-feira, 2 de março de 2012

O mais lido de fevereiro


História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar do chileno Luís Sepúlveda foi o livro mais solicitado durante o mês de fevereiro. Uma obra fascinante, possuidora de uma mensagem fortísssima e carregada de valor literário.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

José António Franco vem à nossa escola

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

O livro da minha vida - Diogo Gomes


Para mais uma página da rubrica O livro da minha vida, o Cata-Letras destacou desta vez a repórter Ana Simões (na imagem) que foi entrevistar Diogo Simões, representante dos alunos no Conselho Geral do nosso Agrupamento:

Nome completo: Diogo Alexandre Simões Gomes.
Residência: Risca Silva, Vila Nova de Poiares.

Em que períodos lês habitualmente?
Leio pouco. Costumo ler um livro a cada três meses.

Consegues eleger o livro da tua vida?
Sim, a Lua de Joana de Maria Teresa Maia Gonzalez.

O que mais te marcou neste livro?
O livro descreve a vida de uma jovem que, com todos os seus problemas, acaba por ingressar no mundo das drogas. É um bom exemplo para todos os jovens, visto que nos pode ajudar, mostrando o que devemos ou não fazer. Para além disso, é um livro muito interessante e emocionante, pois qualquer um de nós se pode pôr no papel daquela jovem.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Textos loucos de Carnaval


As turmas do 5º A e do 5ºD, apesar da crise, andam mesmo a brincar ao Carnaval...


Ora vejam só as aventuras em que se metem...


“As” Beatriz
Pintam os lábios com verniz!

“Os” Daniel
Arrancam dentes com um cordel!

A Diana e a Fábia
Mostram mesmo muita lábia!

O Filipe e a Inês
Só sabem contar até três!

A Inês e a Joana
Grelham uma ratazana!

O João e a Júlia Carolina
Mastigam uma cortina!

O Júlio e o Leonardo
Mordem as orelhas de um leopardo!

A Luísa e a Mónica
Destróem a filarmónica!

A Raquel e o Samuel
Assoam-se num pastel!

A Sofia e as professoras
Fotocopiam-se nas impressoras!

E é este o 5º A
Que é do melhor que há!

(Trabalho coletivo da Turma 5º A)




A Ana e o André
Tomam banho com café!

A Beatriz e o Bernardo
Dançam com um leopardo!

A Daniela e o Dinis
Voam numa perdiz!

O Eduardo e o Francisco
São pescados com um isco!

O Henrique e a Iara
Discutem com uma arara!

A Inês e a Jéssica Alexandra
Fritam uma salamandra!

O João Michal e o João Gabriel
Esquiam com uma cascavel!

O João Pedro e o Samuel
Descem a montanha num pastel!

O Sérgio e o Tiago
Até enganam um mago!

E é este o 5º D
Do mais louco que se vê!

(Trabalho coletivo da Turma 5º D)

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Homenagem a Sophia

A aluna nº 19 do 5º ASofia Carvalho - resolveu escrever este bonito texto como homenagem a uma das suas escritoras preferidas: Sophia de Mello Breyner Andresen! Parabéns!


Sophia de Mello Breyner Andresen

Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu na cidade do Porto, a 6 de Novembro de 1919. Mais tarde, viveu e estudou em Lisboa e tirou o curso de Filologia Clássica. Morreu no dia 2 de Julho de 2004.
Foi, e ainda é considerada, uma das maiores poetisas e escritoras da Literatura Portuguesa.
Os livros que escreveu têm sempre alguma coisa que lembra a sua vida como, por exemplo, o livro “A Floresta” onde ela “retrata” a quinta do seu avô.
Sophia de Mello Breyner Andresen foi casada com o jornalista e político Francisco Sousa Tavares, de quem teve cinco filhos: Isabel, Maria, Miguel, Sophia e Xavier.
Esta autora começou a escrever em 1940, pois queria inventar histórias para os filhos que, por essa altura, tinham apanhado sarampo e estavam de cama, em casa. Mas ela achava que já lhes tinha contado, entretanto, todas as histórias que sabia!
Os livros de Sophia de Mello Breyner Andresen foram publicados entre 1944 e 1997.
As suas obras têm sempre muita magia, sendo as mais lidas: “O Rapaz de Bronze”, “A Fada Oriana”, “A Menina do Mar” e “O Cavaleiro da Dinamarca”.
Foi ainda tradutora de várias obras, para França, Itália e Estados Unidos da América.
Recebeu muitos prémios e, entre eles, o importantíssimo “Prémio Camões”.
Sophia conviveu com vários outros autores, também eles muito conhecidos, como Miguel Torga, Ruy Cinatti e Jorge de Sena.
Foi também uma grande lutadora contra o regime salazarista, tendo pertencido ao Partido Socialista.
Esta escritora é, para mim, uma das melhores que conheço!
(Sofia Carvalho, 5ºA)


Entretanto, outros alunos dos 5º A, 5º D e 5º E também prestaram homenagem a Sophia de Mello Breyner Andresen, escrevendo-lhe as suas cartinhas. Eis algumas delas:

Cara Sophia:


Gostaríamos muito que a senhora tivesse visitado a nossa escola E.B. 2,3/S Dr. Daniel de Matos, em Vila Nova de Poiares e conhecesse a Turma 5º A e as outras mas, em especial esta, porque é a nossa.
Esta turma é muito interessada nos seus livros como, por exemplo, “A Fada Oriana”, “A Menina do Mar”, “O Rapaz de Bronze”, “O Cavaleiro da Dinamarca”, “A Floresta”…
Conhecemos também a obra “A Minha Primeira Sophia” que foi escrita por Fernando Pinto do Amaral e que nos fala da senhora e dos seus livros.
No dia 16 de Fevereiro, teremos cá na escola este escritor para nos falar sobre si!
Um abraço do Daniel Lourenço e da Raquel Sofia
(Daniel Lourenço – nº 3 e Raquel Sofia – nº 17 – 5º A)



Cara Amiga Sophia:
Adoramos os livros que escreveu! Alguns lemo-los na Biblioteca da Escola E.B. 2,3/S Dr. Daniel de Matos; outros são os professores que leem para nós.
Nós as duas e os nossos colegas requisitamos livros seus, muitas vezes, para lermos em casa ou na escola, com colegas, com os pais, tios ou padrinhos.
Às vezes, requisitamos livros que lemos, sozinhos, à noite, antes de adormecer.
Mas os livros de que mais gostamos são, principalmente, os livros que a senhora escreveu!
Beijinhos da Fábia e da Júlia
(Fábia Costeira – nº 6 e Júlia Almeida – nº12 - 5º A)




Amiga Sophia:


Olá! Estou a escrever-lhe esta carta para lhe dizer que sou um grande admirador das suas obras que são fantásticas!
Eu já li alguns livros seus na Escola E.B. 2,3/S Dr. Daniel de Matos, a qual vai receber a visita do escritor Fernando Pinto do Amaral, no dia 16 de fevereiro, para nos falar de si.
Num dos livros que escreveu, este escritor retrata a vida da senhora e fala sobre algumas das suas obras. Este livro chama-se “A Minha Primeira Sophia” e uma professora da nossa escola veio à nossa sala, lê-lo para nós!
Senhora escritora, gostou que este seu colega tenha escrito um livro sobre si?
Também eu gostaria de saber escrever assim. E, já agora, com que idade é que a senhora escreveu o seu primeiro livro?
Eu gostava muito de a ter conhecido e de ter tido o prazer de a ouvir contar-me uma das suas histórias!
Obrigado e um beijinho do Filipe
P.S. Prometo continuar sempre a ler!
(Filipe Carvalho – nº7 - 5º A)


Querida Sophia:


Olá! Eu estou a escrever-lhe esta carta, porque lhe quero falar dos seus maravilhosos livros.
Gosto muito das suas obras e, entre muitos dos seus livros, adorei especialmente “A Fada Oriana”.
Cada vez que leio as suas obras, parece que estou num mundo de fantasia!
A senhora conseguiu mesmo atrair-me para a literatura infanto-juvenil!
Gostava muito de a ter conhecido pessoalmente.
Despeço-me, dizendo-lhe que sou uma sua grande fã.
Beijinhos da sua admiradora, Inês.
(Inês Carvalho – nº 8 – 5º A)

Querida Sophia:


Olá!
Envio-lhe esta carta para lhe dizer como gosto dos seus livros!
Adoro ler, mas ler os seus livros não é como ler outro livro qualquer!
Cada obra sua conta uma história fenomenal e, cada vez que leio as suas obras, parece que me imagino como se fosse eu própria uma dessas personagens!
Já li muitas obras suas, tais como: “A Árvore”, “A Floresta”, “A Menina do Mar”, “A Fada Oriana” e… adorei!
Despeço-me, agradecendo-lhe os bons momentos que tenho passado a ler as suas obras!
Um grande abraço da sua fã, Inês
P. S. Sabe? No dia em que o escritor Fernando Pinto do Amaral vier à minha escola, de certeza que ele vai gostar muito de nos falar de si!
(Inês Rolo – nº 9 – 5º A)
 

Querida Sophia:


Olá! Estou a escrever-lhe esta carta, porque lhe quero falar sobre as suas obras. Eu gostava de saber onde arranjava tanta inspiração para elas!
Eu, ultimamente, ando a ler muitos livros seus e estou a gostar muito! Acho que a senhora é uma das melhores escritoras de Portugal!
Na escola, em Estudo Acompanhado, uma professora leu-nos uma história que se chama “A Minha Primeira Sophia” e o autor é Fernando Pinto do Amaral. Esta obra fala muito sobre si e, nesse livro, vê-se a maravilhosa escritora que é não só para crianças mas também para adultos.
Gosto muito das suas obras, principalmente de: “A Fada Oriana”, “A Menina do Mar”, “A Floresta” e “O rapaz de Bronze”.
E assim termino a minha carta, com muitos beijinhos da Luísa
(Luísa Marques – nº 15 – 5º A)



Olá querida Sophia!


Estamos a escrever-lhe, porque conhecemos algumas das obras que escreveu como, por exemplo, “A Floresta”, “O Rapaz de Bronze” e “A Fada Oriana”.
Mas sabemos que a senhora escreveu muitos outros livros tanto para crianças mais pequenas como para jovens e adultos.
Gostamos muito de ler o que escreveu e queremos ler ainda mais obras suas!
Esperamos que goste desta nossa carta para lhe agradecer pelos livros que escreveu e queremos que saiba que, muitas vezes, pensamos em si, quando lemos e escrevemos!
Um grande beijinho das sua amigas, Ana e Jéssica
( Ana Sousa – nº 1 e Jéssica Carvalho nº 12 – 5º D)



Cara Sophia de Mello Breyner:


Eu sou a Mariana José, número 16, da Turma 5º E, da Escola E.B. 2,3/S Dr. Daniel de Matos.
Eu adorava tê-la conhecido, pois admiro muito o seu trabalho e os seus livros.
Eu gostava tanto que a senhora tivesse vindo à minha escola!
Eu, às vezes, pergunto a mim própria, como é que as pessoas, como a senhora, conseguem ter tantas ideias para fazer livros tão engraçados e cheios de imaginação…
Um grande abraço da sua amiga, Mariana
(Mariana José – nº 16 – 5º E)

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Textos de opinião - 7ºB e 7ºC

Na sequência da leitura e análise do conto “Miura”, de Miguel Torga, as turmas do 7.º ano redigiram, na disciplina de Língua Portuguesa, alguns textos de opinião. Os que apresentamos de seguida foram selecionados pelos alunos do 7.º B e 7.º C.

Textos de opinião

As touradas são realmente um espetáculo, uma manifestação artística? Ou pelo contrário, um exemplo flagrante de brutalidade?

As touradas em Portugal são cruéis?

As touradas fazem parte da cultura em Portugal e há muitos que dizem que são uma espécie de arte cultural que deve ser preservada, mas nem toda a gente está de acordo e, muitas vezes, há manifestações contra as corridas de touros.

A maioria dos portugueses gosta de touradas. Aliás, o único programa com maior índice de audiências na televisão é o futebol.

No entanto, os touros também sentem dor e não devem ser maltratados pelo desporto, pois não?! Quero dizer, há muitos animais que são abatidos para a nossa alimentação, mas pelo menos não são torturados.

Todos os anos, pessoas que são contra as touradas se manifestam no primeiro dia das corridas. A nossa ideia de paz e de justiça está a ser cada vez mais reforçada, por isso penso que as touradas não vão sobreviver neste mundo.

As touradas são cruéis e não devem continuar. Eu tenho a certeza que há muitas pessoas que concordam comigo.

Vamos acabar com a injustiça!
(Archibald Kennedy, n.º 5, 7.º C)


Os touros em sofrimento

As touradas são uma tradição portuguesa, um espetáculo que muitas pessoas gostam de ver. Temos uma região de Portugal onde se criam muitos touros, que é o Ribatejo, na zona de Santarém.

Creio que os touros sofrem muito quando lhes espetam as farpas no corpo, pois também sentem e sofrem como nós. Penso ser uma brutalidade fazerem isso ao pobre animal!

O espetáculo não pode ser compensador para tanto sofrimento! Sabendo que há animais em vias de extinção por ação humana, devíamos proteger mais essa raça.

Se fossem os cavaleiros a fazer o papel dos touros, as pessoas não teriam tanta curiosidade e não os iriam ver.

Acredito que existam várias opiniões diferentes, mas nunca é demais lembrar que o touro, tal como os outros seres vivos, sente dor e medo. Tourear provoca sofrimento físico e psicológico, perdendo todo o interesse.
(Cláudia José, n.º 10, 7.º C)


Festa brava, tradição secular

É um facto bem visível que, hoje em dia, as touradas são criticadas por alguns, mas é necessário ver que sondagens feitas recentemente revelam que a maioria dos portugueses concorda e apoia as corridas de touros, pois vê no espetáculo taurino uma forma de expressão artística.

Do meu ponto de vista, a atividade tauromáquica contribui de forma positiva para a imagem do país. Por exemplo, as touradas são um dos espetáculos mais vistos por turistas que visitam o nosso país durante a época taurina.

É comum pensar-se que, durante a sua vida, os touros bravos são maltratados para terem um certo comportamento na arena. Esta ideia não tem qualquer fundamento, pois em todos os locais de criação de touros o tratador tenta dar a cada um dos animais a atenção e liberdade necessária para terem o comportamento selvagem, habitual de um touro bravo.

Em síntese, devemos ter em conta que as touradas representam uma tradição com muitos séculos, que deve ser respeitada e perpetuada.
(Manuel Sousa, n.º 20, 7.º C)


Será que as touradas devem continuar?

Na atualidade, há muita polémica por causa das touradas. Uns acham que as touradas devem continuar, mas outros, pelo contrário, até fazem manifestações para que elas acabem.

Pessoalmente, eu gostaria que não acabassem em Portugal. Eu gosto de ver touradas, principalmente as pegas e o trabalho dos forcados, pois eles são os únicos que enfrentam o touro de cara, sem proteções e apenas com o próprio corpo.

Na minha opinião, as touradas devem continuar porque são já uma tradição antiga, são uma festa que junta muitas pessoas que gostam de ver os toureiros a lidar os touros e que gostam da música, das cores dos fatos e dos capotes e, até, das bandarilhas.

Reconheço que as touradas espanholas são muito agressivas, porque o touro é morto na arena com o público a assistir e também porque o touro está constantemente a ser picado pelo bandarilheiro. Por isso, eu gosto mais das corridas de touros portuguesas.

Para concluir, devo dizer que respeito a opinião das pessoas que não gostam de touradas, mas penso que também deve ser respeitada a ideia daqueles que as consideram um espetáculo de grande qualidade.
(Pedro Silva, n.º 23, 7.º C)


Touradas, uma atração absurda

As touradas são um divertimento para muitas pessoas, acessível a todo o tipo de população, embora muita gente seja contra a sua realização.

Com efeito, é costume aparecerem grupos organizados, pertencentes à liga defensora dos animais, que pretendem que estes eventos deixem de existir, para que os animais não sofram.

Do meu ponto de vista, as touradas são um absurdo, pois fazem com que os animais envolvidos sofram.

Nunca é demais lembrar que os touros não são os únicos animais nas touradas! Há cavalos que, por muito que seja raro, podem também sofrer.

Reconheço que, normalmente, alguns toureiros também saem feridos, mas estes só lá estão por vontade própria…

Concluindo, por muito que as touradas sejam uma tradição, para mim são um completo absurdo.
(Sofia Gonçalves, n.º 28, 7.º C)


As touradas, tortura ou arte?

Tema abordado com frequência, as touradas despertam o interesse de toda uma população. As opiniões diferem e este assunto já deu origem a manifestações.

Estou completamente contra as touradas e acredito que são apenas meras demonstrações de brutalidade.

Há os que defendem que esta atividade é já uma tradição e cultura, mas creio que estas servem para que a sociedade se torne mais inteligente, civilizada e menos violenta, ideias que a tourada não transmite. Sendo assim, a tourada não pode ser considerada nem uma coisa, nem outra.

Julgo que a tourada é um espetáculo bonito, o que muitas vezes esconde o sofrimento e a dor que o touro sente ao ser lidado.

Concluindo, para que a sociedade, aos poucos, se torne uma sociedade que não é violenta, deviam acabar com manifestações desta natureza, como a tourada. Os que apoiam esta atividade deveriam perceber a tortura pela qual o touro passa.
(Célia Subtil, n.º 8, 7.º B)


As touradas: Arte ou desrespeito?

Hoje em dia, as touradas dividem muitas opiniões. Há quem pense que são uma tradição antiga e magnífica, há outros que acham que são um exemplo de brutalidade e de desrespeito e há ainda pessoas que gostam de as ver, mas acham que provocam sofrimento. Afinal, o que deve o ser humano pensar sobre as touradas?

Eu penso que as touradas nunca deveriam ter existido, pois representam agressão a alguns animais como, por exemplo, aos touros, que ficam ansiosos e com medo e no final até são mortos, e aos cavalos, que têm de ser treinados para correrem atrás do touro! De certeza que nós não gostaríamos de estar no lugar destes pobres e infelizes animais.

E quanto ao argumento que indica que os jovens veem cada vez mais touradas, eu acho que pode ser travado, porque existem mais espetáculos belos e magníficos como, por exemplo, o desporto, a dança, a música, o circo (onde não entrem animais) e muitos mais. Uma coisa que eu nunca percebi é por que razão os humanos (toureiros, forcados) dão a sua própria vida só para nos darem este espetáculo.

Concluindo, eu acho que as pessoas se deviam manifestar ainda mais, para ver se as touradas acabam, pois toda a gente sofre: os touros, os forcados, os toureiros, os cavalos e, até, alguns espetadores.
(Diana Assunção, n.º 11, 7.º B)


A brutalidade das touradas

Hoje em dia, as touradas são vistas em muitos países do mundo e são apoiadas por muita gente. De facto, as touradas são alvo de grandes manifestações entre muitas pessoas.

Do meu ponto de vista, as touradas são um ato de plena crueldade para com os touros, que sofrem na arena e por vezes morrem, só para contentamento das pessoas que, para se divertirem, na maior parte das vezes nem pensam no quanto o touro pode estar a sofrer enquanto é lidado.

Não podemos ignorar que atualmente, em Portugal, já não se podem matar touros na arena. No entanto, muito outros países ainda o permitem, como a nossa vizinha Espanha, por exemplo.

Em conclusão, gostava de deixar bem claro que as touradas podem ser uma tradição antiga e bela, mas isso não é motivo para que haja sofrimento, para que se faça sofrer estes pobres animais.
(Helena Figueiredo , n.º 13, 7.º B)


A importância da tourada

A tourada é uma cultura muito antiga que, como algumas pessoas dizem, não vai contra a liberdade dos animais, julgo eu.

Os touros, antes de serem lidados, podem ter a liberdade que querem. Eles não sofrem praticamente nada na arena. Se a tradição portuguesa fosse a de matar os touros na arena, aí eu já era capaz de ser contra a tourada.

É um facto em visível que muitas pessoas não gostam de touradas. E pergunto eu: porquê?

A população pensa que os touros sofrem quando são lidados, mas não! Os toureiros tentam iludir o touro e, ao iludi-lo, ele começa com batimentos cardíacos mais fortes e é por isso que o toureiro espeta uma bandarilha no animal. É uma forma de o touro libertar sangue e, assim, aliviar a sua “dor”.

Por fim, queria fazer um apelo: as touradas devem continuar a ser realizadas, pois são bastante divertidas e a maioria dos portugueses gosta, apesar de haver sempre aqueles que são contra.
(Maria Chambel Cruz, n.º 18, 7.º B)


A realidade das touradas

Hoje em dia, as touradas são muito discutidas e mais de 50% das pessoas considera que não são um espetáculo nem uma manifestação artística.

Apesar de respeitar aqueles que não estão plenamente de acordo com a minha opinião, julgo que as touradas muitas vezes não correm bem, pois os touros acabam sempre por morrer e os toureiros aleijam-se frequentemente.

Será que os humanos que gostam tanto das corridas de touros já se puseram no lugar dos pobres animais? Certamente que não! Na verdade, se nós pensarmos bem, com certeza não vamos gostar. Os animais sofrem tanto ou mais do que os humanos, não são diferentes…

Para concluir, penso que as touradas são um espetáculo de violência que muita gente não consegue ver nem apoiar. As touradas deviam acabar, para o bem de todos os animais.
(Mariana Conceição, n.º 19, 7.º B)

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O blog do Júlio

O Cata-letras tem mais uma proposta para os nossos habituais leitores. Visitem o blog Dia do Gato do Júlio do 5º A onde poderão acompanhar as suas divagações sobre diversos temas.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

O mais lido de Janeiro

O Cavaleiro da Dinamarca um dos textos mais belos de Sofia de Melo Breyner Andresen, foi o livro mais requisitado durante o mês de Janeiro na nossa Biblioteca.

Uma história com mais de 40 anos e que ainda hoje nos marca de uma forma tão especial.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Campeão de Janeiro

Durante o mês de Janeiro, o Bruno Teixeira do 7º B foi o aluno da nossa Escola que mais se destacou enquanto leitor da nossa Biblioteca, logo seguido de uma lista de colegas que também estão de parabéns pela sua dedicação aos livros:

Top 10 de leitores da nossa Biblioteca

1- Bruno Teixeira (7ºB)
2- Hugo Coimbra (5ºC)
3- Catarina Marques (8ºC)
4- Iara Costa (5ºD)
5- Sofia Carvalho (5ºA)
6- Ana Pascoal (6ºC)
7- Mariana José (5ºE)
8- Ana Carolina Martins (7ºD)
9- Fábia Costeira (5ºA)
10- Leandro Ferreira (7ºD)