segunda-feira, 11 de junho de 2012

Poesia à la Carte

É já no dia 15 de junho a festa do nosso Agrupamento e a Biblioteca vai marcar presença com uma "tasquinha" muito especial, onde a poesia será servida quentinha...ou fresquinha, conforme as vossas distintas preferências. 

Venham ao Arraial e passem pelo nosso espaço.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Outra vez!?

Já fechámos as contas de maio (dos melhores leitores) e o Hugo Coimbra voltou a destacar-se pelo número de títulos requisitados, seguido muito de perto pelo Bruno Teixeira:

1- Hugo Coimbra - 5ºC
2- Bruno Teixeira - 7ºB
3- Mariana José - 5ºE
4- Filipa Simões - 5ºE
5- Jorge Santos - 5ºC
6- Mariana Fernandes - 6ºC
7- Célia Simões - 7ºB
8- Maria Vaz - 5ºE
9- Maria Marques - 6ºA
10- João Eufrásio - 5ºE

segunda-feira, 4 de junho de 2012

O mais lido de Maio

História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar do chileno Luís Sepúlveda voltou a ser livro mais solicitado na nossa biblioteca, desta vez durante o mês de maio. É, sem dúvida, uma obra fascinante, possuidora de uma mensagem fortísssima e carregada de valor literário.

terça-feira, 29 de maio de 2012

José Fanha no nosso Agrupamento - algumas imagens

Veja (ou reveja) as imagens da passagem de José Fanha pelo nosso agrupamento. Os links que se seguem remetem para dois momentos diferentes, registados no passado dia 25 de maio:


quarta-feira, 23 de maio de 2012

Consultório de contos foi um sucesso!


Tal foi o sucesso do consultório de contos da nossa biblioteca, que a Dra. Imaginação (Lurdes Santos) se viu obrigada a prolongar o período de consultas, para satisfazer todos os pedidos que foram chegando. Numa semana, foram cerca de 70 os “pacientes” que vieram procurar conforto nas sábias palavras, criteriosamente prescritas para atingir o fim desejado: aprender a refletir ao som de textos de sábios escritores.

Os nossos agradecimentos a todos os que colaboraram com esta iniciativa, principalmente à D. Lurdes, que tão bem cumpriu o papel de ouvidora e conselheira.






terça-feira, 22 de maio de 2012

Score 100

A partir do livro Zulaida e o poeta e outras histórias (José Fanha), o Centro de Ocupação Juvenil (COJ) organizou a atividade Score 100, que decorreu nos dias 17 e 18 de maio, envolvendo as turmas do sexto ano de escolaridade. Aqui ficam algumas imagens:



segunda-feira, 21 de maio de 2012

Prescrição de leitura

Aproveitando a visita do escritor José Fanha ao nosso Agrupamento, a professora Helena Lima elaborou a bula de uma das mais conhecidas obras do autor: O Dia em que no Mar Desapareceu.


Recomenda-se a leitura do documento antes de iniciar o tratamento.



Prescrição de Leitura

O DIA EM QUE O MAR DESAPARECEU - JOSÉ FANHA
“Gosto de ir ver o mar, molhar as mãos no mar e meter o nariz debaixo de água. Apanho cada pirolito! Mas gosto, mesmo assim. O meu mar é azul e, quando o vejo, fico feliz com o coração cheio de azul por todo o lado.” 
(...)
“Há mares que são verdes. Há um mar Vermelho. Mas não é vermelho. É só o nome. Há outro que se chama Mar Negro. Também é só nome. E há mares com muitos nomes: Mar Mediterrâneo, Mar Cáspio, Mar da China, Mar dos Sargaços...”
(...)
“Às vezes, o meu mar fica cinzento. Tudo por causa do céu que é muito vaidoso. Quando o céu está cheio de nuvens cinzentas e vai ver-se ao espelho, no espelho que é o mar, entorna-lhe o cinzento todo para cima e deixa o mar triste, escuro e cheio de frio.”
(...)
“É preciso tratar bem do mar para ele ficar sempre assim tão azul, tão brilhante e tão limpo. Mas há quem não trate bem do mar.” – assim se exprime o narrador.

Mas, um dia, o mar começou a desaparecer...e desapareceu mesmo, por causa de uns pássaros Bisnaus que eram pretos e cheios de borbulhas, andavam sempre despenteados e cheiravam mal, porque nunca tomavam banho. 
Deitavam lixo para o chão, faziam muito barulho, incomodavam toda a gente, fumavam na praia, colavam pastilhas elásticas em toda a parte, punham música alta e os filhos só comiam mesmo comida que não presta.
Escusado será dizer que, com tanta porcaria e tanto barulho por ali, as gaivotas fugiram, os peixes desataram todos a tossir e resolveram fugir também. E até os corais e as pedras do fundo do mar se desfizeram e as algas deixaram de crescer. O sol parou de brilhar e o mar deixou mesmo de ser azul...até desaparecer. 

“Um dia, fui passear até à praia e fiquei a olhar para o mar para quele sítio triste e seco, onde tinha existido o meu mar. Senti cá uma vontade de chorar, de deixar correr as lágrimas pela cara abaixo!...”
“Lágrimas! De repente pensei que, se eu chorasse muito, talvez as minhas lágrimas pudessem encher o mar outra vez... Mas não. Não há lágrimas que cheguem para encher um mar. E depois, um mar feito só de lágrimas seria um mar muito triste...” – conclui o narrador.
Então, foi tentar descobrir a mãe do mar para o fazer renascer e... encontrou-a! Era  a nuvem Miraldina, uma nuvem gorda, gordinha, carregadinha de água e que começou, pingo a pingo, chovendo, a fazer nascer, de novo, o mar, primeiro pequenino e baixinho e, depois, enorme e cheio de água cada vez mais azul. E, lá longe, os peixes souberam da notícia e resolveram regressar, de novo, todos, todos, num grande cortejo, a desfilar, trazendo novos amigos que, entretanto, tinham feito! E, no final, o mar ficou ainda mais bonito!
Texto com supressões de/O dia em que o Mar desapareceu, de José Fanha


 “O Dia em que no Mar Desapareceu”
Laboratório José Fanha/Gailivro

Dosagem de Leitura : Às páginas 

Composição 
“O Dia em que o Mar desapareceu” é um ótimo remédio para os seus momentos de leitura. Tem como personagem principal uma família de pássaros Bisnaus que suja a praia toda o que faz com que o mar fique tão triste que acaba por desaparecer. 

Indicações
É excelente em pacientes poluidores e com maus comportamentos ambientais. Atua eficazmente e, como tem bom efeito terapêutico, já vai num número elevado de edições.

Precauções 
 A sua leitura e as suas belas ilustrações constituem uma saudável  narração viciante, difícil de  parar sem conhecer o fim da história. Deve ter-se o cuidado de  recomendar o livro  a amigos, colegas e familiares.

Posologia
É vantajoso  e mais eficaz dedicar diariamente alguns momentos à  leitura. Em caso de situação aguda, deve fazer-se um tratamento intensivo reforçando, de hora a hora, o número de páginas lidas. Na nossa Biblioteca, encontrará doses completas cheias de humor e satisfação .

Outras indicações
Se gostou poderá, igualmente, ler do mesmo autor :  O Meu Amigo Zeca Tum-Tum e os Outros;  Zulaida e o Poeta; O Dia em que a Barriga Rebentou; O Dia em que a Mata Ardeu;  A Namorada Japonesa do meu Avô; A Porta;  Histórias para contar em Noites de Luar;  Poemas com Animais;  Poemas da Natureza; Poemas para um Dia Feliz;  Diário Inventado de um Menino já crescido; Os Sapatos do Pai Natal;  Era uma vez a República...

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Os livros da vida da professora Ana Batista


O Cata-Letras continua à procura dos livros que mais têm marcado alunos, funcionários e professores da nossa escola. Desta vez, destacámos as repórteres Sofia Carvalho e Inês Rolo  para uma entrevista à professora Ana Baptista, presidente do Conselho Geral do nosso Agrupamento:

- Onde mora?
- Moro na Ribeira do Moinho, Vila Nova de Poiares.
- Em que períodos lê habitualmente?
- Leio sempre muito, mas é sobretudo nas férias que dedico mais tempo à leitura, por ter mais disponibilidade.
- Consegue eleger o livro da sua vida?
- Tenho dois. Quando li O meu pé de laranja lima (José Mauro Vasconcellos) chorei. Mais tarde, também gostei muito de ler A paixão de Jane Eyre de Charlotte Bronte.
- O que a marcou tanto nesses livros?
- Os sentimentos que ambos transmitem aos leitores. O primeiro deles foi também uma oportunidade para fazer uma reflexão sobre o meio ambiente.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Está aí a Semana da Saúde!

Vem à nossa biblioteca e marca uma consulta com Dra. Imaginação. Temos o remédio certo para o tédio e outras maleitas similares.


Leitura Expressiva - Entrega de Prémios

Depois de, em tempo oportuno, termos dado a conhecer os premiados no concurso de Leitura Expressiva nas diferentes disciplinas, chegou a altura de publicarmos algumas imagens da entrega de prémios, que decorreu no passado dia 09 de maio.







terça-feira, 8 de maio de 2012

Top 10 dos leitores de abril

Fechadas as contas de abril, aproveitamos para publicar a lista dos melhores leitores do mês, de onde se destaca a presença de 3 alunos do 5ºC, liderados pelo Hugo Coimbra (na imagem) que foi quem mais livros requisitou.

1- Hugo Coimbra - 5ºC
2- Bruno Teixeira - 7ºB
3- Inês Santos - 5ºC
4- Laura Prado - 5ºC
5- Mariana José - 5ºE
6- Joana Silva - 6ºA
7- Célia Simões - 7ºB
8- João Grazina - 8ºA
9- Osvaldo Serra - 6ºB
10- Inês Serra - 8ºD

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Parabéns!


Apesar de não terem conquistado qualquer prémio, os alunos dos 5ºA, 5ºC e 5ºE estão de parabéns pela excelente participação no concurso "O pequeno grande C",  para o qual realizaram trabalhos de grande valor. Ficamos muito gratos pelo seu esforço.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

O livro mais lido de abril


Durante o mês de abril, as Fábulas de La Fontaine, traduzidas e adaptadas por Maria Alberta Menéres e ilustradas por José Garcês, ganharam merecido destaque na nossa biblioteca. Este livro de fábulas foi o título mais requisitado durante o período referido, pelo que aproveitamos para lhe dar um lugar especial na nossa "montra de livros".

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Sessão de contos sobre bullyng

Integrada na Semana da Segurança, decorreu no passado dia 26 de abril, na nossa biblioteca, uma sessão de contos sobre Bullying. Aproveitamos para publicar algumas imagens que testemunham o momento:





sexta-feira, 27 de abril de 2012

Jogos Florais - 6º ano

Depois do 5º ano, chegou a altura de publicarmos os textos premiados, nos Jogos Florais, referentes à disciplina da Língua Portuguesa, Segundo Ciclo, 6º ano. Parabéns, mais uma vez, a todos pelo trabalho e pela inspiração demonstrada!
6º ANO – 1º PRÉMIO
O Gato que se tornou Leitor

Era uma vez um gato chamado Roberto. Ele nunca fazia nada. Todos o achavam mandrião. Até que um dia decidiu fazer algo, para as pessoas se calarem...
Uma luz na sua cabeça iluminou-se e teve, então, uma ideia brilhante. O que seria? Quando agarrou, pela primeira vez num livro, toda a gente ficou parva, mas pensava-se que aquilo não iria demorar muito tempo...
Começou, então, a ler...
Numa noite, estava a ver televisão e passou um reclame sobre o concurso de melhor leitor e o Roberto disse, prontamente:
-Vou-me inscrever!
-Estás doido?! Tu nunca fazes nada, és um mandrião – disse-lhe a dona
Roberto passava os dias a ler aquele livro. Decidiu e inscreveu-se.
Passaram-se dias até que chegou, finalmente, o dia do concurso. O Roberto, muito nervoso no palco, começou a ler. Todos ficaram impressionados com a maneira como o gato lia. O júri avaliou-o e disse:
-Roberto, estamos sem palavras! Tu tens uma entoação, uma maneira de ler carinhosa e atenciosa. Estás de parabéns! Continua assim...
A dona, entretanto, disse:
-Nunca pensei! Tenho tanto orgulho em ti!
-As pessoas pensam que eu sou um mandrião mas, agora, calam-se. – respondeu o Roberto, todo orgulhoso.
E o gato ficou muito famoso. Foi ele que ganhou o concurso de leitura.
O presidente do júri inscreveu-o no concurso de leitura mundial.
O Roberto ganhou também o concurso e um belo prémio. Ficou a ser o melhor leitor do mundo e era notícia praticamente todos os dias.
As pessoas cada vez ficavam mais de boca aberta.
O gato nem podia sair de casa com tantos jornalistas e outras pessoas que lhe escreviam e lhe pediam autógrafos!
A casa ficou cheia de fotografias do gato! Ele nunca pensaria em ser tão famoso como era!
Autora: Andreia Ferreira – nº 1 – 6º A


6ºANO – 2º PRÉMIO
O Gato Tareco

Olá! Eu sou um gato, mas não sou um gato qualquer, sou num gato descendente de uma longa linhagem de gatos superinteligentes mas, antes de mais, vou apresentar-me:
Eu sou o Tareco! Muito prazer em conhecer-vos! Hoje, estou a ler a história de Ulisses. Já viram como ele é incrivelmente forte e inteligente? Eu sei que pareço estranho por falar, mas não! Os humanos estão muito enganados em relação a isso! Todos os animais falam. Os humanos é que não percebem nada acerca da vida animal!
Ai, ai, ai! Os humanos pensam que são os maiores, dão cabo do planeta e depois arrependem-se.
Antes de mais, sou professor na Escola E.B. 2,3/S Dr. Daniel de Matos e dou aulas a gatinhos muito pequeninos, num compartimento secreto, dentro da escola.
Não me apetecia falar disto, mas vocês têm de saber. Eu sou viúvo, a minha mulher, Amélia, morreu num atropelamento e não tenho filhos.
Vivo sozinho com os meus donos, Roberto e Catarina, que têm uma linda filha chamada Pétala porque, quando ela nasceu, uma pétala entrou pelo quarto e poisou em cima do berço dela.
Eu vivo no Carvalho e tenho um fraquinho pela gatinha da casa ao lado. Tenho já vinte e três anos, mas acho que não sou muito velho. Essa gatinha chama-se Clara e o pelo dela é cor de laranja e branco, tem numa orelha para a frente e outra para trás e os seus olhos são encantadores como ela.
De vez em quando, vou-me divertir com os meus amigos e vou à discoteca dançar.Eu posso ser um bocadinho “marrão”, mas também gosto de me divertir.
Hoje de manhã, tive aulas com os meus gatinhos. Bem, não são bem meus gatinhos, mas gosto deles. Acho que lhes posso chamar de meus e além disso, sou professor deles!
Eles, quando querem, portam-se bem e, quando não querem, portam-se mal.
E sabem o que é que eu ouvi hoje? Ouvi os meus donos dizerem que vão ao Centro Comercial Forum. O Roberto diz que vai lá comprar uma gatinha para eu e ela acasalarmos.
E treze semanas depois…
Meus caros, já temos onze filhas e dois filhos: a Lisa, a Beatriz, a Lara, a Ema, a Constança, a Mariana, a Carolina, a Linda, a Catarina, a Mimi, a Bela, o Diogo e o Becas.
E a partir daqui sei que vou ser o gato mais feliz do mundo com pessoas que amo e que adoro.
E é assim que espero passar o resto da minha vida!

Autor: André Queirós – nº 5 – 6º B


6ºANO – 3º PRÉMIO EX AEQUO

O Gato Leitor
Era impressionante ver um gato a ler! Eu, pelo menos, fiquei estupefacta ao ver o Historinhas, assim chamado. Estava a ler um livro e não era um livro qualquer! O livro era de poesia, escrito pelo seu escritor preferido, ainda não revelado.
O Historinhas andava a ler de tudo um pouco. Agora, não podia passar sequer um dia sem ler um livro!
Quando era mais novo, adorava aventurar-se pelos pinhais fora com os seus amigos. A partir daí, começou a ler aventuras para poder saber mais e, assim, também renovava o seu dicionário de aventuras, de literaturas, de poesia, de romance, de teatro... e por aí fora.
Ora, um dia, entrou numa livraria e perdeu-se no meio dos livros. Até desmaiou!
Finalmente acordou... e parece ter estado a pensar em comprar a livraria. Veio para casa, contou à sua família e os seus pais quiseram dar a sua opinião:
- Filho, não achas que és muito novo para ter uma livraria?
- Não, não acho e, além do mais, eu tenho um sonho que há de ser realizado! Não vou desistir!
- Tu é que sabes! Nós estamos aqui para o que necessitares.
Passadas duas semanas, já estava o Historinhas na sua pequena-grande livraria.
Os anos passaram e o Historinhas foi ficando cada vez mais velho e, quando deu conta, já era avô!
O avô Historinhas ficou conhecido mundialmente e recebeu um, dois, três, quatro, cinco... um monte de prémios!
Já estava quase a morrer e relembrou toda a sua vida: «Recebi prémios, sou marido, sou pai, sou avô e fui recompensado quanto mereci! Ah! Já me esquecia: também realizei todos os meus sonhos.»
E depois de ter dito isto, fechou os olhos e despediu-se do mundo…
Autora: Mafalda Conde – nº 14 – 6º B


6ºANO – 3º PRÉMIO EX AEQUO

Um gato sábio
Era uma vez um gato sábio. Ele era muito esperto e conseguia falar, escrever e até tinha uma profissão que era ser escritor. E até era dono de uma editora que se chamava Porto Editora. Ele era preto e branco mas, todos os dias, para o seu trabalho, usava um fato diferente.
Um dia, ele estava muito contente e muito inspirado e escreveu uma história que foi um êxito.
A história era esta:
«Era uma vez um casal de irmãos, a rapariga chamada Oriana e o rapaz chamado Rodrigo. Um dia, quando eles estavam a vir da escola para casa, viram um gato e decidiram levá-lo com eles mas, para isso, tiveram de pedir ordem à mãe e a mãe concordou que eles ficassem com ele.
Mas, como viram esse gato vestido com um fato, perguntaram-lhe, em coro:
- Por que razão é que é que tu estás assim vestido?
- Olhem, eu não sou um gato normal como os outros. Eu tenho um dom. Eu falo, leio e escrevo e tenho uma profissão que é precisamente ser escritor e tenho até uma editora que se chama Porto Editora. – explicou o gato.
- Uau! Então, temos muita sorte em te ter aqui ao pé de nós, porque gostamos muito de ler! – exclamaram.
- Ainda bem que gostam de me ter aqui em vossa casa mas, por enquanto, não contem isto a ninguém, porque este é o meu maior segredo. – pediu o gato.
Passou-se um ano e ele tornou-se muito famoso. Vendeu milhares de livros em todo o mundo e resolveu, finalmente, revelar o seu maior segredo.»
Esse gato sou eu!

Autora: Nádia Jesus – nº 22 – 6º C