terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Camões esteve na nossa escola!
Luís Vaz de Camões, perdão, João Tomás, aluno do 5ºA, vestindo a pele de Luís de Camões, foi recitar os Lusíadas aos alunos de Português do 9ºC. Tratou-se de uma forma muito interessante de promover a articulação entre os saberes dos alunos de diferentes níveis de ensino, neste caso com a vantagem de termos conseguido trazer o grande poeta à nossa escola. Não é para todos!
sábado, 16 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Textos loucos de Carnaval
Para celebrar esta “época louca”, as turmas 6º A e 6º D, elaboraram textos alusivos à quadra:
A Beatriz Silva e a Beatriz Reis
Inventaram que não havia leis!
O Daniel Alves e o Daniel Lourenço
Amarraram-se com um lenço!
A Fábia e a Diana
Acabaram por ir de cana!
O Filipe e a Inês Carvalho
Cozinharam mousse de alho!
A Inês Rolo e a Joana
Vestiram-se de havaiana!
A Júlia e o João
Desfilaram num avião!
A Luísa e o Leonardo
Morderam num urso pardo!
A Mónica e a Raquel
Ataram a língua com um cordel!
O Ricardo e o Samuel
Mergulharam num pastel!
A Sofia e a professora
Pentearam-se com uma vassoura!
E para maior diversão,
O Júlio veste-se de Pereirão!
E é este o louco 6º A
Que ninguém ultrapassará!
(Trabalho coletivo da Turma 6º A)
A Beatriz e a Daniela
Tomaram banho numa panela!
A Daniela Marta e a Filipa
Esconderam-se numa tripa!
O Filipe e o Francisco
Foram puxados por um isco!
O João Eufrásio e o Castanheira
Foram levados para a capoeira!
O João Tomás e o Jorge Dias
Não atinaram com as suas vias!
O Luís e a Maria
Cantaram com uma cotovia!
A Mariana e o Orlando
Foram à escola, só não sabem é quando!
O Pedro e o Rafael
Esfregaram-se com molho béchamel!
A Rute e a professora
Copiaram-se numa impressora!
E é este o 6º D
Que é do melhor que se vê!
(Trabalho coletivo da Turma 6º D)
Chá com poesia
A propósito da iniciativa Chá com poesia, os alunos do 6º A vieram esta semana à biblioteca brincar com as palavras de Sophia de Mello Breyner Andresen. No final houve, pois claro, chá e bolinhos. Fiquem com algumas imagens:
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
O mais lido em janeiro
O título mais movimentado/requisitado pelos alunos da nossa escola durante o mês de janeiro foi O rebanho perdeu as asas de António Mota, uma ”estranha história feita de sonhos de pessoas singulares, passada num tempo diferente”.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
O campeão de janeiro
Durante o mês de outubro, o campeão no que à leitura diz respeito foi o Bruno Teixeira do 8º B(na imagem). Mas outros alunos houve que se destacaram. Aqui fica o top 10 dos leitores do mês passado:
1- Bruno Teixeira (8ºB)
2- Hugo Coimbra (6ºC)
3- Catarina Costa (1º ano/C. Ed. Vila)
4- Ana Crisóstomo(5ºB)
5- Beatriz Silva (5ºB)
6- Ana Bento (5ºC)
7- Mariana Cruz (5ºB)
8- Catarina Silva (7ºB)
9- Mariana Conceição (CEF EI/coz)
10- Tatiana Fernandes (7ºB)
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
O Natal é quando uma boa história quiser...
A professora Fátima Coimbra enviou-nos uma maravilhosa narrativa feita na disciplina de Português pela sua aluna Célia Subtil. Bem sabemos que a quadra natalícia já lá vai, mas a qualidade da prosa impõe que mergulhemos na admirável lição que a história encerra.
A melhor prenda de Natal
A lareira crepitava e o ambiente ali contrastava com o frio que se fazia sentir lá fora. O pinheiro estava enfeitado com fitas de todas as cores e brilhava tanto que parecia que todas as estrelas do céu o tinham vindo visitar. Para além disso, muitos presentes tinham sido colocados debaixo dele. Ouviam-se gargalhadas e havia um cheiro quente e húmido no ar. Enfim… era véspera de Natal.
À mesa todos falavam e todos se ouviam, sem saberem bem como. Iam contando histórias e anedotas e, no meio de toda a confusão, iam tirando para o prato grandes quantidades de bacalhoada, prato tipicamente português, convidado habitual na noite de Natal. Todos comiam, todos riam e todos se divertiam.
Mas havia um pequeno que só queria que chegasse a meia-noite, pois sabia que apenas nessa altura se abririam os presentes. Enquanto os outros comiam, riam e falavam, ele olhava sonhadoramente para os embrulhos, tentando adivinhar o que continham. Estava ciente de que os pais não lhe poderiam dar muito, por causa de uma tal de “crise” que assombrava o país inteiro, mas desejava ardentemente receber uma consola naquele Natal.
Dlim, dlão! Soava agora o sino da igreja, marcando a meia-noite e o nascimento de Jesus Cristo. Era hora de abrir as prendas e Pedro precipitou-se para os embrulhos, desejoso de encontrar aquilo que queria. Mas nada… Um livro sobre ciências, uma enciclopédia sobre animais, um gorro, algum dinheiro e um grande casaco. Onde estava a sua consola? Aquele teria sido o melhor de todos os presentes que já tinha recebido e os pais não tinham correspondido ao seu pedido! Que desilusão…
Resignado com tudo aquilo, agradeceu todos os presentes, mas ficou um pouco triste.
No dia seguinte, dia de Natal, a mãe e o pai levaram-no a passear ao parque da cidade. Os jardins estavam cobertos de neve, tal como todo o resto, e os pais de Pedro adoravam ver o jardim assim pelo Natal.
Sentaram-se num banco a descansar e foi nessa altura que Pedro reparou noutro rapaz que se encolhia perto de uma árvore, tremendo tanto que parecia que os seus ossos se poderiam partir em mil pedaços se alguém lhe tocasse. Pedro aproximou-se com cautela e, quando o outro rapaz o viu, encolheu-se ainda mais, temendo que Pedro fosse violento com ele. Nenhum dos dois disse coisa alguma durante alguns segundos, enquanto Pedro se esforçava por não chorar, reparando nas feridas que eram visíveis na pele do rapaz, que estava roxa por causa do frio.
Depois, olhando para o casaco que os pais lhe tinham oferecido em vez da consola, decidiu despi-lo e, entregando-o ao rapaz, sorriu para que ele aceitasse a oferta. O rapaz aceitou-o nas suas mãos e sorriu-lhe de volta com um sorriso tão sincero e caloroso que teria aquecido até o mais gélido dos corações.
Os pais de Pedro, que assistiram a tudo, nada lhe disseram quando ele voltou para junto deles e lhes pediu para voltar para casa porque estava com frio. Ambos estavam cheios de orgulho por terem um filho assim.
Quanto a Pedro, guardou aquele sorriso no coração toda a vida como a melhor prenda de Natal que alguma vez tivera.
(Célia Subtil, n.º 9, 8.ºB)
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
O livro da minha vida - Prof. Helena Lima
A professora Helena Lima, para além de ensinar Português na nossa escola, é uma colaboradora ativa do nosso blog, sendo a grande responsável pelos excelentes textos que, ao longo do ano letivo, nos vão chegando para publicação. Saber semear o bichinho da escrita nos nossos alunos é uma tarefa nobre que merece o nosso reconhecimento.
Este mês tomámos a decisão de conversar com a professora, a propósito da rubrica “O livro da minha vida” e destacámos a repórter Diana Simões para uma breve entrevista:
Diana: Em que períodos lê habitualmente, professora?
Prof. Helena: Costumo ler à noite, antes de adormecer. Não consigo mesmo adormecer sem antes ler um pouco.
Diana: Consegue eleger o livro da sua vida?
Prof. Helena: Sim. Os Maias de Eça de Queiroz.
Diana: E o que a marcou nessa obra?
Prof. Helena: Acho que é um livro que está sempre atual, onde Eça de Queiroz critica muito os políticos da sua época e a situação do país. Aliás, se trocássemos os personagens da obra pelos atuais protagonistas da vida política, verificaríamos que o que Eça nos descreve continua a acontecer hoje.
Diana: Obrigada, professora.
Prof. Helena: Ora essa, eu é que agradeço.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Agradecimento
O Cata Letras agradece a todos quantos nos apoiaram durante a votação para o concurso nacional de blogs. Não conseguimos passagem à segunda fase mas comprovámos a vossa entrega e dedicação. O prémio da vossa preferência será sempre a melhor medalha que alguma vez poderemos ostentar.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Concurso nacional de blogs
O Cata-letras está novamente inscrito no concurso nacional Blogs do ano 2012, desta vez nas categorias "escolar/jornal de escola" e "Livros, literatura, poesia".
As votações da primeira fase decorrem até ao dia 18 deste mês de janeiro e podes ajudar-nos a ter uma boa classificação com o teu voto. Para isso basta clicares no logotipo à direita que te remete para o blog Aventar, onde decorrem as votações.
E, já agora, um excelente ano de 2013!
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
+Textos de Natal
Os alunos do 6º A e do 6º D elaboraram diferentes textos de Natal. Desde cartas ao Pai Natal, poemas, frases e histórias, há um pouco de tudo.
Querido Pai Natal:
Como estás? Eu, bem.
Pai Natal, eu gostava de te pedir, como prendas, neste Natal, um Gelarti, um computador e o Monopólio Millionnaire. Será que me podias dar, também, o “Quem é Quem?”
Isto tudo, no caso de teres dinheiro, porque eu sei que, agora, estamos todos em crise.
Estou a ter uma ideia, Pai Natal: E se, juntos, fizéssemos o bolo-rei da crise? Assim podiamos vendê-lo e ganhar algum dinheiro para poderes, também, dar brinquedos às crianças que pouco ou nada têm.
Beijinhos da Beatriz
(Beatriz Reis – nº 1- 6º A)
Caro Pai Natal:
Como tem passado, nesse frio de rachar, aí no Polo Norte? Espero que tudo lhe esteja a correr bem.
Pai Natal, este ano, como em todos os outros anos, vou continuar a escrever-lhe cartas, para o senhor saber como me tenho portado para, assim, resolver se vai ou não dar-me as prendas que eu vou pedir.
Eu não queria pedir muito, mas o que eu queria mesmo era... um Samsung Galaxy Gio.
Mas, Pai Natal, não nos podemos esquecer do Mundo! O Mundo está a precisar de menos crise e de mais Paz e Amor! Se puderes dar uma ajuda...
Espero que me possas entregar o que eu te pedi, apesar de saber que te pedem imensas coisas e, algumas, difíceis de entregar...
Feliz Natal, querido Pai Natal!
Beijinhos da Beatriz
(Beatriz Silva – nº 2 – 6º A)
Caro Pai Natal:
Olá! Como tens passado?
Caro Pai Natal, apesar da crise, eu, pelo Natal, gostava de receber um “Tablet”. Gostava também de ter um Feliz Natal, cheio de magia e de alegria, junto de toda a minha família.
Mas não me esqueço de todos aqueles que pouco ou nada têm e que precisam da tua ajuda, neste Natal e sempre. Por isso, peço-te que não te esqueças de ajudar quem precisa de casa, de comida e de roupa.
Um abraço, Pai Natal,
Daniel
P.S. Irei deixar-te umas goluseimas na chaminé!
(Daniel Lourenço – nº 3 – 6º A)
Querido Pai Natal:
Olá! Como tem passado?
Pai Natal, eu sei que estamos numa situação económica muito difícil mas, por isso, não devemos perder a esperança de que vamos ultrapassar tudo.
Apesar desta crise, eu gostava de lhe pedir algumas prendas. Pensei num tear de pulseiras porque, assim, podia fazer pulseiras de várias formas e cores, para mim e para as minhas amigas.
Queria também pedir muita felicidade, amor e paz para toda a gente, principalmente para quem mais precisa, no mundo!
Um grande beijinho da
Joana
(Joana Simões – nº 10 – 6º A)
Querido Pai Natal:
Como passou este ano? Bem? Espero que sim!
Pai Natal, eu queria pedir-lhe um jogo para a PlayStation, muita saúde e felicidades.
Também queria que os meus pais passassem, no Natal, um dos melhores dias da vida deles. Para isso, podia fazer com que todos pudéssemos ir visitar a sua fábrica dos presentes, conhecer os duendes e, claro, o Pai Natal verdadeiro!
Um abraço do
João
P.S. Pai Natal, podia acabar com a crise?!
(João Pires – nº 11 – 6º A)
Querido Pai Natal:
Como vais? Eu, bem.
Pai Natal, eu gostaria de te pedir uns patins e dois “skates”. Mas, como estamos em crise, preferia ter os dois “skates” porque, assim, era um “skate” para mim e outro para a minha irmã.
Pai Natal e Menino Jesus, eu gostava de vos pedir uma coisa que me parece quase impossível: que a paz volte a reinar no mundo pois, agora, só há guerra. Também gostava que o Homem protegesse mais a floresta.
Pai Natal, uma quadra para ti:
Hoje é noite de Natal,
Há festa e alegria!
Vamos todos ver o programa
Onde haja mais magia!
Um beijinho da
Mónica
(Mónica Batista – nº 16 – 6º A)
Olá, Pai Natal!
Como tem passado?
Eu sei que estamos em crise mas, neste Natal, queria pedir-lhe, a si e ao Menino Jesus, um telemóvel.
Queria, também, passar um Feliz Natal, com o habitual bolo-rei, as rabanadas, as broinhas e, se for possível, com muitos outros presentes!
Aproveito esta carta para lhe desejar, também, um Feliz Natal e agradecer-lhe todos os presentes que me tem dado.
Queria também lembrar-lhe o problema da pobreza, das crianças que têm os pais desempregados e que não têm dinheiro para lhes comprar prendas e, então, pedia-lhe que lhes dê brinquedos, alimentos e abrigo, pois não têm nada.
Muito obrigada, Pai Natal!
Um beijinho da
Raquel
(Raquel Soares – nº 17 – 6º A)
Querido Pai Natal:
Olá! Está tudo bem?
Pai Natal, esta carta é para lhe mostrar que não me interesso só pelas prendas de Natal; porém, também tenho umas coisitas para lhe pedir...
Pai Natal, eu interesso-me, por exemplo, pela Árvore de Natal, pelas luzes coloridas, pelos enfeites, pelo Presépio, mas o mais importante, nesta época, é mesmo a família, as tradições, a alegria, a paz, a felicidade, o amor, a fraternidade e a comida (de Portugal): sonhos, peru, bacalhau, rabanadas, bolo-rei, bolo-rainha e, especialmente a celebração do nascimento de Jesus.
A seguir, virá o que eu quero para o meu Natal: um Samsung Galaxy SIII, PS3, PSVITA, um computador novo e o mais que eu quero é a presença dos meus padrinhos!
Adeus, Pai Natal!
Um abraço do Ricardo
P.S. Sempre acreditarei em ti!
(Ricardo Augusto – nº 18 – 6º A)
(Carta de uma menina pobre ao Pai Natal)
Querido Pai Natal:
Como tem passado?
Pai Natal, eu portei-me bem este ano e tive boas notas. A minha sorte foi conseguir ir para a escola, porque a minha mãe não tinha quase dinheiro para isso, mas sempre valeu a pena.
Como eu estava a dizer, estou muito contente com o meu esforço na escola e, como mereço, eu queria apenas uma peça de roupa nova.
É que eu não sou como as outras crianças que têm muito dinheiro e que só querem brinquedos e não dão valor ao que têm!
Espero que venhas e me tragas a prenda pedida. Vou deixar bolachinhas, para ti, perto da lareira.
Obrigada, Pai Natal!
Maria
(Beatriz Santos – nº 1 – 6º D)
Querido Pai Natal:
Estás de boa saúde?
Para este meu Natal, eu queria que me trouxesses um carro a gasolina ou a bateria. Mas não te podes esquecer dos outros meninos que passam fome e que não têm, também, nada para brincar.
Eu também queria que desses qualquer coisa ao meu irmão e que me ajudasses a ter boas notas, na escola!
Com nos meus cumprimentos,
Filipe
(Filipe Mendes – nº 6 – 6º D)
Caro Pai Natal:
Está bom?
Pai Natal, neste Natal, como eu gosto de estar entretido a brincar na rua, gostava de receber um avião telecomandado e cheio de luzes e com um balde de combate a incêndios.
Eu adorava e sempre pensei num brinquedo desses que levantam voo.
Quando entrares em minha casa, verás que está, ao pé da lareira, um prato com bolachas e um copo com leite. Espero que gostes.
Pai Natal, eu moro no Forcado, perto de Vila Nova de Poiares e espero que me deixes a prenda ao pé da minha lareira.
Obrigado por leres esta carta, pois escrevi-a especialmente para ti.
Espero que gostes, querido Pai Natal!
Um abraço do João
(João Eufrásio – nº 8 – 6º D)
Pai Natal:
Bom dia, Pai Natal! Como tem passado?
Eu gostava que o senhor me trouxesse, no Natal, um jogo para a Playstation. Este jogo chama-se Moto GP. Também gostava de ter um CD de música que se chama Caribe Mix 2012.
Mas se o senhor não me puder dar estes presentes, eu não me importo, porque há muitos meninos que nem comida têm para comer e o senhor devia levar algumas prendas para esses meninos, porque os pais deles não têm dinheiro para lhes comprar nada.
Pai Natal, o Natal é uma data muito feliz para mim, porque a família se reúne toda. Eu vou estar em minha casa, em Vila Chã, perto do Entroncamento e é aí que me deve deixar as prendas, se mas trouxer...
Bom Natal para si, Pai Natal!
Luís
(Luís Mateus – nº 12 - 6º D)
Querido Pai Natal:
Está bom? Como está o tempo aí pelo Polo Norte?
Pai Natal, eu queria, primeiro de tudo, paz no mundo, carinho, amizade e amor. Gostava de lhe pedir que ajudasse as pessoas que estão a passar fome, no que elas mais precisarem.
Sei que não é só no Natal que nos devemos lembrar dos outros e querer só presentes, porque há pessoas que não têm abrigo todo o ano e que morrem de frio e de fome. Pai Natal, ajuda essas pessoas, por favor!
Para mim, Pai Natal, eu queria um jogo para o Nintendo DSI mas, para o ter, eu prometo portar-me bem.
Eu vou estar em minha casa, no Natal, na Risca-Silva, em Vila Nova de Poiares, ou em casa dos meus tios.
Muitos beijinhos e abraços desta tua amiga,
Maria
(Maria Vaz – nº 13 – 6º D)
Caro Pai Natal:
Está bom?
Sabe, eu ando desde o início deste mês de dezembro à espera que o dia de Natal chegue. O pensamento de não o conseguir ver a entregar as prendas, deixa-me nervoso.
Eu gostava de lhe pedir uma prenda muito especial: um computador novo, só para mim, porque a minha irmã partilha o dela comigo, mas como eu e ela guardamos lá as nossas coisas todas e ele já tem quatro anos, está cada vez mais lento!
Pai Natal, se o senhor me desse esse computador novo, eu agradecia-lhe muito!
Abraços para si e para toda a sua família do
Orlando
(Orlando Simões – nº 15 – 6º D)
Meu querido Pai Natal:
Olá, como vai?
Venho por este meio informá-lo de que, neste Natal, gostaria de receber uma Playstation 3, uma bicicleta e muito carinho dos meus pais.
Não se esqueça também de me mandar, se puder, duzentos mil euros para eu dar a todas as famílias que estão carenciadas ou com deficiências.
As prendas, pode entregá-las em casa da minha avó, em Lisboa.
Com os meus melhores cumprimentos e um beijo do seu “neto”,
Pedro
(Pedro Henrique – nº 16 – 6º D)
Querido Pai Natal:
Está bom?
Neste Natal, eu gostava de receber uma televisão maior e CDs com músicas de kuduro. Mas não se esqueça dos meninos que gostavam de ter prendas e não podem tê-las.
Eu tenho muita pena desses meninos, mas peço-lhe que também não se esqueça de mim, porque eu acho que mereço receber alguma coisa.
Eu gosto muito do Natal, porque é quando se celebra o nascimento do Menino Jesus.
Beijinhos para si, Pai Natal
Rute
(Rute Pascoal - nº 18 – 6º D)
O dia em que o trenó do Pai Natal capotou
Era uma vez, no dia 25 de dezembro de 1989, um Renault 19 TR que andava a fazer corridas com os seus amigos e familiares quando, de repente, encontrou o Pai Natal com o seu trenó capotado, no meio da estrada. E o Renault foi logo ajudá-lo.
Enquanto o Pai Natal estava a telefonar para a G.N.R., o Renault endireitou-lhe o trenó e o Pai Natal perguntou-lhe:
- Queres vir ajudar-me?
E o Renault disse:
- Sim, quero muito ir ajudá-lo. Estou sempre pronto para ajudar os mais necessitados.
E o Pai Natal respondeu:
- Então, vamos lá! Temos muitos presentes para entregar.
E o Renault disse, prontamente:
- Vamos a isso!
O Renault e o Pai Natal distribuiram as prendas todas pelos meninos e meninas de todo o mundo.
O Renault chegou a sua casa no dia 26 de dezembro e o seu dono, que era um professor universitário, perguntou-lhe o que é que ele tinha andado a fazer e o Renault disse
-lhe que tinha andado a ajudar o Pai Natal.
- Então, tu deste uma grande volta ao mundo?!
E o Renault exclamou:
- Sim! Dei uma grande volta ao mundo!
E o seu dono disse-lhe:
- Quem me dera ter ido contigo! Deve ser uma grande volta! E se eu tivesse ido contigo, ficava a conhecer o Pai Natal!
(Júlio Carvalho – nº 13 – 6º A)
O Milagre do Natal
Era uma vez, no Polo Norte. O gelo começou a derreter com o aquecimento global, no dia 21 de dezembro.
O Pai Natal começou a ficar preocupado, porque tinha tantas cartas e brinquedos para entregar às pessoas. Foi a correr para a fábrica e perguntou:
- O que se passa?
Um dos duendes respondeu:
- A nossa fábrica dos presentes ficou sem eletricidade e, por isso, não funciona e não temos brinquedos!
O Pai Natal perguntou,, então, muito incomodado:
- Quando voltamos a ter energia?
E o duende exclamou:
- Em princípio, amanhã!
O Pai Natal respondeu, muito preocupado:
- E os brinquedos? Não vamos ter tempo para fazer os nossos brinquedos e vamos precisar de muita ajuda!
O duende sugeriu, então:
- Vamos convidar a turma do 6º A, da Escola de Vila Nova de Poiares, para nos ajudar, nesta tarefa.
E, assim, o Pai Natal, com a ajuda do 6º A, conseguiu entregar os presentes na data certa.
(Leonardo Sousa – nº 14 - 6º A)
Dia de Natal
No dia de Natal,
Jesus irá nascer;
Neste dia especial,
O Deus-Menino eu vou ver!
Haverá presentes
Meias na chaminé, a enfeitar;
Na lareira haverá calor
E neve no chão, a brilhar!
Vou receber presentes,
Junto à árvore de Natal;
À noite, estarei contente,
Vendo Jesus no trono real.
(Fábia Costeira – nº 6 – 6º A)
Rap para o Pai Natal
Olá, Pai Natal
É a primeira vez que escrevo para ti;
Sou de Vila Nova de Poiares
E gostava de ser o Boss Ac.
Desculpa o atrevimento,
Mas tenho alguns pedidos;
Espero que não fiquem
Na prateleira, esquecidos!
Como nunca te pedi nada,
Peço tudo duma vez,
E fica a conversa despachada!
Talvez existam pedidos extravagantes
Mas põe lá juízo nestes governantes!
A crise tem que acabar
Ou acabamos nós com fome,
Tristes e a chorar;
E já agora para acabar,
Sem querer abusar,
Dá comida à África
E nem precisas embrulhar!
Não sei se tu existes
A Coca-cola é que te inventou;
Mas quando falei de ti
Toda a gente chorou!
A última coisa a pedir-te:
Retira do Presépio o Gaspar
Porque só faz lembrar
O político do azar!
Adeus, Pai Natal
Boa sorte com os presentes,
Espero que, assim,
Nos deixes todos contentes!
(Filipe Carvalho – nº 7 – 6º A)
Natal em festa,
Festa da Família,
Família reunida,
Reunida para festejar.
Festejar este dia
Dia tão divino
Divino e sagrado
Sagrado é Jesus.
Jesus, a grande luz
Luz que nos ilumina a vida
Vida feliz
Feliz Natal!
Natal é festa!
(Luísa Marques – nº 15 – 6º A)
Lá vem o Pai Natal
Com as renas a voar,
Toda a gente olha para ele
E o vem saudar.
Chegou o Natal
E a neve a brilhar
São tantas as prendas
Para alegrar!
(Samuel Martins – nº 19 – 6º A)
É Natal, é Natal
O peru já está feito;
Vamos para a mesa
E tenham bom proveito!
(Filipa – nº 5 – 6º D)
O Pai Natal foi passear
E um favor foi fazer:
Entregar prendas às crianças
Para as satisfazer!
(João Castanheira – nº 9 – 6º D)
O Pai Natal é bom
E todos gostam dele!
Tem um gorro vermelho
E renas grandes, grandes!
O Pai Natal tem barbas brancas
E entrega muitas prendas!
(João Tomás – nº 10 – 6º D)
Nesta noite de luz,
Espero que o Pai Natal
Me encha a minha meia
E ma ponha no estendal!
(Mariana José – nº 14 – 6º D)
Está a chegar o Natal
A Árvore começo a preparar,
Para, depois, nela,
Os enfeites pendurar!
No dia de Natal,
Mesmo à sua frente,
Vou pedir ao Pai Natal
Para deixar o meu presente!
(Rafael Ferreira – nº 17 – 6º D)
O Natal para mim…
É quando toda a família se reúne.
Falamos, brincamos e comemos as deliciosas iguarias e doces.
Depois, chegam as prendas, com muita alegria!
Viva o Natal!
(Daniela Carvalho – nº 3 – 6º D)
Ver sorrisos por todo o mundo
O Natal é uma época de emoção. É quando reunimos a família e nos apercebemos de quem é importante para nós. Quando oferecemos um presente a alguém, estamos a exprimir o carinho que sentimos por essa pessoa e quando somos nós a receber, sentimo-nos felizes por saber que alguém se lembrou de nós, também.
Mas o Natal não é só alegria, quando vemos que há pessoas que não têm nada para comer e nem um presente para receber.
Então, dá-nos vontade de ajudar, sem receber nada em troca para, ao menos, vermos um sorriso na cara de alguém, com dificuldades.
Depois, quando o Natal acaba, ficamos com as lembranças desse dia tão bonito e que tanta alegria nos trouxe!
(Daniela Marta – nº 4 – 6º D)
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Estafeta de narrativas VIII
Ora cá temos mais um livro cuja leitura se recomenda...
O livro que eu recomendo chama-se Molly Moon – O Incrível Livro do Hipnotismo e o seu autor é Giorgio Byng.
“Molly Moon era ainda bebé quando foi encontrada dentro de uma caixa de caramelos, à porta de um orfanato tristonho, dirigido por uma terrível mulher chamada Miss Adderstone que, quando se zanga com Molly, a obriga a limpar as casas de banho com a escova de dentes.
Molly não é muito popular no orfanato e o seu único amigo é Rocky. Como se não bastasse ainda existe o grupinho de Hazel que adora irritá-la.
Molly tem um grande sonho que é tornar-se uma super estrela da Broadway, em Nova Iorque.
Certo dia, Molly descobre, na Biblioteca Municipal, um livro sobre hipnotismo.Para poder estudar bem o livro, Molly inventa que está doente, o que a impede de frequentar as aulas. Dia após dia, vai aprendendo mais sobre hipnotismo.
Quando volta novamente às aulas, recebe a notícia de que o seu amigo tinha sido adotado e se tinha ido embora com a sua nova família. Ao saber disto, Molly fica muito triste e a pensar se vai voltar a vê-lo.
Continuando a estudar o livro, Molly tem uma excelente ideia: tentar hipnotizar a cozinheira do orfanato para ela fazer deliciosas especialidades italianas e mudar a forma de agir de Miss Adderstone e de Hazel.”
Será que Molly consegue ir para Nova Iorque e tornar-se numa super estrela da Broadway?
Será que volta a ver o seu grande amigo? Será que consegue mudar as atitudes de Miss Adderstone e de Hazel?
Só saberão as respostas, lendo este fantástico livro!
Mas, cuidado! Correm o risco de serem hipnotizados por Molly Moon!
(Trabalho de Raquel Martins – nº 3 – 9º A)quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Dramatização do texto "Sabes, Maria, o Pai Natal não existe"
A fantástica equipa da nossa escola, composta pelas professoras Dulce Carvalho (adaptação) e Ana Cruz (produção), pela assistente operacional Lurdes Santos (narração) e pelos alunos de ensino especial Tatiana (5ºB), Cristiana (5ºB), João Silva (8ºA), João Carlos (8ºA) e Ricardo André (CPRB) têm levado até aos alunos do pré-escolar e do primeiro ciclo dos centros de São Miguel, de Vila Nova de Poiares, da Arrifana e aos idosos do Lar da Nossa Senhora das Necessidades a dramatização da peça "Sabes, Maria, o Pai Natal não existe". Aqui ficam algumas imagens:
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Estafeta de narrativas VII
Não param de chegar as participações na Estafeta de Narrativas, o que nos deixa muito satisfeitos relativamente ao empenho dos alunos na iniciativa. Desta feita, ficamos com a escolha da Cíntia do 9ºB:
Diário, de Sebastião da Gama
Este livro não é apenas mais um conjunto de folhas impressas e reunidas, encadernadas de um modo bonito. Este livro é um transmissor de cultura e de sensibilidade. É educativo, quer no plano literário, quer para situações do dia a dia. É a experiência de uma pessoa cujo olhar desafiava a vida...
Sebastião Artur Cardoso da Gama nasceu a 10 de abril de 1924 e faleceu a 7 de fevereiro de 1952. Foi um poeta e professor português e este livro foi escrito enquanto estagiava a pedido do seu metodólogo (orientador de estágio). Sebastião da Gama foi vítima de tuberculose (motivo pelo qual faleceu tão cedo) e teria ido viver para a Serra da Arrábida, em Setúbal, propositadamente, para ter mais facilidade em respirar, visto que os ares da serra eram ricos em iodo, o que o ajudava...
Aconselho a leitura deste Diário a quem esteja disposto a aprender um pouco mais com a sua experiência e a sua sensibilidade.
(Cíntia Pinheiro, 9ºB)
Estafeta de narrativas VI
Desta vez, publicamos a opinião de um aluno da Turma 11º A, sobre um livro que muito lhe agradou e cuja leitura aconselha.
O livro que eu recomendo chama-se “Equador” e é da autoria de Miguel Sousa Tavares. Narra a história de Luís Bernardo Valença, um homem bem sucedido na vida, que é encarregado pelo rei D. Carlos de embarcar rumo a São Tomé e Príncipe, com a missão de provar ao mundo que Portugal não exercia trabalho de escravo naquela colónia.
No decorrer desta história, Luís Bernardo verifica que, de facto, em algumas roças de cacau existia, na realidade, esse tipo de trabalho. Ao mesmo tempo, David, cônsul inglês vindo da Índia, tinha por missão verificar se existia escravatura naquelas ilhas e disso apresentar um relatório, ao seu país.
A missão de Luís Bernardo como governador de São Tomé revela-se um fracasso, não convencendo o estrangeiro de que não existia escravatura nas ilhas. Para além disso, tem ainda um caso de adultério com Ann, mulher de David e tudo isso se revela uma triste e ruinosa desilusão.
Esta história atinge o seu fim no contexto do Regicídio de 1908, com a receção de uma carta escrita por Luís Bernardo, antes de cometer suicídio. Nesta carta, enviada ao rei – que nunca viria a lê-la, por ironia do destino - relata o seu ignóbil fracasso.
(Mário Marques – nº 18 – 11ºA)
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