segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Poema sentimental


 

 
O amor, às vezes, é tão injusto
Um coração percebe que fez mal
Quer remediar as coisas
Mas o outro não se decide
Já ando a ficar impaciente
Quero saber da sua decisão
A minha alma gemia
Preciso dela
Não consigo viver sem ela
O amor não precisa
De escolher idades,cores,
Se é alto, baixo, mais cheia
Ou mais magra
Não interessa
O nosso coração
Não precisa disso para ser feliz
Precisa  é de alguém que o compreenda
Que o ajude
O meu coração anda  a ficar triste
Não tem ninguém que o compreenda
Pede ajuda a outro coração
Que se junte a ele.

 
 
André Galante
Nº 2/9º Ano/ A. C.


 

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Tu és minha

O perfume das rosas,
Tulipas, papoilas é inodoro
Todas as mulheres são desastrosas,
Porque é por ela que nutro meu amor.
E sim ela é divina,
Mais bela que a cheia Lua…
Meu desejo, escrito na minha sina,

Que ela me pudesse dizer: “Eu sou tua”.



Jorge Santo, 12º A

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Tempestade frágil

Quando zangada ela está
É como uma tempestade
Destruidora e má
Mas co muita vivacidade
De um lado para o outro ela caminha
E grita bem alto
Como se estivesse sozinha
Num grande asfalto
Porém, frágil ela é
Como se fosse uma princesa
Que o sapato perdeu de seu pé
E que espera sempre a surpresa
Natureza de dama
Irrefutável mas propositado:
A quem o homem tanto ama,
O amor inalcançado
O fruto mais apetecido
É mesmo o proibido

Ai Homem tão atrevido…


Jorge Santo, nº 16, 12º A

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Leitor do mês de janeiro

O título mais lido do mês foi " A fada Oriana".



A leitora do mês :


Mafalda Zarça, n.º 11, 5ºD


Também estão de parabéns :

Dulce Travassos, n.º 6, 5ºA

Gonçalo Sousa, n.º 6, 5ºB

Leonor de Brito, n.º 15, 5ºA

Flávia Rodrigues, n.º 8, 5º A

Ana Santos, n.º 2, 5º B

Carolina Santos, n.º 4, 5ºB

Micaela Santos, n.º 16, 5º D

Camila Rebelo, n.º 5, 5º A

Rui Martins, n.º 18, 6º D
Boas leituras.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

O que eu lhe digo?

O que eu lhe digo?

Sem palavras na boca não lhe posso dizer o que eu sinto.

Mas se não lhe disser, não lhe explico

O que sinto por ele.
 

Mas hei-de experimentar
Quando abri a boca pela primeira vez
E de dentro saiu uma voz dizendo-lhe
-  Pai eu amo-te.


E sem mais nenhuma reação o meu abraçou-me
Pôs-me no berço e disse :
- Eu também te amo, filha!

 
 
 Carolina Martins, n.º 19, 5º B

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Mensagem Pessoana


Poemas escritos por Pessoa
Constituem a Mensagem
A mensagem que voa
Para mostrar uma miragem
Miragem esta para revolucionar
Nosso espírito, nosso coração
É necessário lutar, acordar
Para uma nova revolução
Espiritual ou não…
 
 
 
 
 
Jorge Santo. n.º 16, 12º A

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Extraterrestres na biblioteca

Está patente, na Biblioteca Escolar, uma exposição de extraterrestres, no âmbito da disciplina de Físico-Química.
Aqui ficam alguns dos exemplares de E.T. que podes conhecer...








terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Tempo em segundos

Tempo é sobre o que vou escrever
Porquê? Porque sim ou não sei
À mi alma está a apetecer
E na minha cabeça pensei
Pensei e perguntei
O que será o tempo?
Será horas? Será segundos?
Será o que é levado pelo vento?
Pensamentos profundos
Que nos levam a questionar

A razão de cá estar.

Jorge Santo, n.º 16, 12º A 

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Feliz ano novo!


Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenes
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
- Ó delicioso voo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança…
E em torno dela indagará o povo:
- Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
- O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA…


(Mário Quintana)



segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Boas Festas!




A equipa da BE, deseja a toda a comunidade escolar um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo!

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

A Sara mudou de visual



Autora  :  Maria Teresa  Maia Gonzalez
Editora : Difel
Data 1ª Edição : 1997

A Sara tinha três irmãos, sendo um deles seu irmão gémeo, o Simão  Pedro.
Sara era muito católica e dava aulas de catequese e não era muito ligada à moda, andava sempre despenteada, com a mesma camisola e com as mesmas calças velhas. A sua melhor amiga e a sua mãe queriam que ela usasse roupa roupa mais feminina, mas ela só se preocupava com os meninos da paróquia.
Sara adorava pintura e até tinha muito jeito. Os rapazes andavam sempre atrás dela, mas ela era apenas amiga  do Tito.
No dia em que a Sara completou os seus 18 anos, houve uma grande festa. Todos estavam reunidos ; a família, os seus amigos e os do seu irmão. Sara decidiu surpreendê-los , com roupa nova e cabelo curto.
No dia seguinte, Sara decidiu ir para um convento.


Daniela Marta , nº 7 do 7º ano /turma D

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Leitor do mês de novembro

E o leitor do mês é ...

Dulce Mariana Ferreira Travassos, n.º 6, 5º A


Mais mais grandes leitores fazem parte desta lista, a saber:

Camila Rodrigues Rebelo, n.º 6, 5ºA
Ana Maria P. F Santos, nº 2, 5º B
Márcia Filipa Simões Rosa, n.º 16, 5ºA
David José S.A. Simões, n.º 5, 5ºB
Carolina Isabel S. Simões, n.º 3, 5ºB
Mafalda Tavares Ferreira Zarça, n.º 11, 5ºD
Hugo Filipe Aldeia Coimbra, 7ºA
Mónica Jéssica R. Simões, n.º 10, 5ºB
José Guilherme C.C. Carvalho Santos, n.º 15, 5ºA

Parabéns !

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Livro mais lido de novembro

Era uma vez uma fada chamada Oriana. Era uma fada boa e era muito bonita. Vivia livre, alegre e feliz dançando nos campos, nos  montes, nos bosques, nos jardins e nas praias. (...)



Neste gélido mês de novembro o livro mais lido foi "A fada Oriana" , de Sophia de Mello Breyner.

Vem conhecer este e outros livros de Sophia à tua biblioteca escolar!

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

A lenda do velho de Unhais

Em tempos que já lá vão há muito, havia na aldeia de Unhais um homem já idoso e temente a Deus que, para cumprir os seus deveres de cristão, se via obrigado a percorrer todos os domingos longas distância até chegar a uma igreja onde pudesse ouvir missa. Era uma figura austera, conhecida em toda a região, que dava mostras duma fé profunda mas ao mesmo tempo eivada de tristeza por não lhe ser possível cumprir os preceitos religiosos na sua terra por nela não existir qualquer igreja e capela onde pudessem ser celebrados.
Nas suas andanças pela serra, calhou num domingo assistir à missa na igreja se Santa Maria Maior na cidade da Covilhã, distante da sua aldeia, por caminhos e atalhos, algumas dezenas de quilómetros. Cumprido o preceito dominical, encheu-se de coragem e dirigiu-se à sacristia para falar com o celebrante, a quem se lamentou do esforço e do sacrifício que fazia todos os domingos para cumprir as suas obrigações de fervoroso católico.
Comovido com tanta fé, mas não avaliando porventura, em toda a sua dimensão, a tenacidade  do velho unhaisense, o prior de Santa Maria prometeu-lhe a construção duma igreja na sua aldeia, na condição de durante um ano inteiro não faltar ali, na Covilhã, um só domingo para assistir à missa. O velho ainda hesitou em aceitar o repto, pensando na distância que teria de calcorrear todos os domingos do ano, mas confiante na força da sua fé acabou por aceitar o desafio.
E passou a ser uma presença domingueira naquela igreja, constituindo um exemplo de fé e de perseverança a suscitar admiração generalizada, até que, no derradeiro domingo do ano, um dia particularmente agreste e marcado por grande nevada, o prior, ao notar a ausência do unhaisense, esfregava as mãos de contente, pensando que se libertaria do compromisso assumido e dizendo para os paroquianos que “é hoje que o velho de Unhais falta à missa e assim não vai ganhar a igreja”. Mas não contava com a tenacidade do velho. Com o povo já cansado de esperar pelo início da cerimónia e quando o sacerdote, já paramentado, se aprestava para subir ao altar, eis que entra na igreja o “velho de Unhais”, encharcado até aos ossos e cansado da longa e fatigante viagem em condições climatéricas tão adversas.
Sacudindo com gestos largos o albornoz que o defendera da neve e do frio e acomodado a um canto, ao fundo da igreja, como era seu hábito, o velho unhaisense, com voz rouca e cansada de serrano calejado na dureza da sua faina quotidiana, ainda teve forças para gritar bem, alto “cá está ele, o velho de Unhais, ganhei a igreja para a minha terra”.
E terá sido esta lenda, bonita e simples como são todas as lendas, que a velha igreja paroquial foi erguida e a povoação de Unhais se passou a chamar Unhais o Velho, derivando mais tarde para a designação atual de Unhais-O- Velho.



Pesquisa e adaptação de Leonor Brito, 5ºA, nº 15

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Dia Internacional da Filosofia

O dia 21 de novembro foi dedicado à filosofia. Para comemorar do dia internacional da Filosofia, as docentes do grupo 410 – Filosofia, apostaram em diferentes atividades.  Destacaram-se os momentos dedicados à filosofia no cinema”, com a visualização do filme “O Rapaz do Pijama às rRscas”, o consultório Filosófico, no qual os alunos de filosofia foram os médicos de serviço, as histórias filosóficas, com a Drª. Imaginação (D. Lurdes Santos), e uma exposição trabalhos realizados pelos alunos, intitulada "Da palavra ... à ação", por sinal bastante criativa.

Uma forma diferente de contactar com a filosofia e de constatar que esta ciência está, afinal, presente no nosso dia a dia.