Depois do 5ºA, é a vez de publicarmos a “brincadeira” que o 6ºB fez, a partir do bem conhecido poema Faz de conta de Eugénio de Andrade:
Faz de Conta
Faz de conta que sou abelha.
Eu serei a flor mais bela.
Faz de conta que sou cardo.
Eu serei somente orvalho.
Faz de conta que sou potro.
Eu serei sombra em Agosto.
Faz de conta que sou choupo.
Eu serei um pássaro louco,
Pássaro voando e voando
Sobre ti vezes sem conta.
Faz de conta, faz de conta.
(Eugénio de Andrade)
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Faz de Conta
Faz de conta, faz de conta.
Eu serei um pássaro louco,
Pássaro voando e voando
Sobre ti vezes sem conta.
Faz de conta que sou choupo.
Eu serei sombra em Agosto.
Faz de conta que sou potro.
Faz de conta que sou cardo.
Eu serei somente orvalho.
Faz de conta que sou abelha.
Eu serei a flor mais bela.
(6ºB)
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
terça-feira, 4 de novembro de 2008

Fonte da imagem: aqui
Até ao final deste mês, continuamos a receber e a publicar as vossas criações, no âmbito do nosso concurso criativo. Desta feita, é o Filipe Tápia que nos dá a conhecer os seus versos:
Ergue-te
Ergue-te
Atira fora a charada da tua vida.
Deixa-me acender-te o coração,
Arder a decadência da tua vida.
Sente a luz dos meus olhos,
Encontra o caminho pela escuridão hoje
Sem ter medo de ninguém.
Vem levar-me
Remove-me o medo dos olhos,
Sente a chama do meu coração
A desvanecer-se.
Toda a conversa negada
Ouvindo ninguém.
Sou precioso para ti agora?
Agora não o consigo parar.
Pura emoção
Caindo dos meus olhos.
És vindicadora,
Libertante
Salvadora da minha alma.
Filipe Tápia, 10º ano
Ergue-te
Ergue-te
Atira fora a charada da tua vida.
Deixa-me acender-te o coração,
Arder a decadência da tua vida.
Sente a luz dos meus olhos,
Encontra o caminho pela escuridão hoje
Sem ter medo de ninguém.
Vem levar-me
Remove-me o medo dos olhos,
Sente a chama do meu coração
A desvanecer-se.
Toda a conversa negada
Ouvindo ninguém.
Sou precioso para ti agora?
Agora não o consigo parar.
Pura emoção
Caindo dos meus olhos.
És vindicadora,
Libertante
Salvadora da minha alma.
Filipe Tápia, 10º ano
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
POEMA PUZZLE
Livro
Livro
um amigo para falar comigo
um navio
para viajar
um jardim
para brincar
uma escola
para levar
debaixo do braço.
Livro
um abraço
para além do tempo
e do espaço.
(Maria Luísa Ducla Soares)
Livro
Um jardim
Uma escola
Para brincar
Para falar comigo
Para viajar
Livro
Um amigo
Para levar debaixo do braço
Um navio
Um abraço
Para além do tempo
E do espaço.
(5ºA)
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Publicamos hoje mais um texto, no âmbito do nosso concurso criativo, desta feita enviado pelo João Pereira. É o relato de uma aventura fantástica, cheia de surpresas e de personagens irreais, protagonizada pela corajosa Mafalda.

Viagem a outro mundo
Era uma vez uma rapariga chamada Mafalda que era muito curiosa. Estava no 5º ano de escolaridade e tudo era novidade para ela, as disciplinas, os colegas, os professores, os espaços escolares, etc.
Dia após dia ia-se acostumando a tudo. Como havia uma praia perto da escola, começou a ir lá no fim das aulas.
Certo dia, como estava cansada foi dar um mergulho. E assim começa a história. Quando já estava submersa virou-se, olhou para cima e reparou que estava muito longe da superfície. Então, assustada, nadou com toda a força mas apercebeu-se que quanto mais nadava para a superfície, mais se afastava dela e então tentou inverter o seu rumo.
Nadou cada vez mais para baixo, até que chegou ao fundo. Ainda com uma reserva de ar, nadou para a frente avistando um navio naufragado.
A zona em que se encontrava era baixa e decidiu investigar. Procurou por todo o lado e reparou que não havia lá nada. De repente, lembrou-se que não tinha revistado o porão. Entrou e viu um baú, pensou que seria um tesouro! Abriu-o e viu um símbolo Inca, de repente sentiu-se a ser arrastada para dentro dele. Passados alguns segundos, pensou que ia morrer e então fechou os olhos. Instantes depois abriu-os e reparou que respirava ar puro! Olhou para trás de si e nem acreditou no que vira, mesmo ao pé de si estava uma bolha gigante que lá dentro transportava um grande palácio e escolas em estilo romano.
Mafalda começou a nadar até lá e quando chegou um homem peixe avisou-a que os seres recém-chegados àquele mundo só lá podiam permanecer durante 48 horas, senão ficariam ali presos para todo o sempre, transformando-se numa criatura horrenda como o homem-peixe. Ela ficou horrorizada com o que ouviu, porque não se queria tornar naquele ser. Então continuou até que viu outros homens-peixe a voarem em cima de “Dragonairs” (criaturas aladas azuis e brancas com uma bola mística ao pescoço que serve de G.P.S.).
Na praça ao pé da escola, havia, já desde há muitos anos, uma espada mágica que, quando alguém lhe tocava, lançava uma energia ultra-sobrenatural .
De repente Mafalda ouve um estrondo, toca com toda a força a campainha de alarme. Todos diziam que um tal Wandestarfall tinha voltado para roubar a espada e capturar o príncipe Glastivown (príncipe que reinava naquele mundo). Logo, Wandestarfall arromba os portões e começa a guerra. As suas armas eram machados e espadas, e as de Glastivow eram lanças e bestas.
A batalha começou, Mafalda escondera-se a observar o que se passava! Tinha medo, mas tinha que fazer alguma coisa.
Olhou para os lados e viu um Dragonair pousado. Pensou que estava ali a solução. Montou nele e levantou voo. Como era esperta, apercebeu-se que para o controlar tinha que inclinar o corpo para onde queria ir, então deu a volta e foi combater. Reparou que não tinha armas…olhou ao longe e viu uma besta, então tentou apanhá-la. Não foi fácil até a conseguir apanhar, apareceram muitos guerreiros do mal para a impedir de ganhar a batalha. Com muito esforço, Mafalda alcança a besta desviando-se e eliminando todos os guerreiros de Wandestarfall.
Todos lhe estavam gratos pela vitória e como prova da sua gratidão, deixaram-na tentar tirar a espada mágica da pedra de Excalibur.
Com a alma aberta retirou a espada da pedra e o príncipe Glastivow, como recompensa, mostrou-lhe a porta de saída daquele mundo.
Como a viagem de regresso era atribulada e perigosa, o príncipe ofereceu-lhe a espada. Então Mafalda, cheia de coragem, foi em busca da saída.
Andou e ao longe avistou uma sala. Começou a correr na sua direcção e de rompante a porta fecha-se trancando-a lá dentro. Olhando para todos os lados e sem saber o que fazer, vê uma pedra no meio da sala. Olhou e lembrou-se da espada espetada na pedra e decidiu experimentar fazer o mesmo para ver o que acontecia. Imediatamente a pedra desfaz-se em mil bocadinhos. Retira a espada e rapidamente se apercebe que o chão se divide em dois. Sem ter alternativa, mergulha e nada em direcção ao mar. Quando chega à superfície olha em redor e vê a praia onde mergulhara e com medo que mais alguma coisa lhe acontecesse, nada rapidamente até à costa. Aí reparou que a espada tinha diminuído tanto de tamanho que ficou com o formato de um porta-chaves. Cansada, chega a casa e conta o que lhe tinha sucedido, mas ninguém acreditou na sua história. Restava-lhe como prova da sua aventura a pequena espada que guardou para sempre.
João Carlos Carvalho Pereira, 5º D nº 8
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
O (ANIMADO) MÊS DAS BIBLIOTECAS
Para além destas, muitas outras iniciativas estão a decorrer, no âmbito do Mês das Bibliotecas. Depois de terminado o Poema Puzzle, cujo resultado pode ser apreciado nas janelas, arranca agora a Estafeta de Poemas, que envolverá toda a comunidade educativa.
E não se esqueçam que temos ainda a História do Mês (para completar até ao final de Novembro) e o concurso criativo do Cata Letras! Para este último, continuamos a receber alguns textos muito interessantes e que merecerão honras de publicação aqui no blog, como havíamos já informado.
Não te faltam, portanto, oportunidades para participares. Passa pela biblioteca, recolhe os pormenores sobre as iniciativas que estão a decorrer e, já agora, aproveita para requisitar um livro!
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Publicamos esta semana o primeiro dos textos que temos recebido, no âmbito do concurso criativo que o Cata-Letras lançou no início de Outubro. Trata-se de uma sentida invocação da amizade, feita pela Diana Santos:
O meu objectivo
Os amigos são poucos para tanto sentimento que está dentro de mim. Por vezes apetece-me rir e tenho um amigo ao lado. Outras, quero conversar e aparece um amigo do nada para eu poder falar. Mas, quando a raiva e a amargura tomam conta do meu ego, nem o mundo inteiro era capaz de me apaziguar. Por isso escrevo. Redijo aquilo que me apoquenta, aquilo para o qual não tenho nem obtenho resposta.
O meu objectivo não é que pensem que sou louca ou uma “poeta” do terceiro mundo. Apenas que leiam o que escrevo e que, se não entenderem a minha dor, que pelo menos retirem uma lição das minhas palavras e que aprendam que o mais importante não é ser amigo de corpo e alma. É preciso entender o que os nossos amigos sentem…Olhem pelos vossos amigos, olhem por aqueles que vos querem bem. Cuidem de quem vos ama!
Diana Santos, 10º ano
O meu objectivo
Os amigos são poucos para tanto sentimento que está dentro de mim. Por vezes apetece-me rir e tenho um amigo ao lado. Outras, quero conversar e aparece um amigo do nada para eu poder falar. Mas, quando a raiva e a amargura tomam conta do meu ego, nem o mundo inteiro era capaz de me apaziguar. Por isso escrevo. Redijo aquilo que me apoquenta, aquilo para o qual não tenho nem obtenho resposta.
O meu objectivo não é que pensem que sou louca ou uma “poeta” do terceiro mundo. Apenas que leiam o que escrevo e que, se não entenderem a minha dor, que pelo menos retirem uma lição das minhas palavras e que aprendam que o mais importante não é ser amigo de corpo e alma. É preciso entender o que os nossos amigos sentem…Olhem pelos vossos amigos, olhem por aqueles que vos querem bem. Cuidem de quem vos ama!
Diana Santos, 10º ano
quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Neste sentido, vamos tentar desdobrar-nos em ideias, procurando mil e uma formas de chegar aos nossos leitores.
E uma dessas formas é, sem dúvida, apelar à vossa participação e colaboração. Não se esqueçam de enviar os vossos textos para o nosso endereço electrónico, habilitando-se, com a vossa criatividade, ao prémio que continua em exposição na nossa Biblioteca.
Todos os textos que recebermos até ao final de Novembro, devidamente identificados, serão automaticamente candidatados a concurso e publicados aqui no blog, sejam eles poemas mais intimistas ou simples opiniões sobre livros que vos tenham marcado particularmente.
Na próxima semana começaremos a publicar algumas das participações, que entretanto fomos recebendo.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
QUERES GANHAR UM PRÉMIO?
O Cata-Letras tem para te oferecer um livro e uma t-shirt!
Envia um texto da tua autoria (um poema, um conto…) para o nosso endereço electrónico (blogbiblioteca@hotmail.com) ou deixa-o junto da D. Maria José.
A melhor participação que recebermos até ao final do mês de Novembro terá direito ao prémio em exposição na nossa biblioteca.
Vá lá, despachem-se!!!
Envia um texto da tua autoria (um poema, um conto…) para o nosso endereço electrónico (blogbiblioteca@hotmail.com) ou deixa-o junto da D. Maria José.
A melhor participação que recebermos até ao final do mês de Novembro terá direito ao prémio em exposição na nossa biblioteca.
Vá lá, despachem-se!!!
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
APRENDE A LER UM LIVRO!
Depois deste vídeo, a tua relação com os livros nunca mais será a mesma.
(COM SOM)
(COM SOM)
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
ANO NOVO, VIDA NOVA!
Olá a todos!
Depois de uma repousante interrupção estival, o Cata Letras está de volta.
Depois de uma repousante interrupção estival, o Cata Letras está de volta.
Ou melhor, não só estamos de volta, como sobretudo às voltas com os livros, que serão este ano lectivo, mais do que nunca, os instrumentos da nossa felicidade.
Enquanto espaço de promoção do livro ao serviço da nossa biblioteca, o Cata Letras (re)aparece com algumas mudanças. Mudanças de “roupagem”, como terão reparado até os mais distraídos, e mudanças na relação com os nossos leitores.
Procuraremos ser mais dinâmicos e criativos, não só na promoção dos livros, como na publicação das vossas criações, que contamos continuar a receber.
Um bom ano lectivo!
Enquanto espaço de promoção do livro ao serviço da nossa biblioteca, o Cata Letras (re)aparece com algumas mudanças. Mudanças de “roupagem”, como terão reparado até os mais distraídos, e mudanças na relação com os nossos leitores.
Procuraremos ser mais dinâmicos e criativos, não só na promoção dos livros, como na publicação das vossas criações, que contamos continuar a receber.
Um bom ano lectivo!
sexta-feira, 20 de junho de 2008
ATÉ JÁ!
O Cata-Letras agradece a todos aqueles que, durante o ano lectivo, ajudaram a manter este espaço criativo.
A alunos, professores e restantes colaboradores, os nossos agradecimentos pela vossa disponibilidade.
A alunos, professores e restantes colaboradores, os nossos agradecimentos pela vossa disponibilidade.
terça-feira, 17 de junho de 2008

A Sereia
Era uma vez uma menina chamada Iara. Tinha cabelos ruivos como o fogo e olhos azuis como o mar.
Um dia, essa menina estava em pé numa rocha e resolveu atirar-se ao mar.
De repente, ganhou escamas e uma barbatana e transformou-se numa sereia.
Quando andava a nadar, apareceu-lhe pela frente uma bruxa-polvo muito má.
A bruxa-polvo fazia-lhe a vida negra, porque lhe batia com um tridente que tinha trocado pela vassoura.
Esta bruxa-polvo tinha também trocado o seu chapéu por uma coroa e, com os seus poderes, fez uma grande tempestade para matar a sereia.
Esta começou a gritar e a levantar os braços. Então, viu ao longe um barco que veio socorrê-la.
Nesse barco vinha um príncipe que a salvou e, quando ela pulou para o barco, perdeu as escamas e a barbatana e voltou a ser uma menina.
Então ela e o príncipe casaram-se e foram felizes para sempre.
Os Galos Jogadores
Era uma vez dois galos que gostavam muito de jogar futebol.
Um dia, resolveram fugir do galinheiro onde moravam. Roubaram uma bicicleta a duas ovelhas e foram até à paragem do autocarro. Quando o autocarro passou entraram e sentaram-se num sofá que lá estava, a jogar o jogo do galo.
Quando chegaram à paragem do Estádio dos Cavalos, saíram do autocarro e entraram no estádio.
Entretanto, começou o jogo da equipa dos cavalos, mas aconteceu um imprevisto: ao tentar marcar um golo, a bola bateu num dente do cavalo Férix e partiu-lho.
Entretanto, caiu uma trave em cima do cavalo Atrasado e partiu-lhe uma perna.
Como não havia jogadores suplentes, os dois galos começaram a correr pelas escadas abaixo, direitinhos ao relvado.
No relvado, começaram a jogar e depois o galo Maluco saiu do campo, porque tinha levado um murro do cavalo Jair e, a seguir, o galo Pindérico marcou sete golos.
Entretanto, os lobos que jogavam contra os cavalos, marcaram três golos, mas o galo tinha ganho a taça.
O público - que eram os porcos, os bois e os pássaros - estava todo contente e, já fora das bancadas, estava a pedir autógrafos à equipa do cavalos, ao galo e ao treinador, uma avestruz que se chamava Jonas.
Havia uma claque de macacas que não parava de comer bananas e, de repente, um elefante escorregou numa casca e caiu em cima da avestruz, mulher do treinador.
Ela ficou toda pisada e foi logo para o hospital das zebras e os cavalos e o galo foram embora para casa das mulheres deles e, depois, foram ainda para a discoteca até às sete da manhã, para comemorar aquele jogo!
E foram estes galos que salvaram a equipa dos cavalos!
Era uma vez dois galos que gostavam muito de jogar futebol.
Um dia, resolveram fugir do galinheiro onde moravam. Roubaram uma bicicleta a duas ovelhas e foram até à paragem do autocarro. Quando o autocarro passou entraram e sentaram-se num sofá que lá estava, a jogar o jogo do galo.
Quando chegaram à paragem do Estádio dos Cavalos, saíram do autocarro e entraram no estádio.
Entretanto, começou o jogo da equipa dos cavalos, mas aconteceu um imprevisto: ao tentar marcar um golo, a bola bateu num dente do cavalo Férix e partiu-lho.
Entretanto, caiu uma trave em cima do cavalo Atrasado e partiu-lhe uma perna.
Como não havia jogadores suplentes, os dois galos começaram a correr pelas escadas abaixo, direitinhos ao relvado.
No relvado, começaram a jogar e depois o galo Maluco saiu do campo, porque tinha levado um murro do cavalo Jair e, a seguir, o galo Pindérico marcou sete golos.
Entretanto, os lobos que jogavam contra os cavalos, marcaram três golos, mas o galo tinha ganho a taça.
O público - que eram os porcos, os bois e os pássaros - estava todo contente e, já fora das bancadas, estava a pedir autógrafos à equipa do cavalos, ao galo e ao treinador, uma avestruz que se chamava Jonas.
Havia uma claque de macacas que não parava de comer bananas e, de repente, um elefante escorregou numa casca e caiu em cima da avestruz, mulher do treinador.
Ela ficou toda pisada e foi logo para o hospital das zebras e os cavalos e o galo foram embora para casa das mulheres deles e, depois, foram ainda para a discoteca até às sete da manhã, para comemorar aquele jogo!
E foram estes galos que salvaram a equipa dos cavalos!
Mário Carvalho – Nº 18 - 6º C
quarta-feira, 11 de junho de 2008
HISTÓRIA DO MÊS

A Pedra do João
Certo dia, um menino decidiu fazer uma construção de legos. Quando estava quase a acabar, reparou que lhe faltava uma peça. Sem ela não era possível acabar aquela linda construção.
Procurou, procurou, em todos os cantos, mas nada.
Já quase desesperado, olhou para um baú que se encontrava no seu quarto. Nunca lá ia, mas um brilho especial chamou-o à atenção. Abriu com jeitinho e, lá dentro, encontrou uma pedra brilhante!
E o menino nunca mais se lembrou da construção. Pegou na pedra, pô-la no bolso e lá foi, para fora, para o jardim, com a pedra sempre no bolso.
Veio outro menino e viu que brilhava alguma coisa no bolso do João (o menino da nossa história).
- O que é que tu tens a brilhar no teu bolso, João?
- É uma pedra brilhante!
- Sabes João, eu também tenho uma pedra brilhante…
- Tens? Onde?
- Em minha casa, Nós podíamos ir lá buscá-la!
Os dois meninos foram a casa do Pedro (o amigo do João) buscar a pedra. E o João disse:
- Pedro, vamos arranjar uma caixa e esconder as nossas pedras.
- Boa! Vai ser o nosso segredo! Temos um tesouro.
- Vamos enterrá-lo – disse o João
E os dois amigos foram buscar uma caixa de sapatos velha, meteram lá dentro as pedras e foram para o jardim. Abriram um buraco mesmo junto ao ferro do lado direito do baloiço, para não se esquecerem, e meteram lá a caixa. Taparam o buraco e puseram em cima um pauzinho espetado. Depois, muito contentes, foram para casa do João procurar a peça que faltava, para acabarem a construção.
Procuraram, procuraram….e não encontraram. Mas, de repente, olharam para o baú e viram lá dentro…uma caixa amarela!
Os meninos abriram e lá dentro…
Fim.
Jardim-de-infância de São Miguel
ROSAS VERMELHAS

Rosas vermelhas
Tu és a luz que me seduz de dia e de noite.
O dia inteiro, sem parar, sinto um alegre sentimento.
Nesse teu grande olhar. Olhar de bela flor,
Vejo rosas vermelhas da eterna paixão.
Rosas que dão alegria ao meu fraco coração.
Fraco coração que tem lá dentro um grande pesar.
E por isso quis desabafar!
Leonardo Santos - 7ºD
terça-feira, 3 de junho de 2008
LIVROS QUE MARCAM

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