quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Mensagem Pessoana


Poemas escritos por Pessoa
Constituem a Mensagem
A mensagem que voa
Para mostrar uma miragem
Miragem esta para revolucionar
Nosso espírito, nosso coração
É necessário lutar, acordar
Para uma nova revolução
Espiritual ou não…
 
 
 
 
 
Jorge Santo. n.º 16, 12º A

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Extraterrestres na biblioteca

Está patente, na Biblioteca Escolar, uma exposição de extraterrestres, no âmbito da disciplina de Físico-Química.
Aqui ficam alguns dos exemplares de E.T. que podes conhecer...








terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Tempo em segundos

Tempo é sobre o que vou escrever
Porquê? Porque sim ou não sei
À mi alma está a apetecer
E na minha cabeça pensei
Pensei e perguntei
O que será o tempo?
Será horas? Será segundos?
Será o que é levado pelo vento?
Pensamentos profundos
Que nos levam a questionar

A razão de cá estar.

Jorge Santo, n.º 16, 12º A 

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Feliz ano novo!


Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenes
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
- Ó delicioso voo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança…
E em torno dela indagará o povo:
- Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
- O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA…


(Mário Quintana)



segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Boas Festas!




A equipa da BE, deseja a toda a comunidade escolar um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo!

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

A Sara mudou de visual



Autora  :  Maria Teresa  Maia Gonzalez
Editora : Difel
Data 1ª Edição : 1997

A Sara tinha três irmãos, sendo um deles seu irmão gémeo, o Simão  Pedro.
Sara era muito católica e dava aulas de catequese e não era muito ligada à moda, andava sempre despenteada, com a mesma camisola e com as mesmas calças velhas. A sua melhor amiga e a sua mãe queriam que ela usasse roupa roupa mais feminina, mas ela só se preocupava com os meninos da paróquia.
Sara adorava pintura e até tinha muito jeito. Os rapazes andavam sempre atrás dela, mas ela era apenas amiga  do Tito.
No dia em que a Sara completou os seus 18 anos, houve uma grande festa. Todos estavam reunidos ; a família, os seus amigos e os do seu irmão. Sara decidiu surpreendê-los , com roupa nova e cabelo curto.
No dia seguinte, Sara decidiu ir para um convento.


Daniela Marta , nº 7 do 7º ano /turma D

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Leitor do mês de novembro

E o leitor do mês é ...

Dulce Mariana Ferreira Travassos, n.º 6, 5º A


Mais mais grandes leitores fazem parte desta lista, a saber:

Camila Rodrigues Rebelo, n.º 6, 5ºA
Ana Maria P. F Santos, nº 2, 5º B
Márcia Filipa Simões Rosa, n.º 16, 5ºA
David José S.A. Simões, n.º 5, 5ºB
Carolina Isabel S. Simões, n.º 3, 5ºB
Mafalda Tavares Ferreira Zarça, n.º 11, 5ºD
Hugo Filipe Aldeia Coimbra, 7ºA
Mónica Jéssica R. Simões, n.º 10, 5ºB
José Guilherme C.C. Carvalho Santos, n.º 15, 5ºA

Parabéns !

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Livro mais lido de novembro

Era uma vez uma fada chamada Oriana. Era uma fada boa e era muito bonita. Vivia livre, alegre e feliz dançando nos campos, nos  montes, nos bosques, nos jardins e nas praias. (...)



Neste gélido mês de novembro o livro mais lido foi "A fada Oriana" , de Sophia de Mello Breyner.

Vem conhecer este e outros livros de Sophia à tua biblioteca escolar!

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

A lenda do velho de Unhais

Em tempos que já lá vão há muito, havia na aldeia de Unhais um homem já idoso e temente a Deus que, para cumprir os seus deveres de cristão, se via obrigado a percorrer todos os domingos longas distância até chegar a uma igreja onde pudesse ouvir missa. Era uma figura austera, conhecida em toda a região, que dava mostras duma fé profunda mas ao mesmo tempo eivada de tristeza por não lhe ser possível cumprir os preceitos religiosos na sua terra por nela não existir qualquer igreja e capela onde pudessem ser celebrados.
Nas suas andanças pela serra, calhou num domingo assistir à missa na igreja se Santa Maria Maior na cidade da Covilhã, distante da sua aldeia, por caminhos e atalhos, algumas dezenas de quilómetros. Cumprido o preceito dominical, encheu-se de coragem e dirigiu-se à sacristia para falar com o celebrante, a quem se lamentou do esforço e do sacrifício que fazia todos os domingos para cumprir as suas obrigações de fervoroso católico.
Comovido com tanta fé, mas não avaliando porventura, em toda a sua dimensão, a tenacidade  do velho unhaisense, o prior de Santa Maria prometeu-lhe a construção duma igreja na sua aldeia, na condição de durante um ano inteiro não faltar ali, na Covilhã, um só domingo para assistir à missa. O velho ainda hesitou em aceitar o repto, pensando na distância que teria de calcorrear todos os domingos do ano, mas confiante na força da sua fé acabou por aceitar o desafio.
E passou a ser uma presença domingueira naquela igreja, constituindo um exemplo de fé e de perseverança a suscitar admiração generalizada, até que, no derradeiro domingo do ano, um dia particularmente agreste e marcado por grande nevada, o prior, ao notar a ausência do unhaisense, esfregava as mãos de contente, pensando que se libertaria do compromisso assumido e dizendo para os paroquianos que “é hoje que o velho de Unhais falta à missa e assim não vai ganhar a igreja”. Mas não contava com a tenacidade do velho. Com o povo já cansado de esperar pelo início da cerimónia e quando o sacerdote, já paramentado, se aprestava para subir ao altar, eis que entra na igreja o “velho de Unhais”, encharcado até aos ossos e cansado da longa e fatigante viagem em condições climatéricas tão adversas.
Sacudindo com gestos largos o albornoz que o defendera da neve e do frio e acomodado a um canto, ao fundo da igreja, como era seu hábito, o velho unhaisense, com voz rouca e cansada de serrano calejado na dureza da sua faina quotidiana, ainda teve forças para gritar bem, alto “cá está ele, o velho de Unhais, ganhei a igreja para a minha terra”.
E terá sido esta lenda, bonita e simples como são todas as lendas, que a velha igreja paroquial foi erguida e a povoação de Unhais se passou a chamar Unhais o Velho, derivando mais tarde para a designação atual de Unhais-O- Velho.



Pesquisa e adaptação de Leonor Brito, 5ºA, nº 15

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Dia Internacional da Filosofia

O dia 21 de novembro foi dedicado à filosofia. Para comemorar do dia internacional da Filosofia, as docentes do grupo 410 – Filosofia, apostaram em diferentes atividades.  Destacaram-se os momentos dedicados à filosofia no cinema”, com a visualização do filme “O Rapaz do Pijama às rRscas”, o consultório Filosófico, no qual os alunos de filosofia foram os médicos de serviço, as histórias filosóficas, com a Drª. Imaginação (D. Lurdes Santos), e uma exposição trabalhos realizados pelos alunos, intitulada "Da palavra ... à ação", por sinal bastante criativa.

Uma forma diferente de contactar com a filosofia e de constatar que esta ciência está, afinal, presente no nosso dia a dia. 



segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Os Lusíadas por António Fonseca

Os alunos do 9º e do 12º ano tomaram contacto com os Lusíadas de uma maneira bastante diferente. O ator António Fonseca declamou alguns versos dos Lusíadas e deu-lhes um cunho muito especial com a sua interpretação bem singular.

Os Lusíadas foram, assim, uma atividade bastante divertida tendo os alunos aderido bem a esta atividade. 



terça-feira, 19 de novembro de 2013

A Galinha


(A mãe, o pai, a tia e o tio do narrador estão na feira. A mãe do narrador vê uma galinha de barro.)
Mãe – Olha que galinha engraçada! Parece que está a pôr ovos ou a chocá-los É tão bonita com este tom acastanhado… Vou comprá-la.
Vendedora – E olhe que é quase de graça…
Mãe – Quanto custa?
Vendedora – São vinte mil réis. Não paga nem o material!
Mãe – Mas isso é muito caro! Levo-a por dez mil.
Vendedora – Então vendo-a por doze mil e duzentos réis.
Mãe (entregando o dinheiro) – Pode ser. Aqui tem o dinheiro.
(A tia aproxima-se.)
Tia – Que galinha mais bonita! Vou comprar uma para mim também. Senhora! Esta galinha, quanto custa?
Vendedora – Vinte mil réis.
Tia (aumentando o tom de voz, com esperança de conseguir baixar o preço) – O quê? Ouvi bem? A senhora disse vinte mil réis? Isso só se o fosse roubar!
Vendedora (tentando acalmar a tia) – Pronto, então faço-lhe sete mil e quinhentos réis. É pegar ou largar!
Tia – Feito!
Mãe (indignada) – As galinhas são exatamente iguais! Porque é que a minha custou doze mil e duzentos réis e a dela ficou por sete mil e quinhentos? É inadmissível!
Vendedora – Foi por ser a última, minha senhora.
Tia (olhando com um ar desconfiado para a galinha da mãe) – Não! Claramente que a tua galinha é diferente da minha!
Mãe (ironicamente) – Olha, só se foi por ser mais cara.
Tia (erguendo a voz) – Não se vê bem que são diferentes? A tua tem o bico mais perfeito! E o rabo?! Isto é lá rabo que se compare?
Mãe (tentando pôr fim ao sermão) – Santa Bárbara! Se gostas mais desta, leva-a, mulher!
Tia – Já que insistes… Está bem, eu troco. Mas sempre te digo que a minha é de mais dura, basta bater-lhe assim (bateu) para se ver que é mais forte.
Mãe (irritada) – Então fica com ela outra vez.
Tia (erguendo novamente a voz) – Não, não. Trafulhices, não. Está trocada, está trocada.
Tio (aparte) – Deixa-me cá estar caladinho, senão ainda levo por tabela…
Pai (aparte) – Eu cá não me meto porque está-se mesmo a ver que é um assunto de mulheres… Elas que se entendam!
(Os pais e os tios do narrador continuam a fazer compras. Passado pouco tempo encontram-se de novo.)
Mãe – Nós já acabámos as nossas compras e vamos agora na carroça do António Capador. E vocês?
Tio – Nós também já acabámos as nossas compras.
Tia (com um ar importante) – Já acabámos, mas temos de ir visitar a D. Aurélia que é uma pessoa importante... Voltamos só na camioneta da carreira.
Tio (aparte) – Tenho mesmo que ir, senão sabe Deus o que me pode acontecer!
Mãe – Tudo bem, então. Até lo…
Tia (interrompendo-a) – Olha lá, tu podias era levar-me a galinha para tua casa, para não ter de andar com ela o dia inteiro num braçado, que até se pode partir.
Mãe – Claro que posso! (Pega na galinha.)


Guião para dramatização da parte inicial do conto "A Galinha", de Vergílio Ferreira ,
 elaborado pelo 9.º B e lido ao 9.º C na “Estafeta de textos”
(supervisão: Profª. Fátima Coimbra)

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Os Lusíadas vão estar na escola


segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Top 25 leitores - outubro

O primeiro Top 25 do ano letivo de 2013/2014 já aí está!

E a primeira vencedora é  ...


                                a Dulce Mariana Ferreira Travassos, do 5ºA.

Parabéns à nossa ávida leitora.

Estão também de parabéns os alunos:
2 - Camila Rodrigues Rebelo
3 - Márcia Filipa Simões Rosa
4 - Fátima Isabel Ferreira Cardoso
5 - Gonçalo Daniel Fernandes Sousa.
6 - João Carlos da Silva Canais
7 - Emma Jane Evans
8 - Mafalda Tavares Ferreira Zarça
9 - Flávia Esteves Rodrigues
10 - João Gabriel Barreira Marques

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

O mais lido em outubro





O  Diário de Anne Frank é uma obra autobiográfica que retrata a vida de uma menina judia durante a II Guerra Mundial. Anne Frank, a autora, manteve o seu diário de 12 de junho até 1 de agosto de 1944.
O Diário de Anne Frank, publicado pela primeira vez em 1947, por iniciativa de seu pai, conta a história profundamente dramática de uma adolescente obrigada a viver escondida para tentar escapar à sorte dos judeus, os quais eram deportados para supostos "campos de trabalho".
Em agosto de 1944, todos os que viviam no pequeno anexo que servia de esconderijo com a jovem judia foram presos. Anne Frank esteve no campo de  concentração de Westerbork e, posteriormente, em Auschwitz. Viria a falecer em 1945, em Brergen-Belsen, a escassos dois meses do final da guerra.
A sua obra é um retrato extraordinário de uma adolescente em busca da sua identidade, durante um dos mais trágicos períodos vividos pela humanidade.