Depois deste vídeo, a tua relação com os livros nunca mais será a mesma.
(COM SOM)
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
ANO NOVO, VIDA NOVA!
Olá a todos!
Depois de uma repousante interrupção estival, o Cata Letras está de volta.
Depois de uma repousante interrupção estival, o Cata Letras está de volta.
Ou melhor, não só estamos de volta, como sobretudo às voltas com os livros, que serão este ano lectivo, mais do que nunca, os instrumentos da nossa felicidade.
Enquanto espaço de promoção do livro ao serviço da nossa biblioteca, o Cata Letras (re)aparece com algumas mudanças. Mudanças de “roupagem”, como terão reparado até os mais distraídos, e mudanças na relação com os nossos leitores.
Procuraremos ser mais dinâmicos e criativos, não só na promoção dos livros, como na publicação das vossas criações, que contamos continuar a receber.
Um bom ano lectivo!
Enquanto espaço de promoção do livro ao serviço da nossa biblioteca, o Cata Letras (re)aparece com algumas mudanças. Mudanças de “roupagem”, como terão reparado até os mais distraídos, e mudanças na relação com os nossos leitores.
Procuraremos ser mais dinâmicos e criativos, não só na promoção dos livros, como na publicação das vossas criações, que contamos continuar a receber.
Um bom ano lectivo!
sexta-feira, 20 de junho de 2008
ATÉ JÁ!
O Cata-Letras agradece a todos aqueles que, durante o ano lectivo, ajudaram a manter este espaço criativo.
A alunos, professores e restantes colaboradores, os nossos agradecimentos pela vossa disponibilidade.
A alunos, professores e restantes colaboradores, os nossos agradecimentos pela vossa disponibilidade.
terça-feira, 17 de junho de 2008

A Sereia
Era uma vez uma menina chamada Iara. Tinha cabelos ruivos como o fogo e olhos azuis como o mar.
Um dia, essa menina estava em pé numa rocha e resolveu atirar-se ao mar.
De repente, ganhou escamas e uma barbatana e transformou-se numa sereia.
Quando andava a nadar, apareceu-lhe pela frente uma bruxa-polvo muito má.
A bruxa-polvo fazia-lhe a vida negra, porque lhe batia com um tridente que tinha trocado pela vassoura.
Esta bruxa-polvo tinha também trocado o seu chapéu por uma coroa e, com os seus poderes, fez uma grande tempestade para matar a sereia.
Esta começou a gritar e a levantar os braços. Então, viu ao longe um barco que veio socorrê-la.
Nesse barco vinha um príncipe que a salvou e, quando ela pulou para o barco, perdeu as escamas e a barbatana e voltou a ser uma menina.
Então ela e o príncipe casaram-se e foram felizes para sempre.
Os Galos Jogadores
Era uma vez dois galos que gostavam muito de jogar futebol.
Um dia, resolveram fugir do galinheiro onde moravam. Roubaram uma bicicleta a duas ovelhas e foram até à paragem do autocarro. Quando o autocarro passou entraram e sentaram-se num sofá que lá estava, a jogar o jogo do galo.
Quando chegaram à paragem do Estádio dos Cavalos, saíram do autocarro e entraram no estádio.
Entretanto, começou o jogo da equipa dos cavalos, mas aconteceu um imprevisto: ao tentar marcar um golo, a bola bateu num dente do cavalo Férix e partiu-lho.
Entretanto, caiu uma trave em cima do cavalo Atrasado e partiu-lhe uma perna.
Como não havia jogadores suplentes, os dois galos começaram a correr pelas escadas abaixo, direitinhos ao relvado.
No relvado, começaram a jogar e depois o galo Maluco saiu do campo, porque tinha levado um murro do cavalo Jair e, a seguir, o galo Pindérico marcou sete golos.
Entretanto, os lobos que jogavam contra os cavalos, marcaram três golos, mas o galo tinha ganho a taça.
O público - que eram os porcos, os bois e os pássaros - estava todo contente e, já fora das bancadas, estava a pedir autógrafos à equipa do cavalos, ao galo e ao treinador, uma avestruz que se chamava Jonas.
Havia uma claque de macacas que não parava de comer bananas e, de repente, um elefante escorregou numa casca e caiu em cima da avestruz, mulher do treinador.
Ela ficou toda pisada e foi logo para o hospital das zebras e os cavalos e o galo foram embora para casa das mulheres deles e, depois, foram ainda para a discoteca até às sete da manhã, para comemorar aquele jogo!
E foram estes galos que salvaram a equipa dos cavalos!
Era uma vez dois galos que gostavam muito de jogar futebol.
Um dia, resolveram fugir do galinheiro onde moravam. Roubaram uma bicicleta a duas ovelhas e foram até à paragem do autocarro. Quando o autocarro passou entraram e sentaram-se num sofá que lá estava, a jogar o jogo do galo.
Quando chegaram à paragem do Estádio dos Cavalos, saíram do autocarro e entraram no estádio.
Entretanto, começou o jogo da equipa dos cavalos, mas aconteceu um imprevisto: ao tentar marcar um golo, a bola bateu num dente do cavalo Férix e partiu-lho.
Entretanto, caiu uma trave em cima do cavalo Atrasado e partiu-lhe uma perna.
Como não havia jogadores suplentes, os dois galos começaram a correr pelas escadas abaixo, direitinhos ao relvado.
No relvado, começaram a jogar e depois o galo Maluco saiu do campo, porque tinha levado um murro do cavalo Jair e, a seguir, o galo Pindérico marcou sete golos.
Entretanto, os lobos que jogavam contra os cavalos, marcaram três golos, mas o galo tinha ganho a taça.
O público - que eram os porcos, os bois e os pássaros - estava todo contente e, já fora das bancadas, estava a pedir autógrafos à equipa do cavalos, ao galo e ao treinador, uma avestruz que se chamava Jonas.
Havia uma claque de macacas que não parava de comer bananas e, de repente, um elefante escorregou numa casca e caiu em cima da avestruz, mulher do treinador.
Ela ficou toda pisada e foi logo para o hospital das zebras e os cavalos e o galo foram embora para casa das mulheres deles e, depois, foram ainda para a discoteca até às sete da manhã, para comemorar aquele jogo!
E foram estes galos que salvaram a equipa dos cavalos!
Mário Carvalho – Nº 18 - 6º C
quarta-feira, 11 de junho de 2008
HISTÓRIA DO MÊS

A Pedra do João
Certo dia, um menino decidiu fazer uma construção de legos. Quando estava quase a acabar, reparou que lhe faltava uma peça. Sem ela não era possível acabar aquela linda construção.
Procurou, procurou, em todos os cantos, mas nada.
Já quase desesperado, olhou para um baú que se encontrava no seu quarto. Nunca lá ia, mas um brilho especial chamou-o à atenção. Abriu com jeitinho e, lá dentro, encontrou uma pedra brilhante!
E o menino nunca mais se lembrou da construção. Pegou na pedra, pô-la no bolso e lá foi, para fora, para o jardim, com a pedra sempre no bolso.
Veio outro menino e viu que brilhava alguma coisa no bolso do João (o menino da nossa história).
- O que é que tu tens a brilhar no teu bolso, João?
- É uma pedra brilhante!
- Sabes João, eu também tenho uma pedra brilhante…
- Tens? Onde?
- Em minha casa, Nós podíamos ir lá buscá-la!
Os dois meninos foram a casa do Pedro (o amigo do João) buscar a pedra. E o João disse:
- Pedro, vamos arranjar uma caixa e esconder as nossas pedras.
- Boa! Vai ser o nosso segredo! Temos um tesouro.
- Vamos enterrá-lo – disse o João
E os dois amigos foram buscar uma caixa de sapatos velha, meteram lá dentro as pedras e foram para o jardim. Abriram um buraco mesmo junto ao ferro do lado direito do baloiço, para não se esquecerem, e meteram lá a caixa. Taparam o buraco e puseram em cima um pauzinho espetado. Depois, muito contentes, foram para casa do João procurar a peça que faltava, para acabarem a construção.
Procuraram, procuraram….e não encontraram. Mas, de repente, olharam para o baú e viram lá dentro…uma caixa amarela!
Os meninos abriram e lá dentro…
Fim.
Jardim-de-infância de São Miguel
ROSAS VERMELHAS

Rosas vermelhas
Tu és a luz que me seduz de dia e de noite.
O dia inteiro, sem parar, sinto um alegre sentimento.
Nesse teu grande olhar. Olhar de bela flor,
Vejo rosas vermelhas da eterna paixão.
Rosas que dão alegria ao meu fraco coração.
Fraco coração que tem lá dentro um grande pesar.
E por isso quis desabafar!
Leonardo Santos - 7ºD
terça-feira, 3 de junho de 2008
LIVROS QUE MARCAM

terça-feira, 27 de maio de 2008

Uma aventura no Havai
Certo dia, o Tiago e a Patrícia foram com a sua família, ao Havai. A viagem foi feita de avião e demorou cinco horas.
Quando chegaram ao Havai ficaram maravilhados. Havia casas de todas as cores: castanhas, azuis, roxas e cor-de-laranja e era tudo muito bonito!
Quando saíram do aeroporto, foram andando, curiosos, em direcção a essas casas até que foram dar a uma praça onde algumas pessoas, vestidas com saias coloridas, calções e «T-shirts», tocavam música e dançavam, alegremente.
Ao pé dessas pessoas, estavam alguns belos pássaros, pendurados nos ramos das árvores: flamingos, tucanos e araras que também dançavam!
Continuaram, então, a andar e viram uma linda praia. A areia era branca, havia muitas palmeiras e o mar era azul-esverdeado e límpido. Havia também muitas tartarugas, golfinhos e peixes de diferentes espécies.
Por lá passavam barcos a motor que também socorriam as pessoas quando elas se estavam quase a afogar.
Nesta praia, havia uma espécie de geladaria onde se vendiam, para além de gelados, sumos e batidos de diferentes frutas. Aí ouvia-se a música que era tocada na praça e, à noite, havia grandes festas onde as pessoas dançavam até de madrugada.
A trinta e cinco quilómetros desta praia, havia um local onde, uma vez por semana, todos iam comprar as coisas de que necessitavam.
E o Tiago e a Patrícia estavam a adorar aquela ilha, mas as suas férias estavam quase a acabar…
Eles não queriam regressar, mas tinha de ser, pois as aulas estavam mesmo a começar.
Era já o seu último dia de férias e eles pediram aos pais para comprarem algumas lembranças e os pais fizeram-lhes a vontade.
E, à noite, partiram, mas prometeram que, nas próximas férias, voltariam àquela ilha maravilhosa.
Joana Eloy – Nº 11 – 6º B
Quando chegaram ao Havai ficaram maravilhados. Havia casas de todas as cores: castanhas, azuis, roxas e cor-de-laranja e era tudo muito bonito!
Quando saíram do aeroporto, foram andando, curiosos, em direcção a essas casas até que foram dar a uma praça onde algumas pessoas, vestidas com saias coloridas, calções e «T-shirts», tocavam música e dançavam, alegremente.
Ao pé dessas pessoas, estavam alguns belos pássaros, pendurados nos ramos das árvores: flamingos, tucanos e araras que também dançavam!
Continuaram, então, a andar e viram uma linda praia. A areia era branca, havia muitas palmeiras e o mar era azul-esverdeado e límpido. Havia também muitas tartarugas, golfinhos e peixes de diferentes espécies.
Por lá passavam barcos a motor que também socorriam as pessoas quando elas se estavam quase a afogar.
Nesta praia, havia uma espécie de geladaria onde se vendiam, para além de gelados, sumos e batidos de diferentes frutas. Aí ouvia-se a música que era tocada na praça e, à noite, havia grandes festas onde as pessoas dançavam até de madrugada.
A trinta e cinco quilómetros desta praia, havia um local onde, uma vez por semana, todos iam comprar as coisas de que necessitavam.
E o Tiago e a Patrícia estavam a adorar aquela ilha, mas as suas férias estavam quase a acabar…
Eles não queriam regressar, mas tinha de ser, pois as aulas estavam mesmo a começar.
Era já o seu último dia de férias e eles pediram aos pais para comprarem algumas lembranças e os pais fizeram-lhes a vontade.
E, à noite, partiram, mas prometeram que, nas próximas férias, voltariam àquela ilha maravilhosa.
Joana Eloy – Nº 11 – 6º B
terça-feira, 20 de maio de 2008
ENSAIO SOBRE A RIQUEZA

E, como havíamos prometido, aqui fica o seu texto, um verdadeiro ensaio sobre a riqueza.
Um homem rico
Era uma vez um homem muito rico que se chamava Pedro e que vivia numa casa muito luxuosa. Os seus amigos chamavam-lhe Pedrito.
A casa onde ele vivia era realmente muito grande mas, para ele, era pouco! Ele tinha SPA com hidromassagem, piscina e muitas outras comodidades.
Um dia, jogou no Euromilhões e ficou com muita esperança de conseguir ganhar ainda mais dinheiro.
E, à noite, como sempre, ele foi ver, na sua luxuosa televisão, os números que tinham saído e todos eles estavam ali certinhos e até as estrelas da sorte!
O Pedro gritou de alegria e começou logo a pensar o que iria fazer com aquele grande prémio.
No dia seguinte, já com o dinheiro na mão, decidiu ir fazer viagens por todo o mundo e delas retirar o seu melhor proveito.
E lá partiu a caminho da França, da América e da Austrália, mas onde ele queria mesmo ir era ao Japão!
Quando lá chegou, pegou no seu computador portátil, para procurar um hotel de cinco estrelas.
No fim de escolher o hotel, chamou um táxi e foi logo para lá.
O Pedro ficou satisfeito com o seu hotel, porque tinha tudo o que ele queria.
No fim de já estar instalado no hotel, decidiu ir tomar banho na piscina, para relaxar.
Nessa piscina havia de tudo, incluindo um “barman” para o servir.
O Pedro decidiu, então, ir para cima de um colchão insuflável que estava na piscina e pegar no seu computador, para conversar com as namoradas.
Entretanto, fez-se noite e o Pedro foi para a cama, descansar.
No dia seguinte, foi comprar roupas, móveis e muitas outras coisas.
Depois, foi ver o seu dinheiro e surpreendeu-se, porque já tinha bem menos.
Decidiu, então, começar a trabalhar, no Japão, antes de regressar a Portugal.
O seu trabalho era muito rígido e exigente, mas tinha de ser feito.
Passado algum tempo, já tinha mais dinheiro e voltou, então, a Portugal.
Os amigos foram a sua casa e festejaram a sua chegada.
E, a partir daí, o Pedro decidiu recomeçar uma nova vida, a trabalhar em Portugal.
David Silva – Nº 9 - 5º C
Nota: Na próxima semana publicaremos o texto da Joana Eloy, a primeira classificada do 6º ano.
terça-feira, 13 de maio de 2008

“O menino que comeu o mundo”
Era uma vez um menino que demorava muito tempo a comer. Conversava, conversava e a comida continuava no prato. Tudo servia para o distrair, até que a mãe reparou no que ele estava a fazer.
Dividiu a comida em duas metades e disse:
- Mãe, vou comer o mundo, mas primeiro vou dividi-lo em Hemisfério Norte e Hemisfério Sul e a linha que o separa chama-se Equador.
- Meu Deus! – Exclamou a mãe. – Se tu demoras tanto tempo a comer um prato de arroz, quanto tempo demorarás a devorar o mundo?!
- Mãe, vou comer o mundo, mas primeiro vou dividi-lo em Hemisfério Norte e Hemisfério Sul e a linha que o separa chama-se Equador.
- Meu Deus! – Exclamou a mãe. – Se tu demoras tanto tempo a comer um prato de arroz, quanto tempo demorarás a devorar o mundo?!
Então o menino começou por comer o hemisfério Sul, e ia dizendo:
- Mãe já comi o Brasil! Agora vou comer o Sul de África, a Oceânia e a seguir vou comer o glaciar Antárctico -Disse o menino.
- Mãe já comi o Brasil! Agora vou comer o Sul de África, a Oceânia e a seguir vou comer o glaciar Antárctico -Disse o menino.
Continuou a comer, até que chegou à Antárctida e, exclamou rindo:
- Mãe, mãe, encontrei um osso polar!
-Estás maluco? – Disse a mãe. - Vê lá se encontras o proprietário!
Comido o hemisfério Sul, ele deliciou-se com a zona Este do hemisfério Norte. Comeu parte da Ásia e ainda da Europa. Depois, quase enfartado, comeu Portugal, Espanha, França, Luxemburgo, Alemanha e América do Norte, mas não cumpriu o objectivo, que era comer o mundo inteiro.
O menino olhou em redor e viu uma laranja, e disse:
-Vou comer a Lua, o satélite natural da Terra. Depois de a comer, reparou na revolta dos mares, que sem a influência da Lua, engoliram o resto dos países e o mundo desapareceu. O menino respirou de alívio e disse:
-Mãe, mãe, o que é que vou comer ao jantar?
João Carlos Carvalho Pereira - EB1 do Entroncamento – 4º ano
terça-feira, 6 de maio de 2008
AFINAL, O QUE É A FELICIDADE?

Seja como for, o João Bizarro do 8ºC quis arriscar e enviou-nos a forma como vê tão insondável sentimento. Leiam-no e…sejam felizes:
A felicidade, para mim, é como uma andorinha a voar, como um cisne a nadar pela água.
A felicidade, para mim, é o sentimento que faz com que nós não ajamos como seres inanimados; é o que nós vemos no fundo dos nossos corações, o que faz de nós seres que não sentem ódio nem angústia.
É um modo de sermos melhores, de não nos deixarmos cair pelas dificuldades, é mantermos a auto estima, é termos nós a coragem de destruir o que está encravado dentro de nós e que nos tortura por guardá-lo; é ser o Sol capaz de aguentar tudo o que nos atinge e lutar sempre pelo que queremos.
João Bizarro - nº 10 - 8ºC
terça-feira, 29 de abril de 2008
E OS PREMIADOS SÃO...

Assim, na categoria “Os Melhores Leitores” do 5º ano, os prémios do segundo período foram para:
1º- Carla Sofia Santo (5ºA); 2º- Susana Filipa (5ºD); 3º- Helena Marques (5ºD)
Na categoria “Os melhores Leitores” do 6º ano, os prémios do segundo período foram para:
1º- Inês Mosqueira (6ºC); 2º- Ingrid Melo (6ºC); 3º- Mário Carvalho (6ºC)
Quanto à categoria “História do Mês”, o primeiro prémio, no pré-escolar, foi dividido entre o Jardim-de-infância de Vila Nova de Poiares (sala 3) e o Jardim-de-infância de São Miguel. Já no primeiro ciclo, a classificação foi a seguinte:
1º- Célia Subtil, 3º ano (EB1 Arrifana); 2º- Jéssica Gomes, 4º ano (EB1 Arrifana); 3º- Prémio dividido entre a turma D, alunos da professora Paula Reis (São Miguel) e a Sofia Gonçalves do 3º ano da EB1 da Arrifana.
Ainda na categoria “História do Mês”, a vencedora do segundo ciclo foi a Sílvia Carvalho do 5º D, enquanto que a Marina Ferreira (9ºB) e a Joana Matos (9ºA) dividiram o primeiro prémio no terceiro ciclo.
Quanto à iniciativa Jogos Florais (Língua Portuguesa, 2º ciclo), eis os prémios nas diferentes categorias:
Desenho, 5º ano-
1º Maria de Fátima Simões – Nº 18 – 5º C; 2º Sílvia Carvalho – Nº 23-5º D; 3º Susana Ferreira - Nº 25 – 5º D
Desenho, 6º ano-
1ºJoana Eloy – Nº 11 – 6º B; 2º Inês Carvalho – Nº 11 – 6º A; 3º Mário Marques – Nº19 – 6º C
Texto, 5º ano-
1ºDavid Silva - Nº 9 - 5º C; 2ºInês Santos – Nº 11 - 5º D; 3ºSílvia Carvalho - Nº 23 - 5º D
Texto, 6º ano-
1ºJoana Eloy – Nº 11 – 6º B; 2ºLiliana Carvalho – Nº 15 – 6º A;3ºBruno Serafim – Nº 2 - 6º B
Leitura expressiva, 5º ano-
1º Catarina Santo – Nº 7 - 5º C; Helena Marques – Nº 9 – 5º D;Inês Baptista – Nº 10 – 5º D
2º Andreia Carvalho – Nº 3 – 5º C; David Silva – Nº 9 – 5º C; Susana Ferreira – Nº 25 – 5º D
3º Inês Carvalho – Nº 10 – 5º B
Leitura Expressiva, 6º ano-
1ºMário Marques – Nº 19 – 6º C
2ºJorge Santo – Nº 19 – 6º D
3º Inês Henriques – Nº 11 e Mariana Carvalho – Nº 18 – 6º A;Bruno Serafim – Nº 2 - 6º B; Ingrid Melo – Nº 11 – 6º C
Leitura expressiva, 5º ano-
1º Catarina Santo – Nº 7 - 5º C; Helena Marques – Nº 9 – 5º D;Inês Baptista – Nº 10 – 5º D
2º Andreia Carvalho – Nº 3 – 5º C; David Silva – Nº 9 – 5º C; Susana Ferreira – Nº 25 – 5º D
3º Inês Carvalho – Nº 10 – 5º B
Leitura Expressiva, 6º ano-
1ºMário Marques – Nº 19 – 6º C
2ºJorge Santo – Nº 19 – 6º D
3º Inês Henriques – Nº 11 e Mariana Carvalho – Nº 18 – 6º A;Bruno Serafim – Nº 2 - 6º B; Ingrid Melo – Nº 11 – 6º C
Alguns dos trabalhos premiados serão, oportunamente, publicados aqui no nosso blog.
quarta-feira, 23 de abril de 2008

Ó Luís, vê lá onde metes o nariz!
Num sábado de manhã, o Luís pensou em ligar ao seu amigo João e assim fez.
Quando lhe ligou, disse-lhe:
- João, vai ter à escola! Vamos fazer uma coisa!
E o João logo respondeu:
- Então, daqui a uma hora, eu estou lá.
E assim fez, também.
Passada uma hora, o Luís já estava na escola, à espera do João. Quando o João chegou, logo, de repente, o Luís sugeriu:
- Vamos entrar na escola, mas ninguém nos pode ver!
Naquela escola dizia-se que havia uma entrada secreta, num alçapão, e que, lá dentro, havia fantasmas e até o espírito de uma antiga professora.
Quando o Luís e o João entraram na escola, tiveram de abrir a porta sem fazer barulho e, antes, o Luís tinha perguntado:
- E agora, como é que vamos abrir essa porta?
E o João disse:
- Eu já pensei em tudo! Trago sempre comigo um gancho da minha mãe. Nunca se sabe quando vamos precisar…
O Luís comentou logo:
- Sabia que tu és genial!
O João conseguiu abrir a porta da escola e ficaram logo contentes.
O Luís entrou, então, na sala e foi imediatamente ao pé do quadro, porque era aí que havia o alçapão.
Quando abriram o alçapão, o Luís ordenou:
- Vai tu em primeiro!
E o João perguntou:
- Porquê? Estás com medo?!
- Vamos, então, entrar os dois ao mesmo tempo. - decidiu o Luís.
E assim foi.
Quando entraram, ficaram logo assustados, porque ouviram um barulho muito esquisito. Até parecia que se ouvia dizer o nome deles e o Luís interrogou-se: «Será que é a professora Augusta?!»
E o João sugeriu irem-se embora, mas o Luís perguntou:
- Achas?! Estou curioso para saber o que é…
E o Luís foi atrás do barulho, até que chegaram a uma antiga sala para onde se mandavam os alunos, de castigo.
O Luís entrou logo e o João também entrou, mas com um pouco de medo. Quando eles entraram, a porta fechou-se de repente.
E, algum tempo depois, sentiram-se os dois assustados.
Passados dez minutos, enquanto eles remexiam coisas antigas, apareceu uma mulher velha e feia que lhes perguntou, com uma voz autoritária:
- O que fazem aqui, seus miúdos horríveis?
E o Luís, assustado, respondeu:
- Peço desculpa, não a queria incomodar.
E, então, ela respondeu:
- Se querem sair daqui, pelo menos vivos, saiam rapidamente!
E o João e o Luís fugiram muito depressa para casa deste e, quando o Luís viu o pai desabafou:
- Pai, tens toda a razão! Nunca mais meto o nariz onde não sou chamado e prometo fazer tudo o que queiras!
E assim foi: o Luís e o João começaram a portar-se bem e continuaram amigos para sempre.
Inês Ferreira – Nº 13 – 5º C
quarta-feira, 16 de abril de 2008
MONSTRUOSIDADES

O Monstro Casies, numa das suas aventuras
Era uma vez um monstro chamado Casies. Vivia no País dos Monstros. Era um monstro muito traquina! Pregava partidas a todos os outros monstros e, depois, punha-se a rir e a dizer que tinha de fazer, outra vez, igual.
Um dia, como já ninguém caía nas suas partidas, decidiu, então, abandonar o mar e ir pregar partidas, em terra.
Como era roxo, azul e rosa, não pôde ir de autocarro e teve de ir a pé. Estava a ficar cansado até que começou a avistar uns prédios altos, ao longe.
Quando lá chegou, pensou: «É agora! Vou recomeçar a fazer partidas!» Mas não via quase ninguém e as poucas pessoas que via não se aproximavam dele.
Até que olhou para trás e viu uma senhora de idade a aproximar-se. Esta senhora usava bengala, tinha óculos escuros e trazia um cão-guia, preso por uma coleira.
Antes que pudesse pensar por que andaria a senhora assim, e numa partida para lhe pregar, o cão começou a ladrar e ela sentiu que estava lá alguém e, então, começou a aproximar-se mais. Casies pensou: «Está com ar aflito e apressado!»
Quando acabou esta sua suposição, sentiu que alguém tinha tocado nos seus tentáculos.
- O senhor tem ar de ser muito forte! É mesmo de uma pessoa assim que eu preciso! – disse a velha.
- Será que é cega? Isso explica os óculos, a bengala e o cão. – disse Casies.
- Venha por aqui! – disse outra vez a velha.
Apoiando-se na bengala, ela levou-o a um quarto dum dos prédios altos. Um pouco longe da porta, já se ouviam gritos e guinchos irritantes. Quando entrou, olhou em frente e viu quatro caminhas muito juntas e quatro bebés.
O sol batia na janela daquele pequeno quarto. Deviam ser umas quatro e meia da tarde e era um dia quente de Verão.
A senhora idosa disse, então, ao monstro Casies:
- Estes são os meus netinhos. Eles são quadrigémeos: duas meninas e dois meninos. A minha filha foi de férias e eu fiquei a tomar conta deles, mas não sou capaz. Estou velha e não vejo. Ainda por cima tenho de ir a casa de uma amiga minha, a Évora.
Casies percebeu que ela queria que ele tomasse conta dos bebés e disse:
- Mas eu…
-Não se preocupe – interrompeu a velha – tenho a certeza de que é boa pessoa e de que da conta do recado. Foi-se embora e ele ficou a tomar conta dos bebés.
Passadas umas horas, exclamou:
- Ai se não fossem os meus tentáculos!
Já estava quase a “rebentar” de segurar tantas coisas quando a senhora de idade chegou e lhe disse:
- Já cá estou! Eu sei… Vamos jantar, porque eu encomendei a comida e também já falei com a minha filha que chega amanhã. Até lá, o senhor vai cá dormir.
E, de manhã, quando acordou, a velha já estava levantada e a filha já tinha chegado. Quando o viu, gritou tanto, tanto que ele fugiu a sete pés.
Decidiu, então, voltar para o seu país e, quando lá chegou, todos os monstros se riam dele, porque os que vão a outro planeta têm azar para toda a vida e o Casies ficou a ouvir os guinchos daqueles bebés para sempre.
Texto de Catarina Santos, nº 7 - 5º C (editado por João Miranda, nº13 – 7º A)
O Monstro Jopesimi
Era uma vez um monstro chamado Jopesimi. Tinha cabeça de hipopótamo, braços de dinossauro, corpo de dragão e pés de leão.
Apesar de ser assim, este monstro era calmo e gostava de brincar com as crianças.
Quando elas o viam, desatavam a fugir, mas os pais, como sabiam que ele não era mau, sossegavam-nas e elas vinham para junto do Jopesimi.
O jogo preferido dele era o futebol mas, com as garras, furava muitas vezes a bola.
Este monstro gostava de vir até à Biblioteca, consultar a Internet, mas as unhas atrapalhavam um bocado no teclado. Por isso, do que ele gostava mesmo era de ler um livro de histórias para aprender a escrever melhor e, depois, até contava essas histórias às crianças.
Também apreciava muito os livros de Ciências para ver as imagens dos animais de que era composto.
João Miranda - Nº 13 – 7º A
terça-feira, 8 de abril de 2008

O Feiticeiro
Há muitos anos atrás, numa floresta misteriosa, vivia um feiticeiro com um aspecto muito esquisito. Usava uma capa negra e uns sapatos muito compridos e bicudos. A sua cara era comprida e na ponta do nariz tinha uma grande verruga que o incomodava quando tinha de usar os seus pequenos óculos redondos.
A sua casa era assustadora, tinha muitas teias de aranha e tinha um enorme quadro com a sua família.
Num dia de sol e sem nuvens o feiticeiro foi dar uma volta pela floresta. Quando chegou à floresta sombria encontrou uma casa onde vivia uma bruxa muito malvada que tinha uma borbulha na ponta do nariz. O feiticeiro corajoso com a sua cobra ao lado, bateu à porta, mas ninguém lhe abriu a porta. Como ninguém lhe abriu a porta ele entrou e viu um enorme caldeirão com muitas bolhas. A bruxa esperta estava a ver tudo com a sua bola de cristal. Enquanto o feiticeiro observava a casa, a bruxa com a sua vassoura entrou pela chaminé e perguntou ao feiticeiro o que é que ele estava ali a fazer. E o feiticeiro disse:
- Nada! Eu bati à porta e não estava ninguém.
A bruxa como desconfiava disse-lhe:
- Agora tu vais ser transformado num sapo e a tua cobra num pequenino rato.
Então, o feiticeiro ao ouvir aquilo pôs-se a andar para sua casa.
No dia seguinte o feiticeiro olhou-se para o espelho e começou a gritar:
_ AH! AH! AH” Eu sou um sapo e a minha cobra é um pequenino rato!
Então os empregados ao ouvirem aquilo foram ver o que o feiticeiro tinha. Os empregados ao entrarem no quarto do feiticeiro começaram-se a rir de ver o feiticeiro transformado num sapo. Quando o feiticeiro transformado num sapo viu os seus empregados a rirem disse:
- Vocês parecem umas galinhas a cacarejar.
Depois o feiticeiro foi ter com a bruxa. Quando chegou a casa da bruxa viu um papagaio que não parava de dizer:
_ Eu tenho uma bruxa chamada Diana, eu tenho uma bruxa chamada Diana …
O feiticeiro desceu umas escadas que ia dar ao quarto da bruxa.
Ele bateu à porta e a bruxa abriu-a e disse:
- O que é que estás aqui a fazer outra vez? Queres que eu te transforme num porco?
E o feiticeiro disse:
-Eu quero que tu me transformes como eu era dantes!
A bruxa disse-lhe:
-Eu só te transformo como eras dantes se tu fores à floresta arco – íris buscar uma pena de galinha verde.
Então o feiticeiro foi à floresta arco-íris buscar a pena de galinha verde. No dia seguinte a bruxa foi a casa do feiticeiro buscar a pena de galinha verde. Quando o feiticeiro abriu a porta a bruxa perguntou-lhe:
- Onde é que está a pena de galinha verde?
- Aqui tem a pena de galinha verde, dona bruxa.
A bruxa disse-lhe para ir com ela a sua casa. Quando chegaram a bruxa fez a poção para que o feiticeiro voltasse ao normal. Mas quando a bruxa viu que a pena era vermelha, pois o feiticeiro tinha-a enganado. Ela ficou ainda mais furiosa e transformou o feiticeiro num porco. No entanto a bruxa deu-lhe mais uma oportunidade para ir outra vez à floresta arco--íris buscar uma pena de galinha verde. Quando o feiticeiro chegou à floresta arco-íris já tinha escurecido. A noite era muito escura e o feiticeiro estava com medo dos lobos. Mas ele como era corajoso resolveu montar uma tenda para dormir.
No dia seguinte, o feiticeiro continuou viagem para ir buscar uma pena de galinha verde. Ao meio do caminho encontrou um galinheiro onde havia muitas penas de galinhas verdes. O feiticeiro foi logo a correr para lá. Quando apanhou a pena de galinha verde foi logo para casa da bruxa. Quando lá chegou a bruxa inverteu o feitiço e o feiticeiro voltou ao normal. No dia seguinte quando os empregados viram o feiticeiro de volta ao normal fizeram uma grande festa e uma grande jantarada.
Passados dois meses a bruxa e o feiticeiro voltaram-se a encontrar, estavam apaixonados um pelo outro. Quando todos souberam disso ficaram muito contentes. Então a bruxa e o feiticeiro casaram-se, tiveram muitos filhos e viveram felizes para sempre.
Jessica Gomes - 4º ano - EB1 de Arrifana
A sua casa era assustadora, tinha muitas teias de aranha e tinha um enorme quadro com a sua família.
Num dia de sol e sem nuvens o feiticeiro foi dar uma volta pela floresta. Quando chegou à floresta sombria encontrou uma casa onde vivia uma bruxa muito malvada que tinha uma borbulha na ponta do nariz. O feiticeiro corajoso com a sua cobra ao lado, bateu à porta, mas ninguém lhe abriu a porta. Como ninguém lhe abriu a porta ele entrou e viu um enorme caldeirão com muitas bolhas. A bruxa esperta estava a ver tudo com a sua bola de cristal. Enquanto o feiticeiro observava a casa, a bruxa com a sua vassoura entrou pela chaminé e perguntou ao feiticeiro o que é que ele estava ali a fazer. E o feiticeiro disse:
- Nada! Eu bati à porta e não estava ninguém.
A bruxa como desconfiava disse-lhe:
- Agora tu vais ser transformado num sapo e a tua cobra num pequenino rato.
Então, o feiticeiro ao ouvir aquilo pôs-se a andar para sua casa.
No dia seguinte o feiticeiro olhou-se para o espelho e começou a gritar:
_ AH! AH! AH” Eu sou um sapo e a minha cobra é um pequenino rato!
Então os empregados ao ouvirem aquilo foram ver o que o feiticeiro tinha. Os empregados ao entrarem no quarto do feiticeiro começaram-se a rir de ver o feiticeiro transformado num sapo. Quando o feiticeiro transformado num sapo viu os seus empregados a rirem disse:
- Vocês parecem umas galinhas a cacarejar.
Depois o feiticeiro foi ter com a bruxa. Quando chegou a casa da bruxa viu um papagaio que não parava de dizer:
_ Eu tenho uma bruxa chamada Diana, eu tenho uma bruxa chamada Diana …
O feiticeiro desceu umas escadas que ia dar ao quarto da bruxa.
Ele bateu à porta e a bruxa abriu-a e disse:
- O que é que estás aqui a fazer outra vez? Queres que eu te transforme num porco?
E o feiticeiro disse:
-Eu quero que tu me transformes como eu era dantes!
A bruxa disse-lhe:
-Eu só te transformo como eras dantes se tu fores à floresta arco – íris buscar uma pena de galinha verde.
Então o feiticeiro foi à floresta arco-íris buscar a pena de galinha verde. No dia seguinte a bruxa foi a casa do feiticeiro buscar a pena de galinha verde. Quando o feiticeiro abriu a porta a bruxa perguntou-lhe:
- Onde é que está a pena de galinha verde?
- Aqui tem a pena de galinha verde, dona bruxa.
A bruxa disse-lhe para ir com ela a sua casa. Quando chegaram a bruxa fez a poção para que o feiticeiro voltasse ao normal. Mas quando a bruxa viu que a pena era vermelha, pois o feiticeiro tinha-a enganado. Ela ficou ainda mais furiosa e transformou o feiticeiro num porco. No entanto a bruxa deu-lhe mais uma oportunidade para ir outra vez à floresta arco--íris buscar uma pena de galinha verde. Quando o feiticeiro chegou à floresta arco-íris já tinha escurecido. A noite era muito escura e o feiticeiro estava com medo dos lobos. Mas ele como era corajoso resolveu montar uma tenda para dormir.
No dia seguinte, o feiticeiro continuou viagem para ir buscar uma pena de galinha verde. Ao meio do caminho encontrou um galinheiro onde havia muitas penas de galinhas verdes. O feiticeiro foi logo a correr para lá. Quando apanhou a pena de galinha verde foi logo para casa da bruxa. Quando lá chegou a bruxa inverteu o feitiço e o feiticeiro voltou ao normal. No dia seguinte quando os empregados viram o feiticeiro de volta ao normal fizeram uma grande festa e uma grande jantarada.
Passados dois meses a bruxa e o feiticeiro voltaram-se a encontrar, estavam apaixonados um pelo outro. Quando todos souberam disso ficaram muito contentes. Então a bruxa e o feiticeiro casaram-se, tiveram muitos filhos e viveram felizes para sempre.
Jessica Gomes - 4º ano - EB1 de Arrifana
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