quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Estafeta de Narrativas III


Dando continuidade  à publicação de opiniões sobre diferentes livros lidos pelos alunos, apresentamos hoje o texto do Sérgio do 6ºC:
O livro que eu venho apresentar chama-se “O Traficante” e o seu autor é Robert Muchamore.  Este livro faz parte da coleção “Cherub”.

Nele se narra a história de uma terrorista que não deixa que estranhos entrem na sua casa, porque podem ser agentes disfarçados da polícia ou dos serviços secretos. Mas os seus filhos levam os colegas da escola lá para casa...

E o que a terrorista não sabe é que uma dessas crianças colocou escutas pela sua casa, copiou o conteúdo do disco rígido do computador e todos os contactos da sua agenda.

Esta criança trabalha para a Cherub.”

Quando li este livro, gostei logo dele, pois esta história revela mistério, curiosidade e outras coisas.

Gosto da maneira como a terrorista esconde e disfarça a sua identidade e como a criança (agente da Cherub) faz as sua operações secretas para esta organização.
- Mas o que é a Cherub? – perguntas tu. 
- A Cherub é uma agência secreta britânica que...

E para saberes mais mistérios e coisas que não imaginas que acontecem nesta história, procura saber onde encontrar este livro...
(Trabalho de Sérgio Marta – nº 23 – 6º C)

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Faz de conta...



A partir do poema “Faz de conta”, de Eugénio de Andrade, a Ana e a Beatriz do 5ºA fizeram as suas curiosas “recriações”.

- Faz de conta que sou abelha
- Eu serei a flor mais bela.

- Faz de conta que sou cardo.
- Eu serei o melhor queijo.

- Faz de conta que sou potro.
- Eu serei a tua palha.

- Faz de conta que sou choupo
- Eu serei as tuas folhas.
Ana Rita Fernandes – nº 2 – 5º B


- Faz de conta que sou abelha.
- Eu serei a flor mais bela.

- Faz de conta que sou cardo.
- Eu serei o teu quintal.

- Faz de conta que  sou potro.
- Eu serei a tua erva.

- Faz de conta que sou choupo.
- Eu serei a água para te regar.
Beatriz Silva – nº 4 – 5º B

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Estafeta de narrativas II


Continuamos hoje a publicar mais textos que divulgam livros do agrado dos alunos selecionados, para apresentarem os mesmos às diferentes turmas:

“O livro que vou apresentar chama-se O Rapaz que ouvia as Estrelas e o seu autor é Tim Bowler.
Este livro foi elogiado por diferentes jornais que diziam do mesmo:  “Um livro fantástico!” – Sunday Express;
“Um livro empolgante e absorvente.” – Sunday Times.
Uma das frases que caracteriza este livro é, segundo o Dr. Donald Hatch,  “O Universo é composto não de matéria mas de música.”
Este livro fala de Luke, um rapaz de catorze anos, órfão de pai, com o dom de ouvir a música do universo. Desde as árvores às pedras, ele consegue ouvir a sua música. O seu talento para tocar piano é tal e qual como o do seu pai, mas a morte deste deixa-o  muito abalado e isso quase o leva a percorrer os caminhos da marginalidade, chegando a juntar-se a más companhias.
Para conseguir sobreviver à imensa pressão que o líder do bando delinquente a que se juntou exerce sobre ele, Luke vê-se obrigado a assaltar a mansão de uma senhora rica, mas o que vem a descobrir no interior daquela casa misteriosa é algo profundamente aterrador e belo, algo que mudará para sempre a sua vida.”
O autor deste livro escreveu muitos outros romances infanto-juvenis premiados, entre eles “O Rapaz do Rio” que lhe valeu uma das distinções literárias mais prestigiadas  como a Carnegie Medal.
Espero que se interessem e leiam este belo livro!
(Trabalho de Hugo Coimbra – nº 12 – 6º C)


Um dos livros que eu li e de que mais gostei chama-se “O Mundo em que vivi”  e a sua autora é Ilse Losa.
Eu aconselho a leitura deste livro, porque ele retrata uma época histórica marcante – a da Segunda Guerra Mundial – e fala-nos da vida de uma judia chamada Rose Frankfurter que enfrenta corajosamente a vida, apesar das enormes dificuldades que tem de enfrentar. Esta história conta exatamente o crescimento de Rose até à crise da inflação, do desemprego e da chegada dos nazis ao poder, na Alemanha.
(Trabalho de Filipa  Fernandes – nº 9  - 8ºD)


O livro que eu li e de que gostei muito chama-se “O Príncipezinho”  e quem o escreveu foi  Antoine de Saint-Exupéry.
Gostei deste livro, porque é um livro que é muito belo, que nos faz pensar e que apela à responsabilidade e à dignidade humana, nas crianças e nos adultos.
A história deste livro faz sentido para quem a lê, porque retrata sentimentos humanos, como a amizade e o amor, lembrando-nos de  que a verdadeira felicidade se encontra nas coisas simples da vida.
No fundo, a moral desta história é “só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos.”
Acho que todos devem ler este belo livro porque, assim,  ficarão, sem dúvida, mais ricos de conhecimento e sabedoria!
(Trabalho de Marta Simões – nº 10 – TSJ)

O livro que eu recomendo é uma obra-prima da fantasia épica. Chama-se “A Guerra dos Tronos”, Livro I das “Crónicas do Gelo e do Fogo” e é mais do que uma simples obra de fantasia, da autoria de George R. R. Martin. Dispensa todos os clichês de Tolkien, como elfos e “hobbits”, focando-se não no sobrenatural e no fantástico - embora esta seja uma parte integrante e importante da narrativa - mas sim nas pessoas, nas qualidades e defeitos bem características dos seres humanos, bastante reais.
Mais do que uma história de uma luta entre o Bem e o Mal, é uma história de jogos de poder e de intrigas, de traição e amargura.
Decorrendo no mundo fantástico, mas credível, sórdido e sombrio, “A Guerra dos Tronos” é, de facto, a maior aventura de fantasia épica desde que Bilbo encontrou o Anel.
(Trabalho de Luís Fernandes – nº 15 – 12º A)

terça-feira, 20 de novembro de 2012

O Roubo da Lua


Imagem: imagens-de-fundo.blogspot.com

Dando seguimento a uma atividade proposta na aula de Língua Portuguesa para  a redação de uma notícia sobre a “detenção de um homem que roubou a Lua”, surgiram alguns trabalhos interessantes que publicamos hoje.

“Foi detido, recentemente, um homem, conhecido pelo nome de Dr. Maquiavélico, pois há muito que se dedica ao roubo de planetas.
Desta vez, foi longe demais e resolveu roubar a Lua que levou para casa e pôs na sua janela, com a intenção de a vender, mais tarde.
Entrevistado pela SIC, disse que a Lua está cheia de diamantes e que, como o país está em crise e ele não tem emprego, esta era uma boa forma de ficar rico.
Apesar de ter tentado fugir, foi apanhado e condenado a dois anos de prisão.”
(Trabalho de Beatriz Silva – nº 2 – 6º A)

“Foi detido, no dia 6 de Novembro, um rapaz chamado Daniel Filipe. É acusado de ter roubado a Lua, tendo-lhe atado uma corda para a puxar. Depois pendurou-a na janela e, assim, foi descoberto. 
Quando foi preso, declarou que roubou a Lua para a dar de presente a uma colega sua chamada Raquel, porque era o dia do aniversário dela.
Mesmo assim, o juiz condenou-o a seis meses de prisão e teve de devolver a Lua, imediatamente.”
(Trabalho de Daniel Lourenço – nº 3 – 6º A)

“Um rapaz chamado Daniel, conhecido porque há muito tempo ameaçava roubar a Lua com a sua nave espacial, foi hoje preso, às onze horas e trinta, exatamente por ter roubado aquele planeta.
Nas suas declarações, afirmou que pensava que a Lua era um enorme queijo e, naquele dia, como não tinha queijo em casa e as lojas já estavam todas fechadas, aproveitou para realizar o seu desejo.
A queixa foi apresentada pelo primeiro-ministro que, da sua janela, assistiu ao roubo.
Como castigo, o rapaz vai ter de fabricar, durante dois anos, queijo suficiente para alimentar o país.”                                                                  
 (Trabalho de Daniel Alves – nº 4 – 6º A)

“Foi hoje detido um homem conhecido como o Papa-queijo. A sua detenção aconteceu por volta das onze horas da noite, hora a que foi apanhado a roubar a Lua, no alto da Montanha do Pico, nos Açores.
Para apanhar a Lua, este homem lançou uma corda gigante da sua casa, nessa montanha, e conseguiu puxá-la para a sua janela.
Mal apanhou a Lua, começou a devorá-la como se fosse queijo.
Algumas pessoas que viram aquilo, acusaram-no imediatamente e o homem foi condenado a dois anos de prisão e teve de devolver a Lua.”
(Trabalho de Filipe Carvalho – nº 7 – 6º A)

“Hoje foi preso um homem que roubou a Lua, com a ajuda de um helicóptero. Eram dez horas em Lisboa, quando algumas pessoas se aperceberam de que ele a estava a colocar na sua janela.
Quando o juiz o interrogou, ele disse que pensava que, se roubasse a Lua, a podia, depois, vender, para acabar com a crise em Portugal.
Mas, entretanto, o helicóptero desapareceu e agora pensa-se que mais alguém irá tentar roubar a Lua, outra vez.
Entretanto, o homem  vai ser julgado.”
(Trabalho de Júlia Almeida – nº 12 – 6º A)

“No dia dezoito de Março de 2011, um ladrão descalço, mas com uma enorme pegada, resolveu roubar a Lua.
Para a roubar, foi buscar o carro dos Bombeiros e, quando já estava muito escuro, pôs uma escada junto à casa mais alta da sua aldeia para lá chegar.
Quando foi interrogado, disse que estava inocente e que apenas tinha roubado a Lua para saber se ela realmente sabia a queijo, como tinha visto nos desenhos animados, quando era pequeno.
O juiz perdoou-lhe e ele saiu em liberdade.”
(Trabalho de Daniela Marta – nº 4 – 6º D)

“Um ladrão foi preso por dois crimes. Primeiro, porque roubou a Lua, no dia três de Março de 1974, à noite. Depois, porque assaltou uma fábrica de luvas para não deixar impressões digitais na Lua e, assim, ninguém saber que tinha sido ele quem a tinha roubado.
Ele disse que tinha roubado a Lua, porque tinha fome e pensava que ela era um queijo enorme.”
(Trabalho de Filipe Mendes – nº 5 – 6º D)

“Um homem vestido de preto foi detido no dia sete de Julho de 1937, à porta da casa da Dona Amélia Rodrigues, em Poiares.
O indivíduo foi detido quando tentava roubar a Lua para, depois, a comer.
Foi o papagaio da Dona Amélia que chamou a atenção da Polícia que andava a fazer a ronda por ali, quando começou a gritar: “Ladrão, ladrão!”
O homem ainda tentou fugir, mas foi levado imediatamente para a esquadra e, depois, para o tribunal onde foi condenado a prisão perpétua.”
(Trabalho de Francisco Querido – nº 7 – 6º D)

“Notícia de última hora: 
Foi, finalmente, detido o homem que há dias roubou a Lua, em Paris, na França. 
Foi uma detenção muito difícil, porque ele fugiu para cima de um telhado, partiu uma janela e foi daí que roubou a Lua.
Mas, hoje, por volta das duas da tarde, foi apanhado, porque uma telha partiu e ele acabou por cair na rua.
A esta hora, sabe-se que a Polícia já conseguiu voltar a colocar a Lua no sítio e o homem vai ser julgado por este crime.”
(Trabalho de João Eufrásio – nº 11- 6º D)

“Um homem foi preso, hoje, nos Estados Unidos da América, exatamente no dia de aniversário da sua filha, vinte e dois de maio.
O sonho da menina era levar a Lua para casa, para lhe iluminar o quarto e o pai resolveu fazer-lhe a vontade. Subiu até ao telhado da Casa Branca e puxou-a até a conseguir arrastar. Depois, colocou-lha na janela.
Este homem acabou por ser detido por ter feito um crime muito grave. Espera-se, agora, a decisão do juiz.”
(Trabalho de Mariana José – nº 14 – 6º D)

“Um homem de quarenta e quatro anos foi detido e encontra-se na prisão de Caxias por ter roubado a Lua, com a ajuda de um elevador gigante, às cinco da manhã do dia vinte e quatro de fevereiro de 2004. 
Na mesma prisão, encontra-se, também detido, um colega seu que foi cúmplice no roubo.
Ambos aguardam o julgamento para breve.”
(Trabalho de Pedro Henriques – nº 16 – 6º D)

“Em Portugal, acaba de ser detido um ladrão que foi apanhado em flagrante delito, durante uma rusga da polícia, no dia trinta de outubro passado.
Por volta das vinte e três horas desse dia, o ladrão entrou no túnel de ventilação que dá acesso à Lua, confessando que o seu objetivo era roubá-la. Como justificação, disse apenas que pretendia oferecê-la à sua namorada como prova de amor.
Mas a Polícia não se comoveu e apresentou-o ao juiz que o condenou a dois anos de prisão.”
(Trabalho de Rafael Ferreira – nº 17 – 6º D)

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Estafeta de narrativas


A Biblioteca Escolar tem estado a desenvolver a atividade “Estafeta de Narrativas” que se destina a fomentar e incrementar o gosto pela leitura. Tal atividade resume-se ao seguinte: em cada turma é selecionado/a  o/a aluno/a que tiver feito o melhor trabalho sobre um livro que tenha lido e sobre o qual irá falar, aos alunos de outra turma.
Começamos hoje a publicar alguns dos textos selecionados.

Beatriz e o Plátano
Olá! Eu sou um livro muito interessante. Chamo-me “Beatriz e o Plátano” e fui escrito por Ilse Losa e ilustrado por Lisa Couwenbergh.
A minha história fala de uma menina chamada Beatriz que vivia numa rua  chamada “Rua do Plátano” onde, mesmo ao lado da sua casa, havia um serviço de correios que ia ser remodelado e, por isso, as autoridades locais queriam cortar um belo plátano que aí havia.
Mas a Beatriz como era muito amiga do ambiente não queria por nada que aquela velha árvore fosse derrubada e fez tudo o que era possível para o evitar...  Será que conseguiu?
De seguida, vou ler-vos um excerto deste mesmo livro (página 15 a 19) para vos despertar a curiosidade para o lerem e, assim, ficarem a saber como acaba esta história de que apenas se conta aqui uma parte.
(...) Beatriz, quando soube da notícia ficou alarmada. Como era possível que alguém se atrevesse a deitar abaixo o plátano, o seu velho amigo, o mais lindo plátano em  toda a cidade e sempre tão apreciado que até servira para dar nome à rua onde crescera? E não faria tão boa figura em frente do novo edifício como a que tinha feito em frente do desaparecido? Não continuaria também a dar hospedagem aos pássaros e abrigo às pessoas nos dias de chuva ou de muito sol?
Que mais podia um edifício novo desejar do que ter como enfeite uma árvore daquelas, conhecedora de tudo o que, durante vários séculos, acontecera na Rua do Plátano? E talvez até soubesse falar, é bem possível, e então talvez pudesse contar ao edifício novo tudo aquilo a que asistira nos tempos passados.
Foi em tudo isto que Beatriz pensou. Falou aos pais e aos professores, mas ninguém lhe indicava uma solução para o caso. Todos diziam:
- Quem manda na cidade são as autoridades.
Finalmente, Beatriz resolveu escrever uma carta a essas autoridades que, no seu entender, estavam prestes a cometer uma falta irreparável pois, mesmo se um dia se viessem a arrepender de ter feito perder à cidade o plátano mais lindo que lá havia e se resolvessem plantar outro, quantos e quantos anos não levaria ele a fazer-se uma árvore que se visse!
Foi o que explicou na carta e, no fim, rematou:
- “As Senhoras Autoridades decerto vão achar que eu tenho razão e, por isso, desistirão de deitar abaixo o plátano da Rua do Plátano.
Hão de ver que ele vai fazer o mesmo vistão em frente do novo edifício dos correios que fazia em frente do velho.
Muitos cumprimentos da Beatriz
(Trabalho de Inês Rolo – nº 9 – 6º A)


O Barba Azul
Olá! O livro de que vos vou falar chama-se “O Barba Azul” e faz parte de uma coleção chamada ”Os Teus Contos Clássicos” da Editora RBA.
É um livro engraçado e muito misterioso. É a história de um homem que se chamava Barba Azul, exatamente por a cor da sua barba ser azul.
Este homem queria casar, mas toda a gente tinha medo dele, porque ele era realmente estranho. Até que um dia, foi visitar uma vizinha e pediu uma das filhas dela em casamento. A rapariga aceitou, porque ele era muito rico e, passado um tempo casaram.
E, um dia, o Barba Azul resolveu partir para uma das suas viagens misteriosas e entregou à esposa as chaves da sua misteriosa casa. Mas fez-lhe um aviso: ela não podia usar a chave que abria a porta ao fundo do corredor, a chave dourada!
A rapariga convidou, então, lá para casa, a sua irmã e algumas amigas e, quando as amigas se foram embora, ao anoitecer, ela ficou lá sozinha com a sua irmã. Mas só pensava naquela chave e, desobedecendo às ordens do marido, abriu a tal porta, pois a sua curiosidade foi mais forte do que a sua prudência…
De seguida vou ler-vos um excerto desta obra…
(…) ”Ficou horrorizada ao ver que, naquele quarto, pequeno e escuro, havia várias mulheres mortas!
Com o susto, a jovem deixou cair a chave de ouro, que se sujou de sangue. As mulheres que estavam naquele quarto eram as anteriores esposas do Barba Azul, e como tinham sido apunhaladas, o chão estava cheio de sangue. A jovem tentou limpar a mancha vermelha da chave de todas as maneiras possíveis, mas foi inútil. Por mais que a esfregasse e voltasse a esfregar, o sangue não desaparecia. E pensou que se o Barba Azul percebesse o que tinha acontecido, ela teria a mesma sorte das outras mulheres.
No dia seguinte, o Barba Azul regressou e a primeira coisa que fez foi pedir as chaves à sua esposa, que não se atreveu a dar-lhe a chave de ouro. Mas o Barba Azul percebeu que faltava ali a chave proibida…”
O que acham que se terá, então, passado?
Nada melhor do que lerem este misterioso livro para satisfazerem a vossa curiosidade.
 (Trabalho de: Pedro Henriques – nº 16 – 6º D)

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Resultados do concurso Cherub

Decorreu esta manhã na nossa biblioteca o concurso Cherub, realizado em torno da leitura prévia do livro República Popular” de Robert Muchamor, tendo os nossos participantes obtido a seguinte classificação:

1- Hugo Coimbra - 6ºC
2- Bruno Teixeira - 8ºB
3- Xavier Rodrigues - 9ºB
4- André Henriques - 8ºD
5- Daniela Barreira - 8ºB
6- Francisco Freire - 6ºC
7- Pedro Brandão - 6ºB
8- André Antunes - 6ºC
9- Rui Falcão - 6ºC
10- Sérgio Dias - 6ºC
11- Jorge Santos - 6ºB

O primeiro premiado receberá um livro,uma esferográfica, um vale desconto na compra de livros e ainda um certificado de participação. Os restantes participantes receberão igualmente prémios e um certificado de participação.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

A nossa Biblioteca tem um novo espaço!



A nossa biblioteca vai contar, a partir deste ano letivo, com um novo espaço, ganhando assim uma renovada capacidade para servir seus leitores. Aproveitando a candidatura feita para a requalificação da biblioteca, aproveitámos e aumentámos de tamanho, podendo agora oferecer um local apetrechado de novos equipamentos e com um fundo documental destinado aos alunos do ensino secundário.

Pretende-se que o novo local seja utilizado para leitura, para a realização de tarefas curriculares (em ambiente de aula ou de forma autónoma), podendo também ser aproveitado como espaço polivalente para outras atividades da biblioteca.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Concurso Cherub

Em parceria com a Porto Editora, estamos a promover, à semelhança do que vem acontecendo em anos anteriores, o Concurso Cherub. Os alunos da nossa escola inscritos participarão num concurso que decorrerá a 13 de novembro pelas 10 horas e que terá como pano de fundo a leitura da obra “República Popular” de Robert Muchamore.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Top de leitores do mês de outubro

Mensalmente publicamos no Cata-letras os alunos que mais se destacam no seu desmedido (mas saudável) apetite pela leitura. Aqui fica o top de outubro, liderado pelo Hugo Coimbra (na imagem), aluno que já se vai habituando a liderar as nossas tabelas. Os nosso parabéns a todos!

1- Hugo Coimbra
2- Beatriz Silva
3- Inês Garcia
4- Ana Bento
5- Ana Crisóstomo
6- Elisabete Santos
7- Mafalda Simões
8- Mariana Rosa
9- Gonçalo Soares
10- Daniela Páscoa

Livro do mês de outubro

Depois de, no passado ano letivo, ter sido eleito diversas vezes como o livro do mês, a "História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar" voltou a colher as preferências da maioria dos nossos leitores. Se ainda não leste, vem à biblioteca, requisita-o e descobre que mágicos enredos têm tornado este livro tão popular.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Daniela do 6ºC está de parabéns!


Dando seguimento à atividade “Narrativas com alimentos” e, tendo como base um excerto do texto intitulado “O Dia em que a Barriga Rebentou”, da autoria de José Fanha, a aluna nº 6 da Turma 6º C, Daniela Páscoa, apresentou o melhor texto que lhe deu continuidade. Parabéns!

O Dia em que  a Barriga Rebentou
... Como sempre fruta. De todas, a que eu mais gosto é a maçã. E também a laranja com o seu sumo dourado. E os morangos vermelhinhos. E as uvas brancas ou pretas. E a banana que é fácil de descacar e não tem caroço. E o ananás que tem a casca dura e uma cabeleira despenteada feita de folhas verdes.
E a tangerina que tem nome de menina. E a manga que não é manga de nenhuma camisa nem casaco. E o quivi que é tão bonito quando se corta ao meio!
E a cereja que é tão boa para comer e fazer brincos...
(José Fanha)
... E a pera que é verde e madurinha. E a romã que é tão vermelhinha. E o diospiro que é tão docinho. E o abacaxi que é como uma coroa. E o pêssego que tem caroço e a nectarina que não tem pelo. E a ameixa que, às vezes, é amarga e o melão que é tão branquinho.
E a melancia que só tem sementes e a meloa que é tão pequenina. E o abacate que tem o caroço tão grande. E o abiu que é tão amarelo. E o açai que é tão redondinho. E a amarula que é tão pequenina.
E a amêndoa que é tão castanha. E a araça que é tão azul. E a avelã que é tão boa. E o babaçu que parece ter dois caroços. E o baru que tem pelo. E o cacau que tem cores vivas. E o cajá que parece um pimento. E o cambucá que é verde e amarelo. E a carambola que é uma estrela.
E o coco que é tão bom. E o figo que tem uma cor tão linda. E a goiaba que é verde e amarela. E a graviola que é tão verde e com picos. E a jaca que é tão grande. E o mamão que é tão giro.
E a manga que é amarela e grande. E a nêspera que é tão docinha. E o pequi que tem um caroço muito branco. E a pitanga que parece uma abóbora. E a seriguela que parece uma batata. E o umbu que é verde com pintinhas brancas. E, por último, a framboesa que é tão boa, única e bonitinha.
Nessa altura, começou a doer-me a barriga e num instante...bum! A minha barriga estourou.
E este foi o dia em que a barriga rebentou de tanto comer fruta!

Autora: Daniela Páscoa

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Dia da alimentação


Para comemorar o “Dia da Alimentação”, as diferentes turmas do 2º Ciclo elaboraram poemas bem divertidos chamados “Poemas com Vitaminas”:

5º A
Este poema eu vou cozinhar
Espero que fique saboroso;
Se a panela rebentar,
Vou ficar todo medroso.

Era uma vez uma costeleta
Que pôs espargos a assar
E, muito distraída,
Deixou-os a aboborar.

Um dia, a Julieta,
O leite bebeu.
Levou uma costeleta ao rei
Que logo a comeu!

Eu adoro cantar
Debaixo da água, a escaldar,
Enquanto a minha mãe
O bacalhau está a desfiar.

Vou fritar uma costeleta
E comê-la com salada;
Mas faz melhor à  saúde,
Se a puderes comer assada.

Tenho costeletas a fritar
E espargos a assar.
Distraído, não vou ficar,
Para o lei te não acabar.

O espinafre dá muita força
Tanto ao Poppey como a mim;
É uma planta discreta
E grandiosa, mesmo assim.


5ºB
Abacate, banana e diospiro
Juntei alho francês – que barato!
Levei tudo a refogar,
Mas acabou por se queimar!

Lindo serviço!
Já não pude bebericar...
O minúsculo molho ardente
Que lindo deveriua ficar!


5º C
Adubei os cogumelos
Reguei os pimentos,
Colhi os nabos,
Descongelei os bifes.

Preparei um refogado
Com os pimentos e o louro.

Levei a aquecer no fogão
Esqueci-me de alguns temperos...
Nada estava gostoso...
Que cozinheiro malvado!
No fim acabei furioso!


5º D
Sabe a ananás,
Cheira a salmonete.
Para adoçar a minha boca,
Toca a provar!
Fico feliz ao matar a fome
Como um homem pré-histórico!


6º A
A Primeira Guerra Alimentar

Era uma vez uma malagueta
Muito convencida e vistosa
Que se tornou muito amiga
De uma couve preguiçosa.

Odiavam a cereja
E só a queriam espremer,
Mas apareceu um rábano
Pronto para a defender.

Pensavam que ele era fraco
E bem o tentaram picar,
Mas ele não era gentil
E tocou logo a salgar!

E foi assim que começou
A primeira guerra alimentar.
Com couves a ser depenadas
E muitas cerejas pelo ar!

E vários anos levou
Para esta guerra arrefecer.
Até que chegou o 6º A
Para tudo aquilo comer!


6º B
Estou um pouco medroso
Pois tenho que fazer o almoço...

Vou fazer um cozido maravilhoso:
Batatas vou descascar
Com enchidos vou lardear.

Para ficar rebuscado
Tempero com alcachofra
E tem que ficar ensalsado.

Uma suave sobremesa para terminar:

Um melão bem fresquinho
E maracujá a decorar.


6º C
Fui  a um belo restaurante “ gourmet”
Experimentar e degustar.

À entrada um pêssego atrevido
Queria casar comigo!

Fiquei acanhada
E pedi uma torrada
Que vinha albardada.

Fiquei sem comer!
Acudiu-me um dócil feijão
Que me deu um pão
E um chá para beber.


6º D
História de Amor

Uma beterraba frustrada
Gostava de um feijão verde vaidoso,
Mas ele gostava era de uma tosta
Que o achava mentiroso.

O café inteligente
Gostava de se temperar
E a tosta apaixonou-se
E começou a abafar.

A tosta ficou mais alegre
E pôs o feijão verde a cozer;
O café foi ajudá-la
E a beterraba a sofrer...

Mas houve uma grande zanga
E o café pôs-se a panar...
E finalmente a beterraba
Pôde com o feijão verde casar!

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Chá com António Ramos Rosa

Decorreu esta terça-feira (23 de outubro) na nossa Biblioteca a primeira sessão da iniciativa "Chá com livros", onde António Ramos Rosa (na imagem, em baixo) foi o centro das atenções. As palavras do poeta ganharam vida com a preciosa colaboração da D. Lurdes (na imagem, em cima) e os sortudos que tiveram o privilégio de estar connosco foram os alunos do 5ºA.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Chá com poesia

A BE vai promover ao longo deste ano letivo algumas sessões com autores de língua portuguesa, iniciativa que levará diferentes turmas a tomar chá na nossa biblioteca, enquanto tomam contacto com algumas das mais belas palavras escritas em português. O primeiro autor que "virá tomar tomar chá connosco" será António Ramos Rosa, no dia 23 de outubro.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Chá da lebre louca

Foi excelente o resultado da adaptação da obra Alice no País das Maravilhas, que decorreu no polivalente da nossa escola. Aqui ficam algumas fotografias: